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 Salvador, casarão abandonado.

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Epílogo

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Player : Pinho & Sizca

MensagemAssunto: Salvador, casarão abandonado.   Sab Nov 20, 2010 6:22 pm


Fora construído no tempo em que Salvador era a capital da república [1549 - 1763], está localizado em uma zona carente da capital bahiana, particularmente em uma rua bem simples e de bastante movimento, por ser no subúrbio. O cassarão funcionou durante anos como sede da Ordem da Fênix do Brasil, e é invisível aos trouxas graças a feitiços lançados por membros da própria ordem. Seu local é secreto, apenas poucas pessoas sabem sua localização.

Foi abandonado há muito tempo. O imóvel está sem utilização desde 1992 quando a ordem mudou de sede por questões internas, desconfianças. O fiel do segredo foi morto há muitos anos, passando o segredo a seu amigo e chefe dos aurores: Alastor Lancaster. Apenas ele pode revelar a localização do cassarão, que mesmo desabitado continua impecável e luxuoso, mantendo a decoração da antiga sede.

Possui dois andares, no térreo há uma sala enorme, uma sala de jantar, dois quartos [com camas de casal], dois banheiros, um quintal e a cozinha americana. No primeiro andar encontram-se mais quatro quartos [todos com três camas de solteiros], uma sala de reuniões e mais um banheiro. O segundo andar é um sótão bastante esquisito e misterioso, completamente cheio de espelhos e coisas velhas, e nenhum outro cômodo.

Diversos janelões estão espalhados pelo casarão embelezando-o e o deixando bastante claro por dentro. O ambiente é o mais tranqüilo, calmo e feliz possível.
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Epílogo

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Player : Pinho & Sizca

MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Nov 24, 2010 7:17 pm

A convocação, uma tentativa de destruir as trevas.


A sociedade bruxa não era mais a mesma. Constantemente abalada por ataques e atentados de comensais que estavam sob o comando de um novo Lorde que se fortalece gradativamente semeando a insegurança no mundo Bruxo. A paz parecia se afastar cada vez mais e as sombras pairam sobre tudo e todos.

O ministério perdia sua força, ninguém permanecia muito tempo como ministro. O cargo parecia estar amaldiçoado, Gray assumira temporariamente o cargo e já parecia desanimado e prestes a entregar o cargo a qualquer momento. O castelo da Academia de Magia Legilimência havia sido destruído, não há previsões para a reabertura. A suprema corte dos Bruxos cogita fechar o castelo, por ele não ser mais seguro.

O grupo dos sete falhara, não evitaram que a trevas retornassem. Um novo grupo seria formado? Está era a intenção de Alisson Collins Lancaster, que planejara uma reunião na antiga sede da ordem da Fênix. Ele havia convocado quatro dos sete e outros alunos da AML, com o intuito de formar um grupo. Grupo que tentaria restabelecer a paz e o equilíbrio na sociedade Bruxa.

Spoiler:
 
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Alisson Collins Lancaster

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Player : Alisson

MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Nov 24, 2010 8:08 pm


Alisson estava deitado de costas, respirando com esforço como se tivesse corrido. Acordara de um sonho vivido apertando o rosto com as mãos. Alisson não conseguia recordar-se do seu sonho, ele estava sendo perseguido, alguém queria algo que estava em seu poder. Não era um simples sonho e sim uma visão. Alisson levantou e se vestiu a luz fraca do amanhecer, arrumou sua mochila e saiu sem acordar seu Pai que devia estar dormindo.


O destino a zona pobre da cidade, Alisson não poderia usar a rede de flú, pois seu pai saberia. Não podia aparatar e muito menos sair voando. E como a antiga sede da ordem da fênix fica bem longe de sua casa, teve que se locomover como um trouxa, Utilizando um ônibus, não fora uma experiência agradável, diga-se de passagem, mas era necessário , tudo em vista do bem maior. O ônibus não iria até a rua onde o cassarão estava, Alisson acabaria de chegar até La a pé. Sua mochila estava um tanto pesada, já que ele estava se mudando.

Depois do que pareceram incontáveis horas, Alisson chegou à rua simples e movimentada, avistou a casa que se escondia entre duas outras. Tomando muito cuidado para não ser visto o garoto entrou e jogou sua mochila em cima do sofá. Não iria demorar muito até que seus convidados chegassem, a casa estava impecável, não iria precisar de limpeza, graças a Merlin. Alisson tratou de apoderar-se do melhor quarto da casa, já que iria passar um bom tempo ali, que fosse confortável sua estadia.

A conversa com Gioconda fora realmente útil e preciosa, ele falou mais do que devia. E depois que esta reunião terminasse ela o levaria a sala dos espelhos. Mas primeiro o garoto deveria preocupar com a reunião, e ele esperava a visita de alguém que não fora convidado. Ele vira alguns vultos em sua bola de cristal, então era melhor ele estar preparado. O vidente ouve um barulho, a porta estava se abrindo, era o primeiro convidado. A reunião não seria um fiasco, ao menos um deles iria comparecer.
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Angel Scorpyan S.Borges

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Player : Descubra vc msm!

MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Nov 24, 2010 9:37 pm

Angel teve que elabora um plano para que seus pais não desconfiassem de sua atitude, Angel acordou cedo e depois de tomar um banho vestiu uma roupa simples de trouxa e desceu para tomar o café da manhã com seus pais e claro que Pietro e Elizabeth notaram logo que Angel pretendia sair por isso aquelas roupas, assim que seus pais questionaram Angel inventou rapidamente que iria a casa de uma amiga que morava no brasil e que ambas as meninas iriam fazer compras, como era de costume Angel fazer compras com as suas amigas seus pais não acharam a atitude estranha mas pediram que a filha levasse um de seus elfos com ela,assim ela poderia ir a casa de sua amiga sem precisar de pó de flúor é como não queria chamar a atenção dos pais Angel aceitou.

Após o café da manhã Angel chamou willow um de seus elfo para acompanhá-la, ao shopping de Salvador, o elfo usando sua própria magia aparatou com Angel para o Shopping, e ao chegar lá Angel deu uma ordem para o elfo – Willow quero que preste bastante atenção nas minhas ordens, os meus pais jamais devem saber o que aconteceu hoje, ninguém pode saber – o pequeno elfo se curvou em uma reverencia e disse – Tudo o que a jovem Ama me ordenar, estou aqui para servi-la minha Ama – Angel sabia que seus elfos jamais a trairiam – Eu quero que você vá para a nossa mansão aqui do Brasil e fique esperando até eu te chamar, e que ninguém saiba disso!!! - O elfo com um olhar lacrimejante mais uma vez se curvou e disse – Como a minha Ama me ordenar – Angel pegou sua bolsa e com um ultima ordem disse – Agora va! – o elfo desaparatou e Angel pegou um taxi e seguiu para seu destino mesmo estando com roupas trouxas e tendo usado uma poção para escurecer seus longos cabelos prateados Angel ainda hipnotizava os homens, Angel pediu para que o taxista a deixasse duas ruas antes do seus destino, o motorista parou onde Angel pediu e Angel lhe pagou e sair do carro sem espera o troco só dizendo – é sua gorjeta! – Angel subiu as duas ruas que faltavam e logo encontrou o casarão abandonado o qual os trouxas passavam por ele sem notar.
Angel então se aproximou do casarão e ao chegar na porta percebeu que essa não estava trancada sinal que alguém já havia chagado,Angel abriu a porta lentamente e quando entrou viu que o seu anfitrião já estava a espera dos convidados, ela deu mais um passo entrando no casarão e fechando a porta, ela então sorriu como um cumprimento para Alisson!


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Matheus Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Nov 25, 2010 12:50 pm

Não acreditava o que estava acontecendo, minha primeira fuga, Alisson me convocara para a reunião com 4 dos 7 escolhidos, e outros alunos, para tentar nos defender das trevas, mas o encontro seria em Salvador, longe de minha casa, em Recife, em não poderia usar a rede de flú, pois meu pai, Sarah, ou Kevin poderiam descobrir, eu tive que ir de ônibus, bem cedo, não havia nem aparecido o sol no céu, e eu fui, com o maior cuidado, para não acordar ninguém, para a rodoviária, mas antes, eu deixei um bilhete na mesa da cozinha, dizendo que eu havia saído com alguns amigos e voltava no final da tarde.

Já tinha clareado quando eu chegara em Salvador, só faltava agora ir para o casarão abandonado onde seria o encontro, como não havia ônibus para o local, e não havia dinheiro, tive que ir a pé até o lugar, mas valeria a pena depois, esperava não seria morto pelas forças das trevas, o encontro seria ótimo, talvez me ajudaria a aprender como meu defender, mas eu tinha apenas 13 anos, quase 14, mas eu ainda não sabia me defender muito bem, nunca fui bem nessa área, e espero aprender mais com esse encontros. Quando cheguei, fui recebido por Alisson, e uma garota, que por sinal, era muito bela.
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Fred Gaunt Peverel

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Player : mal humorado

MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Nov 25, 2010 7:44 pm

Uma grande coruja branca adentrara o dormitório dos lobos, no IMEA. Trazia um envelope dourado, com um brasão que o garoto reconheceu como o Brasão dos Lancaster, o que poderia ser? Qual Lancaster lhe enviaria uma carta, só poderia ser o vidente insuportável, Alisson. O garoto aproxima-se da coruja e retira cuidadosamente o pacote que a mesma trazia, estava certo, Alisson o estava convidando para uma reunião. Não entendia o porquê, mas sabia que a situação no Brasil não eram as melhores, tomado de raiva Fred queria vingança, quem Destruirá Legilimência iria pagar caro, Fred não era exatamente bom, mas tinha princípios e valores, não tinha nada a perder, ele não suportava aquele maldito lugar.

Só que havia um único problema, como Fred iria ao Brasil. E melhor sem ser notado pelos cães farejadores nosferato? Não poderia usar a rede de Flu porque seria facilmente descoberto, não podia Aparatar já que não era maior de idade, é claro a solução era ir voando. Fred desceu as escadarias e pegou uma das vassouras do time de Quadribol ele era um ótimo piloto, e que se dane as regras ou os trouxas. Fred tomou todo o cuidado para não ser visto, colocou sua mochila nas costas e levantou vôo.

Fred estava começando a se cansar de sobrevoar o mar, não via a hora de chegar a Salvador. Depois do que parecera dias, Fred desceu da vassoura em um terreno baldio próximo ao local do encontro, para seu azar era um lugar movimentado. Para não chamar mais ainda a atenção jogou a vassoura em um canto e incendiou-a para que nenhum trouxa a pegasse. Ele não tinha planos para voltar à França mesmo. Fred terminou o caminho a pé, não demorou muito para avistar a casa encantada. Abriu a porta e entrou e para sua surpresa Angel estava lá, não se arrependeria de ir, não mesmo.Fred se aproximou de Angel e sentou-se ao lado da garota. – Posso ficar aqui do seu lado, não posso?Disse Fred tentando ser educado, uma das poucas vezes que ele tomara tal atitude. Desde que tudo aconteceu nos não falamos mais, esta acontecendo alguma coisa? Fred parecia apreensivo, não são todas as garotas que gostam de lobos.


Última edição por Fred Gaunt Peverel em Qui Dez 02, 2010 8:16 pm, editado 2 vez(es)
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Lilian M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Nov 27, 2010 11:49 am



Narração ; Falas ; Pensamentos

Estava no meu quarto, na alemanha, já que meu pai acabou me levando, com juntamente com mamãe e Hayden para podermos passar as férias forçadas por lá. Quando percebo uma coruja que entrando pela janela do quarto. Acariciei o animal e logo depois abri a carta, quando comecei a ler, dei um sorriso, ficando ainda um pouco tremula. Uma convocação. Olhei para fora pensando ‘’ Alisson, obrigada ‘’ Sai correndo, para conversar com a minha mãe, precisava convencê-la a voltar para o Brasil. Ela estava na cozinha, então disse com a voz um pouco manhosa – Mãaaaaaaae, quero voltar pro Brasil... >.< Ela virou-se com aquele sorriso encantador que ela tinha, que por sinal eu tinha herdado e disse – Calma minha filha, vamos voltar hoje ainda... vou falar com o seu pai. Aquilo para mim foi como dizer que eu tinha ganho na loteria bruxa!

Sorri e abracei muito, com carinho e logo depois subi novamente correndo para o meu quarto. Em alguns poucos minutos já tinha estava com as minhas roupas prontas, tudo pronto para a minha volta ao Brasil, eu tinha tantas coisas no meu pensamentos agora, que nem sabia em que pensar primeiro. Tudo que estava acontecendo ultimamente, o ataque a Academia, confesso que tinha me traumatizado um pouco, nunca pensei que não estaria segura na minha própria escola, a escola que eu chamei de lar a vida toda. Enquanto eu estava no meu quarto perdida em pensamentos, ouvia minha mãe e o meu pai descutindo, dizendo que no Brasil estava muito perigoso, eu não podia deixar de concordar com isso, e nem a minha mãe, mas eu tinha uma reunião importante, claro que eu não ia dizer isso para ele, mas eu tinha, e ele ia ter que fazer a minha vontade. Percebi que depois de algum tempo ele se rendeu e eu sorri de felicidade.

Depois que meu pai aparatou com todos nós para casa, ele ficou muito apreencivo, pois as noticias que corriam no Brasil não eram nada boas, o lord parecia estar assumindo tudo aos poucos, e o ministério estava caindo. Como isso? Eu não tinha idéia, eu como outros escolhidos para salvar a magia precisávamos fazer alguma coisa. Cheguei em casa, e me instalei no meu quarto. Estava tudo como eu havia deixado. Menos mal,. Troquei de roupa, colocando uma menos quente, já que estava um pouco quente no Brasil. Tive que dizer para minha mãe que iria na casa de uma amiga minha, para conseguir sair de casa. Graças a Merlin ela não desconfiou de nada, sai até mesmo escondida, não queria que Hayden me visse, com certeza ele saberia que eu estava mentindo, aquele guri me conhece como ninguém.

Peguei a vassoura do meu pai, e fui voando até o lugar de encontro. Fiquei pensando em como faríamos isso, em como ajudaríamos a acabar com as trevas, eu não tinha idéia de como, mas com certeza todos nós em conjunto, acharíamos um jeito. Quando sobrevoei e vi algumas pessoas que eu já conhecia, aterrissei do lado de fora do casarão, logo depois fui adentrando e caminhei até Alisson dizendo baixinho – Oiii Alii... Dei um sorriso tímido, não tinha muito o que falar. Fiquei olhando em volta as pessoas que ali estavam. Conheci dois ex alunos da academia de legilimencia, tinham sido descobertos graças ao maldito ataque que o próprio diretor da escola fizera contra o instituto. Aquilo me deixou muito mal, eu queria saber agora também, onde Philip Collins se encontraria, nunca mais ouvi noticias sobre ele.

Caminhei um pouco pelo lugar, um casarão abandonado, que nem sequer eram notados pelos trouxas. Bom, um ótimo esconderijo, como eles imaginariam que aqui iriam ter um grupo de adolescentes que queriam salvar o mundo das trevas? Isso nunca iria passar na cabeça deles. Depois de um tempo, sai caminhando até Alisson novamente, que estava quieto. Fiquei ao lado dele olhando para a bola de criastal, eu necessariamente não conseguia ver nada, ou estava ficando louca? Bom, ainda bem que ele sabe ver as coisas ai, e isso é muito bom para nos ajudar e muito.
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Luna Farrel

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Nov 27, 2010 2:11 pm

Festa de Halloween

Eu e Sophie aviamos voltado para casa depois do incidente que destruíra parte da escola enquanto o restante dos alunos rumava para França, a fim de ficar no castelo onde estudavam os mestiços. A estadia em nossa casa melhorara um pouco, devido ao fato de Sophie passar mais tempo trancada no quarto do que me importunando. Então, aproveitei meu tempo livre para treinar alguns feitiços (eu precisava :X) e aproveitar o jardim junto á meu primo/ irmão, filho de Luryan. O vampiro era sombrio, mas era uma ótima companhia quando queria. Ao contrario de Murillo, que ficava perambulando pela casa avisando ate mesmo quando um copo estava para cair, o garoto sabia se divertir. O restante da família estava na mesma: quando não estava trabalhando, Eloysa e Luiggi tiravam o dia para incomodar, e Luryan era tão entediante que nem mesmo para importunar ele servia... Passou-se um mês ate a festa de Halloween, onde eu poderia voltar a ver meus amigos.

Vestia uma roupa simples e confortável, jeans e camiseta, e segui com a minha Irma ate o castelo. A festa estava maravilhosa, e era ótimo estar na companhia de pessoas da minha idade, e não apenas de meus primos. Tomei o café da manha e segui para a parte externa, onde haveria musica e uma pista de dança. Fique por lá junto a algumas garotas da Haki, e outras do IMEA, que eu nem conhecia. Altas horas da noite ouvi a voz de Sophie me chamar. Fui ate perto da entrada do salão principal, e um peso saiu das minhas costas ao ver que era Eloysa (embora chata, ultimamente preferia a ela do que a Sophie...). Ela me perguntou preocupada sobre a Irma gêmea, e ao ver que eu estava confusa sobre a pergunta, pegou minha mão e aparatou comigo dali para casa.


Em casa...

A casa estava vazia, Sophie não estava ali. Eloysa estava estranha, andava de um lado para outro chamando por ela, e parecia aterrorizada. Segurei no braço dela, e ela se virou para mim como se implorasse por ajuda. – O que esta acontecendo? – Ela se soltou a caiu no sofá. Demorou um pouco ate que olhasse para mim. – Ela vai aprontar alguma... - Eu fiquei mais confusa ainda, e foi minha vez de procurá-la. Fui ate a sala de jantar e vi que a mesa estava posta, sinal de que alguém jantara há pouco. Como Luiggi, Luryan e os garotos ainda estavam na festa, provavelmente Sophie estivera ali e saíra de volta. Voltei para Eloysa e repeti a primeira pergunta. – Ela aparatou junto ao Collins... Não. Não ao Philip... Ao garoto Collins... Kevin eu acho. – Empalideci. Sophie gostava de Kevin, mas desde que terminara o romance com o pai dele, mantivera-se afastada do garoto e do restante das crianças. Subi para meu quarto e vi uma carta sob minha cama, e perto dela uma coruja. Era uma convocação para uma reunião, que aconteceria cedo no outro dia. Em SALVADOR! Como iria ate lá sem ser vista?

Vesti outra roupa, peguei uma mochila velha e coloquei mais algumas coisas, como roupas, dinheiro trouxa e alguns galeões. Esperei ate que Eloysa dormisse o que não aconteceu, já que ela saiu sem avisar. Era a oportunidade perfeita: a casa estava vazia, e ninguém me veria. Sai com cuidado, e fui ate o barco mágico. Pus a varinha no lugar indicado, e o barco se moveu lentamente ate a outra margem. Peguei um Taxi ate o aeroporto. Tive que falsificar uma autorização, coisa fácil feita com magia, para poder comprar a passagem. Dentro de duas horas, estava voando para Salvador.
Quando desembarquei, a maior dificuldade era achar a casa que estava no endereço. Peguei outro taxi e dei ao motorista o nome da rua. Ele me deixou em frente a um parque, e depois de paga-lo, me vi sozinha. Observei a rua ate ver uma casa entre outras duas. Devia ser aquela. Corri ate lá, subi as escadas e forcei de leve a porta. Esta se abriu facilmente. Entrei e vi Alisson, Lilian, Angel, Fred e Matheus. Sorri para eles e sentei ao lado de Matheus. Queria aproveitar a ocasião para saber sobre Kevin. Esperei um pouco, e a sala continuou em silencio. Ninguém se pronunciava. Aproximei-me do garoto e sussurrei:
- O que ouve com seu irmão? Calma... Ele e Sophie foram conversar ontem à noite e não os vi mais... Sabe onde estão?- falei com muita calma, tentando não passar o meu medo. Olhei-o esperando por uma resposta.
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Nov 27, 2010 6:51 pm

~ A coruja esquisita.

A primeira carta que me chegou por uma coruja estranha e feia foi a seguinte:

Citação :
Tempos difíceis se aproximam, as trevas estão retornando cada vez mais fortes, o perigo é iminente. Azkaban já não guarda bruxos das trevas e sim do bem, os dementadores voltaram, e um novo Lord assumiu o poder. O grupo dos sete não conseguiu restabelecer a paz e o equilíbrio, o grupo que há pouco tempo ajudou a sociedade já não existe. Foi desfeito, e uma ameaça maior paira sobre nós, Legilimência foi destruída, nossa escola será a vida. Estou convocando a você que recebe esta coruja para participar da reunião de fundação dos Guardiões. Este é um grupo de jovens bruxos com um objetivo em comum, restabelecer a paz e acabar com as trevas. Aviso que será muito perigoso, e que seremos clandestinos, então não se inscrevam levianamente uma vez guardião não há como voltar atrás, a reunião será em um local secreto e revelado somente aos que aceitarem a proposta.

Alisson Lancaster.

Em sequência a está recebi mais algumas em resposta a minhas respostas, dizendo-me todos os dados que eu precisaria para ir à reunião dos Guardiões e a mesma coruja que vinha e ia acabou ficando por ali, perto de mim, me seguindo aonde quer que eu fosse. Sair dos domínios de Anders mais uma vez como fugitivo seria uma tarefa bastante difícil, e se voltasse tinha certeza que seria como um prisioneiro e não como um aluno. Desde a comemoração do Halloween não via minha amada Hannah, nossos horários não batiam e as regras do IMEA nos mantinham afastados. A saudade estava me corroendo e mesmo estando tão perto não tinha sequer uma noticia dela, só boatos e mais boatos, que não considerava de fonte segura, boatos babacas e mentirosos.

Citação :
Hanny,

Estou indo embora, dessa vez eu não voltarei aqui por nada...
Não é porque tenho medo e nem nada do tipo. Você recebeu a carta do fajuto meu amor?
Eu acredito nas propostas dele, temos que nos unir.
Não sei se você vai à reunião, não sei nem ao menos se você ainda existe... Porque viva sei que há muito não está.
Estou confuso, você deve saber. Agora mais confuso do que de costume.
Arrume um jeito e fuja. Aqui não é seguro.
Eu te amo ♥

Richard Pelegrini

Evitava usar o sobrenome do meu tio Phil, por nojo. Mandei a carta pela mesma coruja que Alisson me mandou a primeira carta, a que agora me seguia, mas desta vez ela não voltou, deveria ter ficado com Hanny, a beleza dela devia ter conquistado a pobre corujinha feia. Arrumei toda a minha bagagem em uma mochila para ir definitivamente embora de Anders. Peguei o Gueno [meu gato branco de olhos azuis] e o coloquei na mochila junto com tudo que me era importante [algumas cartas de meu pai e da minha Hanny, uma foto do inesquecível amigo Spekos e outras bobagens] e parti para fora do castelo.

Morro de medo de voar, mas aquela não seria a primeira vez... Já voei em um hipogrifo, em um testrálio, e porque não em uma vassoura? Porque não? Peguei-a no armário de vassouras das meio veelas e levei-a até próximo a margem do lago negro. – Como é que eu faço para você subir? Hein? – Fitava a vassoura caída no chão com uma dúvida cruel do que realmente eu deveria fazer com ela. – Wingardium Leviosa! – Enfeiticei-a e ela começou a levitar, porém todas as vezes que tentava subir na mesma ela caia no chão por falta de controle do feitiço. Ou ela voava ou eu montava nela, não era possível fazer os dois. – Seu burro...

O tempo foi passando e eu não podia ficar ali, os demais alunos caminhavam de um lado para o outro fazendo suas atividades e se locomovendo para seus próximos locais de cumprimento de punições. Eu ainda estava ali, sem saber o que fazer e desesperado. A feia corujinha veio voando em minha direção com um pedaço de papel minúsculo, era impossível que aquilo já fosse a resposta da Hannah, encostou em meu ombro e deixou cair o papel sobre minhas mãos, a letra não era de Hannah, definitivamente não era sua resposta. “Ordene para que ela suba” – estava escrito. Olhei para o animal esquisito e fiquei abismado, me sentindo observado, todos continuavam se locomovendo calmamente e se alguém estava me ajudando com certeza era um amigo.


- Vamos lá... Suba! – a vassoura imediatamente começou a se erguer no ar e eu fiquei bem feliz pela ajuda que recebi. Dei uma tapinha na coruja rabugenta que estava no meu ombro e subi na vassoura cautelosamente. Dei um impulso bem devagar e um vôo de leve foi acontecendo. – OBRIGADO PELA AJUDA – Gritei quando já estava a uns 10 metros acima do chão. – Seja lá quem for... – Sussurrei. Eu queria saber quem tinha feito aquilo por mim, queria mesmo, mas agora não dava, não era hora de pensar besteiras. Forcei para frente e comecei a ganhar velocidade. Se você tem medo de altura e nunca voou de vassoura te dou três dicas básicas: não olhe para baixo, não feche os olhos e quando a tensão estiver te sufocando GRITE BEM ALTO. Só.

Alguns longos e cansativos dias se passaram.

Não precisei parar o voou nem por um segundo, não me cansei e não senti fome. O tempo que estive voando foi todo gasto em pensamentos sobre minha querida e amada namorada. Se ela não aparecesse logo teria que voltar e buscá-la em Anders. Uma tarefa um tanto quanto difícil, uma missão impossível. Salvador estava ali, na minha frente, avistei a baía de todos os santos, o forte são Marcelo, o elevador Lacerda. Tudo lindo... Lindo como o passeio que fiz com meu pai há muitos anos atrás, no tempo em que ele ainda lecionava poções na AML, e que saudade daquele tempo bom que não volta mais.

Na minha frente algum pássaro vinha voando em minha direção. Uma... Uma coruja... Uma coruja feia e rabugenta. – Não acredito! Como você já está aqui? É impossível. – Uma coruja idêntica? Não, não mesmo. Era aquela mesma criatura que me ajudou em Anders, sem dúvidas era a mesma. Ela pousou sobre o cabo de minha vassoura e parecia exausta. Eu não pude lhe negar apoio, não queria ela comigo, mas não podia deixá-la ali não é mesmo? Ela já me ajudara de certa forma antes. Peguei-a com cuidado e coloquei-a na mochila junto com o Gueno, os dois ficaram calmos ali dentro.

Algumas horas depois eu estava no local da reunião, em frente à casa que não podia ser vista para quem não sabia de sua existência. Um casebre, bem humilde, se comparado com as residências da família Collins. Desci da vassoura, coloquei minha mochila nas costas [pois estava pendurada no cabo da vassoura] e sai arrastando aquele instrumento voador até a casa da reunião. Entrei sem ao menos bater na porta, todo desajeitado e confuso. Ao entrar me deparei com um monte de pessoas me olhando incrédulas. Eu sei que não sou muito sociável, mas não recusaria o convite do vidente fajuto, mesmo sabendo que aquela reunião poderia ser um grande fracasso.

- Olá! – Disse em um tom simpático. – Alisson, eu não estou de passagem... Onde posse me alojar? Pode me dispor de um quarto só meu e da Hanny? – Joguei minha vassoura para que ele segurasse e fui dar um abraço em minha grande e velha amiga. Abracei-a com bastante força... – Que saudades de você Lily! Está tudo bem?
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Neck Riddle Slughorn

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Dom Nov 28, 2010 7:28 pm


Entre le bien et le mal, le bon choix. La réunion - partie 1!
Entre o bem e o mal, a escolha certa. A reunião - parte 1!


A mansão dos Dumbledore nunca foi o lugar que sonhei residir. Por fora, muito bonita, uma fachada lindíssima, um jardim bem cuidado. Por dentro, uma mobília impecável e uma pintura muito bem feita certamente pelos melhores decoradores trouxas do mundo. Por trás daquelas paredes uma rivalidade se encontrava escondida há séculos. Milênios, talvez. Os Dumbledore e os Riddle nunca se "cheiraram".

Não havia muito tempo para reparar e nada a reclamar. Foi uma bondade sem tamanho o fantasma de Alastor Wulfric permitir minha hospedagem na casa que por anos pertecera à sua família. Agora eu deveria descansar para começar a pensar em como encontrar e desvendar os mistérios ainda escondidos da minha família. Da minha origem.

Quando eu estava entrando na casa, percebi uma coruja velha e molhada à espera no hall de entrada. Uma carta amassada estava amarrada em uma de suas pernas. Estava endereçada a mim. Mas como descobriram meu paradeiro depois de tanto tempo "desaparecido"? Devem ter entrado em contato com Wulfric nas ruínas da AML. Mas isso não importava. Retirei a carta da maltratada coruja e comecei a ler. Os garranchos indicavam que a mesma tinha sido escrita apressadamente. Em meio a tantos rabiscos compreendi a mensagem escrita por Alisson Collins.



Citação :
Tempos difíceis se aproximam, as trevas estão retornando cada vez mais fortes, o perigo e iminente. Azkaban já não guarda bruxos das trevas e sim do bem, os dementadores voltaram, e um novo Lord assumiu o poder. O grupo dos sete não conseguiu restabelecer a paz e o equilíbrio, o grupo que há pouco tempo ajudou a sociedade já não existe. Foi desfeito, e uma ameaça maior paira sobre nos, Legilimencia foi destruída, nossa escola será a vida. Estou convocando a você que recebe esta coruja para participar da reunião de fundação dos Guardiões. Este e um grupo de jovens bruxos com um objetivo em comum, restabelecer a paz e acabar com as trevas. Aviso que será muito perigoso, e que seremos clandestinos, então não se inscrevam levianamente uma vez guardião não há como voltar atrás, a reunião será realizada dia 23/11 data off. O local será secreto e revelado somente aos que aceitarem a proposta. Alisson Lancaster.

Mas por quê meu maior rival iria me convidar para ajudar uma turma selecionada a acabar com o poder das trevas? Não havia muita explicação no compacto recado. Era uma chance para vingar a morte dos meus pais e a destruição da Academia de Magia Legilimência. Uma coisa era certa: o grupo dos sete não era mais de apenas sete, mas sim de oito pessoas.

A ave ainda aguardava quando resolvi rabiscar uma resposta. Apressado, coloquei apenas uma curta frase e enderecei de volta a Lancaster. Entreguei à coruja e me preparei para desaparatar ao local marcado.




O casarão não é tão bonito quanto a mansão dos Dumbledore, mas certamente era quente e aconchegante, tudo o que eu mais precisaria para passar alguns dias. Além de mim, sete outras pessoas deveriam estar lá. Bato na porta, até que alguém atende o chamado. "Vim assim que recebi sua coruja, Lancaster! Posso entrar?" Sem esperar a resposta entro na sala que já tem algumas outras pessoas. Passo o olho por todas até minha visão ser chamada pela figura de Lilian Humbermann.

Sua bela expressão estava cansada e empoeirada, mas estava linda como sempre. Seus cabelos louros estavam bagunçados, mas ainda balançavam quando ela mechia com a cabeça. Cumprimento-a com um tímido e quase imperceptível aceno de cabeça e sento-me do outro lado da sala. Os outros que alí se encontravam eram... Bem, isso não importa.

"O que aconteceu? Alastor Wulfric não conseguiu me explicar. Como conseguiram descobrir onde eu estava? Por quê vieram para cá? Afinal, por quê tanto mistério?" Meus questionamentos deixaram os outros visivelmente confusos.

Meus olhos não deixavam de pousar na suave face de Lily, que estava ficando corada (apesar da palidez provavelmente causada pelos últimos acontecimentos).
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Jupiter Silva

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Seg Nov 29, 2010 6:59 pm

Apesar de ter apreciado a estadia na casa dos LittleBrown, Júpiter não pode ficar por muito tempo li, vez que não tinha parentesco de sangue com eles e ninguém ali dentro era realmente candidato a pai adotivo.
Não que o rapaz tenha percebido ou parecido se importar, já que ele estava num mundo completamente autista. Será?

Não eram nem 6 da manha quando uma coruja buraqueira adentrou a janela do quarto. Nenhum dos pacientes pode ver o acontecia e talvez uma das câmeras de segurança tivesse pego o animal entrando, embora fosse impossível dizer. Ele parou em uma das camas onde um rapazinho estava sentado a algumas horas, lendo no escuro.

“Baixinha, dentuça e gorducha” – repetia ele para si mesmo várias vezes com uma revistinha nas mãos. Júpiter não era o exemplo de atenção mas fazia o possível para manter os olhos fixos na mesma página. Não sabia de onde tinha tirado aquela revistinha e nem o motivo de gostar dela, mas servia para fazer o tempo passar. A corujinha acabou chamando sua atenção.

-Oi passarinho... – Não dava para dizer se a voz saiu. E se foi estava tão baixa e fina que nem deu para ser ouvida. O rapaz pegou a coruja devagar e colocou-a sobre os lençóis. Estava quente o suficiente para não ser necessário cobertores. Ele fez um carinho na cabeça do animal e depois pegou o pequeno bilhete grudado nos pés dela. Ele leu-o devagar, apertando os olhos para a grafia mal feita:

Tempos difíceis se aproximam, as trevas estão retornando cada vez mais fortes, o perigo e iminente. Azkaban já não guarda bruxos das trevas e sim do bem, os dementadores voltaram, e um novo Lord assumiu o poder. O grupo dos sete não conseguiu restabelecer a paz e o equilíbrio, o grupo que há pouco tempo ajudou a sociedade já não existe. Foi desfeito, e uma ameaça maior paira sobre nos, Legilimencia foi destruída, nossa escola será a vida. Estou convocando a você que recebe esta coruja para participar da reunião de fundação dos Guardiões. Este e um grupo de jovens bruxos com um objetivo em comum, restabelecer a paz e acabar com as trevas. Aviso que será muito perigoso, e que seremos clandestinos, então não se inscrevam levianamente uma vez guardião não há como voltar atrás, a reunião será realizada dia 23/11. O local será secreto e revelado somente aos que aceitarem a proposta. Alisson Lancaster.


Júpiter leu e releu a carta. Ele não tinha idéia do que ela dizia, mas sentiu que deveria ir, afinal, o que ele tinha mesmo a perder?
Era apenas um pouco chato deixar aquele local, então o rapaz colocou a revistinha sobre a cama e vestiu as roupas. Maneira estranha de vesti-las a dele, colocou uma calca que de um lado arrastava no chão e do outro não tinha perna. Não, espere, a calca estava ao contrário.
Ali a frente estava uma camisa velha toda em xadrez e logo adiante uma bengala. Sobre a cadeira uma mochila com alguns pertences do garoto e uma varinha de madeira que ele não tinha idéia de onde tinha surgido. Talvez fosse um brinquedo. Júpiter pegou tudo e foi embora apoiado em uma bengala que estava ali próxima. O dia amanhecia e aos poucos ele chegava ao local combinado.


A residência a que Júpiter se encaminhou impressionava pela grandesa. O rapaz pensou seriamente em ter se confundido ou atrasado, vez que aquele canto do mundo parecia abandonado, mas mesmo assim resolveu entrar.

Mas talvez não tivesse sido boa idéia. Afinal, nada poderia prepara-lo para quem ele encontrou lá dentro.

HIAAAMM... – O suspiro e olhos arregalados de Júpiter, assim como seu braço apontaram diretamente para Richard, menino até então apagado da memória de Júpiter, mas com grande poder de voltar “sem mais e nem menos.”
Ele aproximou-se de Richard encarando-o de cima a baixo em todo seu físico, ainda um tanto espantado. Com medo? Talvez. Surpreso? Com certeza!

-Oi Júpiter... – Comecou o rapaz em tom educado, embora aquilo não fosse ajudar muito. Ele e o tio na verdade eram bem parecidos e vamos dizer que que Júpiter havia pego uma certa fobia dos Collins, o que não ajudava Richard em muita coisa.

- SAI CAPETA! – Richard pode até não saber o que aconteceu, mas acabou levando uma bengalada na cabeça com tanta forca que esta acabou se quebrando. O rapazinho estava quase doido, isto é, se já não estivesse, pelo menos era o que parecia já que moveu os lábios sem soltar uma única palavra e depois meteu uma bengala na cabeça do rapaz, voando para cima dele, derrubando-o com as costas no chão.

-Ultimas palavras Collins?! – Era preciso leitura labial para saber o que ele estava falando, já que Júpiter so mechia os lábios. Mas Richard parecia tão assustado quanto ele de estar no chão em baixo de um rapaz aparentemente mais fraco.
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Dez 01, 2010 9:41 pm

Alisson não estava tão preocupado, sabia que a reunião não seria um fiasco. Talvez não fosse um sucesso, mas certamente não seria um fracasso. A porta se abrira e a primeira convidada acabara de chegar, Angel. Alisson respondeu educadamente seu cumprimento e a indicou onde deveria se sentar. Não demorou muito e Matheus Collins seu primo, acabara de chegar. Não negava ser Brave, realmente era muito corajoso ou ingênuo. Alisson se animou com a chegada de Fred, não que ele fosse essencial. Mas porque ele viera de tão longe, assim como Angel.

O silencio reinava absoluto pela casa, todos estavam em um silencio digamos perturbador. Até o mesmo ser quebrado por Lilian que acabara de chegar, Alisson respondeu com um gesto e continuou em silencio, absorto em pensamentos. A próxima aparição fora a de Luna Farrel, que parecia estar preocupada. Sentou-se ao lado de Matheus, e mesmo estando longe Alisson sabia do que estavam falando. Achou melhor não se intrometer. Não agora, talvez mais tarde.

O silencio fora novamente quebrado, desta vez por Richard o mestiço Collins, Alisson com um incrível reflexo pegou a vassoura que o mesmo jogara. – Depois vejo isto, para você “primo”. O silencio fora novamente quebrado, desta vez por Richard o mestiço Collins, Alisson com um incrível reflexo pegou a vassoura que o mesmo jogara. Respondeu o vidente ao pedido do rapaz. Logo depois Neck, chegara causando espanto aos demais. Alisson sabia que ele retornaria, e mesmo não gostando muito do jovem, o convidou. Alisson respondeu ao mesmo que parecia confuso.--. – O castelo foi atacado por um bando de Dragões, um novo Lord se ergueu. Depois explico melhor, se esqueceu que sou Clarividente? Sabia exatamente para onde iria, onde estava e o que estava fazendo, não se preocupe não pretendo divulgar isto a ninguém.

A pouca Paz do garoto estava para terminar, Júpiter acabara de chegar, Alisson sabia que aquilo iria acontecer. Só o chamara, porque vira em seus sonhos. Talvez devesse ignorá-los, mas já que ele estava ali. A reação de Júpiter foi um tanto esquisita, atacar a Richard? Alisson pegou sua varinha e apontou para o garoto. --Incarcerous. O garoto estava imobilizado. --Mobilicorpus. Alisson o removera e o colocara em um dos cantos da Sala. – Acho que não foi uma boa idéia, te chamar. Quando se acalmar te solto.. Alisson voltara para seu sofá sem dar muita atenção a Júpiter. Alisson olha para os demais e diz:Ainda iremos receber mais visitas, então devemos esperar todos para o inicio da Reunião. Quero avisar que receberemos intrusos, não sei quem, ou como ficou sabendo, mas não se preocupem esta tudo sob controle.Alisson voltou a se sentar e começou a observar a sua bola de cristal.

Spoiler:
 
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Angel Scorpyan S.Borges

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 03, 2010 1:28 pm

Angel se sentou na cadeira que Alisson lhe indicou e mel acabará de sentar quando outro convidado chegou era Matheus o irmão mais novo de Sarah e Kevin, Angel nunca teve muito contato com Matheus na época que Angel frequentava sua casa o menino não tinha mais que 5 anos de idade, Angel não achou uma boa ideia garoto esta ali, Angel deu um olhar de censura a Alisson por ter convocado Matheus mais essa não viu, pois Fred acabara de chegar e tomou a atenção de Alisson.

Fred ignorou Alisson e foi se sentar perto de Angel perguntando lhe - Posso ficar aqui do seu lado, não posso? Angel que ainda olhava para Matheus virou o rosto delicadamente para olhar o garoto e sorriu para Fred ao responder - Bien entendu, n'hésitez pas – Angel sabia que Fred falava francês tão fluente quanto ela por isso respondeu no idioma que ambos estavam acostumados, mas apesar de esta conversando com Fred a atenção de Angel estava em Matheus, Angel tinha o pressentimento de que algo ruim estaria para acontecer e que Matheus não deveria esta ali.

Fred então deu continuidade à conversa usando um tom um pouco apreensivo e perguntou a Angel - Desde que tudo aconteceu nos não falamos mais, esta acontecendo alguma coisa? – Angel sorriu para o garoto e respondeu – Eu diria que aconteceu muita coisa por esse motivo estamos aqui não!? – muita coisa havia ocorrido e algumas não deveriam se mencionadas, mas o pior ainda estava por vim e Angel não podia falar nada,ela então novamente voltou sua atenção a Matheus.

Logo Lilian chegou essa parecia ainda traumatizada pelos fatos que ocorreram, Angel olhou rápido para menina e pensou “ Típico dos alunos da Joie” Angel não deu mais a garotas até que Luna chegou e foi falar Matheus, Angel ficou preocupada quando Luna disse em um sussurro a Matheus - O que ouve com seu irmão? Calma... Ele e Sophie foram conversar ontem à noite e não os vi mais... Sabe onde estão? - Angel por algum motivo sentiu como se o chão tive sumido sob os seus pés, um arrepio passou pela nuca de Angel ao ouvi aquilo, ela então pensou ”O Kevin saiu com a Shopie, aquilo não era bom Kevin sempre foi um garoto bonzinho demais isso o tornava idefeso e a professora Shopie não andava com seu juizo perfeito se é que algum dia ele teve isso, não Angel estava se preocupando atoa se tivesse acontecido algo com Kevin Matheus saberia ou Alisson que era vidente, ela estava sendo paranóica, Angel deveria prestar atenção em Matheus agora”.

Logo em seguida chegou Richard que parecia um fugitivo, e novamente veio aos pensamentos de Angel ”É só acoisa ficar feia que o os ratos corvades da Joie fogem correndo”, Angel não deu atenção ao garoto e logo em seguida chegou Neck um garoto que pertencia à mesma casa que Angel, ao ver Neck ali o olha de Angel para Alisson não foi mais de indignação, a menina olhou para ele como se questionasse a sanidado de Alisson e pensou "Como ele pode chamar ele, será que ele a visão dele do futuro embaçou a visão dele do presente, ou ele esta louco, Neck é uma vibora rastejante e que não pensaria duas vezes antes de matar qualquer um aqui” Angel agora entendia o mal presentimento que tivera antes tudo esta ligado por esses acontecimentos, mas apesar de tudo Angel decidiu continuar a observar para ver no que aquilo ia dar.

Tudo parecia esta destinando aquela reunião a catastrófe, o proximo convidado era Júpiter e esse parecia ter um certo antagonismo para com Richard que o comprimentou educadamente, mas Júpiter sem explicação atacou a Richard a bengaladas,Richard parecia surpreso de mais para e defender e para separar a briga Alissons enfeitiçou Júpiter e logo em seguida disse aos presentes - Ainda iremos receber mais visitas, então devemos esperar todos para o inicio da Reunião. Quero avisar que receberemos intrusos, não sei quem, ou como ficou sabendo, mas não se preocupem esta tudo sob controle. – Angel não tinha duvidas que aquela reunião não acabaria bem e tinha uma boa ideia de quem seriam os visitantes inoportunos, mas o fato de Alisson agir daquele modo a irritou, Angel então foi até Alisson e lhe disse – Graças a você com toda a certeza teremos mais que uma visita inoportuna, você deveria se lembrar de que é menor de idade e não pode fazer magia fora da escola sem chamar a atenção do ministerio – Angel sabia que naquele momento Alisson não podia ver nada na bola de Cristal, pois a presença de tantos mestiços lhe impedia de ver o futuro, Angel então foi ficar do lado de Matheus, pois o garoto era tão ingenuo quanto seu irmão Kevin e acabaria morto quando aquilo começasse, e então perguntou a Alisson – Agora o que nós faremos,por que além dos nossos visitantes indesejaveis nós também teremos visitantes do ministerio da magia querendo saber o motivo por um menor de idade usar magia em um caso no qual sua vida não corria perigo e o por que de tantos bruxos menores de idades reunidos aqui? – Angel encarou seriamente Alisson esperando que esse respondesse.
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Lilian M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 03, 2010 4:53 pm



Narração ; Falas ; Pensamentos

Tudo estava tão quieto, Alisson mal falara comigo assim que eu cheguei, resolvi me afastar, e sentar em um canto, esperando alguns outros convidados por ele chegar, não tinha certeza de quantas pessoas, ou quais ele havia chamado, mas tinha certeza de uma coisa, não eram poucos, e sim vários. Alisson estava concentrado, não parecia estar prestando muita atenção no que de fato estava acontecendo na sala, ou em quem estava chegando. Tentei não parecer mais preocupada do que já parecia, mordia o lábio inferior, tentando parecer calma, ou quem sabe tentando me controlar por alguma coisa, não sabia o que fazer agora. Já tinha chegado, e agora? Não tinha idéias para dar, não tinha pensamentos que fossem servir para alguma coisa, e muito menos alguma informação que ajudasse, estava começando a ficar aflita. Ainda mais por que ninguém nem ao menos abria a boca para falar alguma coisa, apenas permaneciam com aquela expressão preocupada no rosto, acho que com o mesmo sentimento que eu... Duvida, preocupação, tensão, outros de preocupação nenhuma, não conseguia entender como algumas pessoas podiam ser tão frias. Bom, isso não tem muito a ver comigo, cada um sabe da sua vida, ou o que faz da mesma.

As pessoas que iam chegando, eu reconhecia da academia, cada um deles. Alguns meus amigos, outros conhecidos. Quando dei por mim, vi o irmão mais novo de Sarah... Sarah, por falar nela, nunca mais tinha a visto e tínhamos perdido o contato depois do nosso ultimo encontro, no dia que o seu pai destruiu a escola. Eu tinha um mal precentimento em relação a sarinha. Ela sempre foi muito parecida com o seu pai, e eu tenho quase certeza que o seu sonho é ser a lady das trevas e continuar o que o Diretor Philip começou. Ficava apreensiva, não queria que Sarah tomasse o caminho do mal de jeito nenhum, me preocupava com ela, assim como com todos que estão ali, não sei muito bem o que fazer, apenas sei que não posso deixar tudo assim, como está, aos poucos o mundo bruxo ir caindo novamente nas mãos dos bruxos das trevas, isso seria o fim literalmente de tudo, não vou ser uma subordinada de lord ou ... lady algum, ma so meu maior medo é que essa lady algum dia fosse a minha amiga Sarah, uma das escolhidas para salvar o mundo, e que deveria estar aqui hoje, nessa reunião, assim como todos os outros, e pelo visto ela não viria, claro, isso é o obvio, nunca deixaria o lado de seu pai, mas eu esqueci de dizer uma coisa para ela, Lord das trevas não tem sentimentos, amigos ou parentes, tem comensais, comparsas e assassinos.

Eu tinha duas alternativas, ou Matheus é suicida, por que o seu pai nunca hesitaria em matar um de seus filhos, menos Sarah, é clarro, já que é a sua princesinha, a princesinha das trevas. Ou ele estaria espionando? Sinceramente não queria acreditar nesta opção, mas era uma delas, não sei por que cargas d’água alisson o convidou, espero que ele tenha visto na sua bolinha de cristal que o rapaz nos ajudaria em alguma coisa. Mas não sei por que, eu não via maldade nos olhos de Matheus, ele parecia querer realmente ajudar em alguma coisa, bom, espero que nada aconteça com ele. De repente vi adentrando a porta, o Richard! Meu grande amigo, o qual eu morria de saudades, dês que virou um vampiro e foi estudar na frança. O cumprimentei com um sorriso largo no rosto, o olhando com saudades no olhar, sentia falta de quando estudávamos juntos. Estava me recordando dos tempos que a academia era um bom lugar, e seguro, mas os meus pensamentos param, assim que vejo um rapaz adentrando a sala, que prendeu a minha atenção, era Neck Riddle, um aluno da Obskurí, que era um outro amigo meu, mas com ele eu digamos, fico meio encabulada de conversar, e não posso negar que fiquei feliz em vê-lo ali.

Neck questionou Alisson, que nem sequer responde totalmente a pergunta do menino, ou enfim. Olho para o rosto de todos novamente, agora me sentia mais aliviada ou cansada, mas enfim. Vi júpiter se aproximando, bom, o problema nem foi ver Júpiter se aproximando, e sim ver Alisson o imobilizando, a não posso dizer que eu não tive vontade de rir, mas tadinho dele, já havia brigado com júpiter na praça da escola, algo rotineiro, ele brigar, está sempre se metendo em confusões. Sorri e disse – Vai deixar ele assim, Ali? Alisson, logo diz, que quando ele acalma-se os nervos o soltaria, sabia que ele não iria matar o menino, Alisson não era tão mal a esse ponto, bom, ele nem mal era. Pelo menos estava sempre tentando salvar o mundo, com o seu dom de ver o futuro, e eu digo mais, eu não gosto disso, do jeito que sou desastrada, imagina eu prevendo cada vez que fosse cair? Trágico, não? Sim muito trágico, eu tenho medo do que pode acontecer comigo mesma, quando eu me distraio, para falar a verdade nem sei como consegui chegar aqui de vassoura, pelo menos isso eu acho que herdei do meu pai, não sou tão desastrada voando... bom, se fosse estaria mortinha agora.

Ouvindo o que Alisson disse, revirou os olhos pensativa. Quem poderiam ser os nosso visitantes indesejáveis? Poderia ser de tudo um pouco, ou qualquer pessoa, mas enfim, parei de pensar nisso quando ouço a voz arrogante de Angel, falando com Alisson, dei um sorriso e quando ela terminou de falar, disse num tom de voz alto, olhando para o chão – Bom, o ministério da magia do Brasil não vai se importar com um simples caso de magia fora da escola, quando temos mortes e um lord das trevas solto por ai, não acha? Além do mais, tenho certeza de que tem muitos comensais ou pessoas relacionadas ao lord, infiltradas no ministério, acho que todos realmente tem mais o que fazer, do que se deslocar do ministério, para Salvador, para saber o que está acontecendo, com um alunos que usou a varinha, e quem disse que a nossa vida não está em perigo? Se você acha que não está, desculpa querida, mas está no lugar errado, se acha que não corre perigo, volte para casa e fique debaixo da saia de sua mãe, por que aqui tenho certeza que todos sabem do perigo que correm. Quando terminei de falar, voltei o meu olhar para Angel, e disse – E não sei se você sabe, são 7 escolhidos para salvar o mundo da magia, desses sete são 5 alunos, menores de idade um elfo e um comensal. Se isso aconteceu, com certeza bruxos menores de idade, podem sim ajudar em muita coisa, e como somos subestimados, isso nos ajuda.

Finalmente fiquei quieta, ela não estava dando importância para uma situação séria. Isso de fato me irritava. Olhei sem querer para Neck percebi que ele me olhava, senti a minha face corar levemente, como sempre fazia quando o meu olhar encontrava o dele. Ele encontrava-se no outro lado da sala, queria ficar um pouco afastada de todos, então levantei e sentei ao lado dele, um pouco tímida, murmurei – posso sentar? Idiota essa pergunta não? Eu já estava sentada! Ele assentiu com a cabeça, e ficou levemente incomodado com a minha presença, queria saber por que sempre que eu me aproximava ele ficava assim. Cruzei as pernas, mordendo o lábio, e fiquei olhando para o chão, queria que aquela reunião começasse logo, quanto mais cedo começar, mais cedo termina, e mais cedo vamos saber o que fazer, fiquei totalmente distraída, tentando não prestar atenção em Neck que estava no meu lado, o que era muito difícil, revirei os olhos e olhei para ele, e sorri timidamente.

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Angel Scorpyan S.Borges

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 03, 2010 10:31 pm

Angel que aguardava a resposta de Alisson ficou surpresa quando quem respondeu foi Lilian que parecia extremamente ofendida com o que Angel estava constatando, Angel abriu um sorriso malicioso para Lilian e esperou que a garota se sentasse e disse – Já acabou cérebro de ameba!?Então deixa eu te explicar como as cosas funcionam no mundo real, o ministério da magia não se importaria com um caso de magia feita por adolescente se o adolescente em questão não fosse o sobrinho do tão temido Lord das trevas, e como você mesma disse a comensais infiltrados no ministério da magia e assim que eles ouvirem que o sobrinho do Lord das trevas usou magia sem permissão e estava com um grande grupo de bruxos adolescentes em uma reuniãozinha secreta que agora já não é mais tão secreta, o que você acha que eles vão fazer? É obvio que vão correndo conta para o chefe deles, e é obvio que o Lord das Trevas vai deduzir o que esta acontecendo, e conhecendo bem o sobrinho ele vai ter certeza que Alisson esta novamente se opondo a ele, e com certeza eu sei que estamos em perigo, acredite em mim eu sei disso melhor que qualquer um aqui, e eu sei me cuidar sozinha não sou do tipo que se esconde embaixo da saia da mamãe, afinal não sou eu que esta pálida como gelo e tremendo igual a vara verde só por um simples ataque de Dragões, e quanto aos escolhidos se eles tivessem grande serventia o mundo da magia não estaria esse caos e o pobre elfo ainda estaria vivo, e eu nunca disse que um bruxo menor de idade não podia ajudar ou se defender sozinho – Angel disse tudo isso a Lilian em um tom calmo mas com um sorriso malicioso no rosto que logo se tornou diabólico, então passou as mãos nos longos cabelos e deles tirou uma pequena bola de fogos de chamas azuladas as quais eram cabazes de transformar um vampiro em cinzas em poucos segundos, ela então disse a Lilian – Você que eu te mostre como eu não preciso da minha mãe para me defender e como uma bruxa menor de idade pode ser ainda mais perigosa que um comensal da morte ? – Angel encarava Lilian que agora já não parecia tão confiante como antes, ela não era a única muitos se surpreenderam não só pela fato de Angel esta segurando em sua mão direita chamas azuis mais também por tudo o que ela havia dito, alguns ali presentes na reunião ainda não tinham se dado conta de a verdade guerra ainda estava por vir e logo aquilo seria um campo de batalha e o fato de Angel ter uma aparência delicada, mas mostrar o quanto e poderosa também os surpreendeu, mas até as rosas tem espinhos não!?
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Lilian M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Dez 04, 2010 1:15 pm



Narração ; Falas ; Pensamentos

Antes que Neck pudesse falar alguma coisa, ou ouvia a voz de Angel agora com certeza recrutando o que eu havia dito para ela. Como eu mesma havia feito, ela disse num tom calmo, fiquei a olhando diretamente ouvindo cada palavra que dizia, dei um sorriso a olhando, e cruzei as pernas, a minha calma já estava indo a muito tempo, a aquela menina estava começando a me irritar, o motivo eu não tenho idéia, mas simplesmente arrumei os cabelos os jogando para trás, ouvindo o tom de ameaça no fim da fala da moça e logo depois a vi tirando uma bola de fogo as mãos, logo lembrei e Luna, eu deveria ter algum problema com as meio veelas, mas enfim. Continuei sentada, não poso dizer que as chamas azuis na mão de Angel, não me deixaram um pouco assustada, mas com os últimos acontecimentos, não era isso que iria me imprecionar

Olhei nos olhos da bruxa a minha frente, com aquele sorriso malicioso nos lábios e a auto-confiança que a deixava com uma certa arrogância e por fim disse – Bom , Angel se quer fazer o seu show de aparições e me queimar, ou destruir a casa, avontade, não tenho objeções contra isso, só acho que não deverias fazer isso agora. Disse ainda do meu lugar, mas por precaução, afastai-me um pouco de Neck, caso ela queria a atingir e a bola de fogo não pegar no rapaz. Coloca a mão sobre a varinha, lembrando de por que tinha sido uma das escolhidas na época, uma das sete, e não poderia acabar deixando esse grupo instável, e desviar a atenção do que viemos realmente fazer aqui.

A minha intriga com Angel, nem sequer se comparava com o que estava acontecendo por ai, não iria continuar com isso, preferi parar a discussão por mim mesma, por mais que saísse dali como se estivesse fugindo da briga. Olhei para ela e disse num tom ainda calmo, poderem agora falando sério – Angel, vamos parar com isso, e eu não quero outra inimiga, vamos prestar atenção nessa reunião e depois se quiser me frita ok? Disse piscando com um sorriso no rosto, agora olhando para o chão, por alguns segundos, e depois para Neck, tinha até me esquecido novamente que ele estava ali do meu lado, olhando para mim e Angel como se fossemos nos matar a qualquer momento, achei um exagero, mas enfim, preferi continuar parada.

Desviei o meu olhar até o de Alisson,olhando para a bola de cristal e disse – Alisson, conseguiu ver mais alguma coisa? Agora depois da discussão, lembrei o que Alisson havia dito, sobre um intruso aparecer, queria saber quem seria, ou por que viria é claro. Bom, se não é um convidado de Alisson, com certeza alguma coruja havia sido interceptada, só restava saber de quem, e quem será o nosso convidado surpresa. Não queria mais um problema, por que tudo tinha que começar a ser tão difícil? Lembrei do meu irmão que a essa hora deveria estar em casa querendo saber para onde eu tinha ido, ainda bem que ele não recebeu a coruja, senão já estaria se metendo em confusões a essa hora, do jeito que é estressadinho. Fiquei olhando para Alisson agora, esperando alguma resposta e que ele começasse a falar.







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Matheus Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Dez 04, 2010 3:01 pm

Aos poucos os outros alunos iam chegando, parecia que Alisson havia chamado muitos alunos, Fred chegou logo depois de mim, nunca falei com ele antes, não entendi porque Alisson o chamará, e logo chegou a Lilian, amiga de Sarah, e que eu nunca havia conversado muito, e depois de alguns minutos chegou a Luna Farrel, que logo depois que me viu, veio se aproximando de mim, e sentou-se do meu lado, fazendo uma pergunta: - O que ouve com seu irmão? Calma... Ele e Sophie foram conversar ontem à noite e não os vi mais... Sabe onde estão? - Kevin? Por quê ela estaria perguntando do Kevin, bom, sempre achei que eles tivessem namorado e terminado, mas por quê ela não me perguntara antes? Então respondi:

- Não sei, não vejo Kevin já faz um tempo, já estou achando que alguma coisa de ruim aconteceu com ele - Kevin simplesmente desaparecera de minha mente, não o via a muito tempo, mas logo depois os outros alunos chegaram na reunião, primeiro Richard, meu primo, e um dos meus amigos, quando chegou, o comprimentei com um aceno, depois chegou Neck, um ex-colega meu, e depois Júpiter, que logo que viu Richard, o começou a atacar com sua bengala. Eu, sem hesitar, levantara minha varinha em direção dele, mas logo depois vi que Alisson já o imobilizara, e guardei minha varinha em um dos meus bolsos, e fiquei sentado ali, apenas esperando a reunião começar, e sentindo que alguém ali estava me observando.
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Angel Scorpyan S.Borges

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Dez 04, 2010 6:07 pm

Angel viu e ouviu a coragem de Lilian se esvairá no ar como fumaça, isso deixou Angel um pouco decepcionada afinal Lilian já estava até segurando a varinha, seria divertido ver a garota queimando com as chamas azuis em quanto tentava apagá-las usando a varinha, Lilian parecia completamente ignorante ao fato de que as chamas azuis assim como o fogo perpetuo não podem ser detidas, mas diferente do fogo perpetuo as chamas azuis só queimavam o alvo em que eram lançadas, então não tinha perigo de ocorre um incêndio acidental, se ouve um incêndio causado por Angel seria proposital.

As chamas de Angel tanto as azuis, as negras e as chamas do inferno, ais quais só Angel era capaz de lançar e dominar a tornavam não só perigosa, mas também um objeto muito desejado ao Lord, ele ansiava para ter Angel ao seu lado para poder usar o seu poder, como Lilian deixou a briga de lado Angel decidiu esquecer também, ela apagou as chamas as qual tinha em sua mão depois de ouvir Lilian e disse – Não se preocupe eu não pretendia desperdiçar o meu tempo e minha energia te transformando em carvão, o problema é que eu adoro testa as pessoas, sinto muito se fui mal educada, minhas mais sinceras desculpas – Angel então encarou Neck que olha de Lilian para Angel com um olhar assassino mais também cheio de cobiça, pelo menos foi isso que pareceu a Angel que lhe deu um sorriso travesso e continuou a dizer – Eu realmente tenho um mal gênio, peço desculpas a todos.

Fred que estava ao lado de Angel segurou delicadamente os ombros de Angel e disse – Você não devia fazer esse tipo de brincadeira afinal, todos ainda estamos em alerta. – Angel sorriu para Fred e disse - Eu realmente lamento minha atitude, mas isso serviu para deixar todos preparados para o que nos aguarda.
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Sarah Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Dom Dez 05, 2010 10:18 pm


"The Meeting"
…A Reunião…
Depois de encontrar Theodoro na praia e o atualizar dos fatos, nos dirigimos á tal reuniãozinha. Meu primo aceitou o convite para me acompanhar na mesma hora, pois assim como eu, também achou que seria no mínimo divertido. Geoconda que ainda não desgrudara de minhas pernas com medo de Theodoro, nos foi mais uma vez de grande serventia como meio de locomoção, nos levando direto á Salvador. Aparatamos numa avenida próxima da casa e após eu dispensar a elfa doméstica, prosseguimos até o casarão abandonado que não ficava longe.

Não andamos muito, logo viramos a esquina de uma ruazinha pouco movimentada á luz da manhã, e avistamos o enorme casa abandonada, adornada por janelões de vidro. Passei pelo portão e segui á entrada da frente seguida por Theodoro, subi os pequenos degraus e lançando um último olhar ao garoto loiro parado atrás de mim, abri a porta entrando sem bater, afinal, era convidada. Assim que pisei os pés no solado da sala, todos os olhares se voltaram para mim, alguns surpresos, outros chocados, mas nenhum realmente feliz em me ver ali. Mas fazer o que não é mesmo? Talvez eu não despertasse confiança nos meus “colegas” de escola e no caso de Rick...parentes.

Olhei para o rosto de cada pessoa do grupo, cada um sentado em locais diferentes, demorando um pouco mais em Angel, estava realmente surpresa que estivesse ali. Se havia alguém que um dia eu pudesse chamar de amiga, era ela, a única pessoa que conseguia me entender. Só que mais tarde teríamos que ter uma conversinha, não gostei nada da presença dela ali, e era só o que me faltava Angel virar boazinha e tornar-se uma guardiã. Desviei o olhar dela e prossegui olhando para os outros, como deduzi Lily e Luna estavam presentes e as comprimentei com um aceno de cabeça discreto.

Parei olhando chocada para Matheus, meu irmão caçula sentado ao lado de Luna, mas que droga, o que o pirralho estava fazendo ali? Será que Alisson estava tão desesperado por ajuda, pra chegar aquele ponto? Aquilo não era nada bom“Ótimo! Mais um irmão morto, pelo jeito, logo vou ser filha única”. O clima no local não era dos melhores, parecia tenso, será que estavam discutindo pouco antes da minha chegada? Sorri sarcasticamente com as “boas vindas” tão calorosa do grupo, e ainda parada perto da porta falei olhando para todos na sala – Olha só quem temos aqui, e prontos para combater as Trevas, os “Guerreiros da Luz”! – fiz um sinal de aspas com as mãos frisando o título, e ri debochadamente.

Os olhares lançados contra mim não eram dos mais amigáveis, mas aquilo na me incomodava nem um pouco, já estava acostumada. Parei de ri, e voltei a olhar para Alisson, soltando um suspiro – Que festinha mais desanimada primo, ainda bem que cheguei pra animar não? Isso aqui tá parecendo um velório, e adivinha só, eu trouxe companhia. Espero que não se importe, afinal de certa forma ele também é da família, e você sabe que os Collins e Lestranges são totalmente “confiáveis” não sabe? – disse enfatizando a palavra num tom irônico - Não é mesmo Theodoro? – lancei um sorriso para Theodoro que já se encontrava parado ao meu lado. O garoto retribuiu o sorriso olhando para Alisson e o restante com desprezo, ele realmente se parecia muito comigo na personalidade, chegava até a assustar.


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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Seg Dez 06, 2010 5:15 pm

~ Com a Lilian não se brinca em minha frente!!



Mal havia acabado de abraçar minha querida amiga Lilian [que ha muito não via] quando o Júpiter adentrou na casa e me atacou a fortes bengaladas. Aquilo não me causou nenhuma dor, por minha pele e corpo serem bem mais resistentes que a de um humano normal, característica positiva do vampirismo. Alisson defendeu-me enfeitiçando Júpiter com cordas que o segurariam até que se acalmasse, eu sabia que o Lancaster não tinha feito aquilo por mim, fez apenas para manter a ordem em sua reunião, o que eu sentia por ele não iria mudar por um ato tão simples quanto este... Não mesmo.

Ao me colocar de pé pude ver meu primo Matheus Collins guardando sua varinha, ele certamente estava pronto para me defender também, dei-lhe um belo sorriso por gratidão a tal ato, fiquei realmente surpreso por ele ter feito aquilo, já que o Tio Phil não sabia educar seus filhos... Pelo menos um nasceu nobre o suficiente, tão nobre e corajoso que pertencia a casa Brave. Tirei minha mochila das costas e dei uma rápida olhada em Gueno e na coruja feia que estava ali dentro, ambos estavam bem, apenas assustados com o tombo que levamos, como eu cai de lado graças a Merlin não os machuquei.

Confusões e mais confusões começaram a acontecer no hall de entrada da casa, eu sabia que a reunião iria ser um fiasco, já que ali estavam pessoas de todos os tipos e com vários comportamentos diferentes. Me perdi em pensamentos... Hanny ainda não havia chegado, será que iria?! Que havia recebido minha cartinha?! Spekos também não dera as caras na reunião... Alisson havia usado um feitiço fora da escola, o Ministério da Magia iria aparecer ali? Mesmo o local sendo totalmente sigiloso? Eu temi que eles chegassem e não conseguíssemos escapar impunes, já que o que estávamos fazendo era totalmente contra as leis ministeriais brasileiras e as regras ditatoriais do Tio Phil.

Ao voltar meus pensamentos ao lugar em que estava vi uma garota qualquer de Obskurní ameaçando a Lilian... E minha querida amiga querendo evitar mais confusões estava saindo educadamente das provocações daquele ser terrível. Eu fui caminhando até lá e pude vê-la abaixando as chamas azuis que estavam em sua mão, certamente era uma meio-veela, disse algumas ultimas provocações a Lilian e se desculpou... Quem estava ao lado dela era o garoto também de Obskurní que acabara de ser descoberto como lobisomem: Fred Gaunt Peverell.

Se a meio-veela era de Anders eu não sabia, se fosse nossos caminhos nunca haviam se cruzado pelo Instituto, mas que aquelas provocações a Lilian ela teria que engolir era um fato. Iria mostrar com quem ela estava lidando. Coloquei-me em frente de Lily [que estava sentada um pouco afastada de todos, mas precisamente um pouco perto de um garoto moreno que eu não conheço] e comecei a falar com a garota meio-veela: – Quem você pensa que é para chegar aqui e querer incinerar qualquer um que se imponha a sua opinião?! Sabe o que é uma reunião e o motivo para que elas existam? – Comecei debochadamente e chamando a atenção de todos.

Não pude falar mais, nem sequer ser respondido. A porta se abriu e minha “indesejável” prima Sarah Windsor Collins adentrou roubando toda a atenção que era dada a mim. Junto com ela estava um garoto loiro que logo em seguida reconheci como o Lestrange que também é sobrinho do Tio Phil, um primo qualquer da Sarinhah, que é tão mal quanto ela e que eu evito por tudo neste mundo dirigir a palavra. – Sarah... – O sussurro foi tão baixo que ninguém o escutou. Estava surpreso por vê-la, surpreso por saber que ela estava bem.

O intruso que Alisson viu em sua bola de cristal certamente era o Lestrange. Corri até minha prima e a abracei com força, deixando-a totalmente constrangida. – Você está viva... Está bem... Que legal... – Ela repeliu meu abraço expulsando-me de perto dela, eu apenas fitei seus olhos e sorri, não conseguia ficar magoado e nem ser falso com minha prima. Apenas estava feliz e não podia esconder aquilo.

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Fred Gaunt Peverel

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Dez 08, 2010 5:58 pm

A sala estava começando a ficar lotada, a garota desastrada que Fred reconheceu ser Joiena, logo depois uma garota da Brave, e Richard o vampiro. E para a grande surpresa do lobo, Neck também estava ali, ele que tinha sumido. Não era exatamente seu amigo, mas não também não era um inimigo. Falando em colega, acabara de chegar um dos mais ridículos de toda a academia, o tal, ah como mesmo o nome? Fred não costuma perder seu tempo com coisas como aquele garoto, logo não sabe sequer seu nome. A destruição do castelo não deve ter feito muito bem ao menino, pois o mesmo agia como um louco. Alisson logo o imobilizou, o que só fez aumentar a confusão.

Angel não gostou nenhum pouco da atitude do garoto, afinal ele era menor de idade e ainda tinha o rastreador. Fred não era um fã do Lancaster, mas ele não era tão burro, ou no mínimo parecia não ser. Antes que o vidente se manifestasse a desastrada citada acima assumiu suas dores e isto não deixou Angel Satisfeita. Fred sabia que ela não era um poço de bondade, mas nunca pensou que fosse tão explosiva. Por sorte a garota da Joie era sensata e deu um jeito nos ânimos da garota, aquela doçura da garota enjoava Fred.

As surpresas não acabaram por ali, Sarah a filha do Lestrange acabara de Chegar ao local, Demonstrando uma falsa superioridade, coitada não sabia no que estava se metendo. Surpresa maior foi notar que Theodoro também estava ali, qual o motivo da visita dos dois? Alisson parecia não ser tão bom. Ou talvez sua bola de Cristal estava Rachada? Angel voltara a se sentar ao seu lado, a única reação do garoto foi segurar as mãos da mesma– Lancaster, você vai ou não nos dizer por que nos chamou aqui?Fred não era do tipo paciente, e não sabia o motivo que o prendia naquele lugar.
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Theodoro Ursula Lestrange

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 09, 2010 8:01 pm

'O intruso...'

A aparatação nos deixou bem próximos ao local onde a reunião iria acontecer, já não existia mais areia nem água salgada ao nosso redor, estávamos bem longe da praia de boa viagem [Recife], estávamos agora em Salvador. Sarah Windsor Collins dispensou sua elfa domestica tola, e juntos fomos caminhando até a humilde casa onde os outros já deveriam estar elaborando seus planos mirabolantes [um pequeno casebre; comparado a minhas inúmeras mansões]. Adentramos no lugar e todos ficaram nos observando bem atentos, assustados.

Sarah se pronunciou em meio a um enorme silencio: - Que festinha mais desanimada primo, ainda bem que cheguei pra animar não? Isso aqui tá parecendo um velório, e adivinha só, eu trouxe companhia. Espero que não se importe, afinal de certa forma ele também é da família, e você sabe que os Collins e Lestranges são totalmente “confiáveis” não sabe? Não é mesmo Theodoro? – Todos agora me fitavam, o belo intruso era nada mais nada menos que um Lestrange. Eles já sabiam que eu iria chegar... Ou pelo menos que um intruso iria chegar. Pois quando Richard Pelegrini Collins [um dos meus “primos”; o qual não falo] abraçou minha querida Sarinhah ele me olhou e me soltou com ar de deboche: - Pensei que o intruso teria no mínimo classe. – Eu o ignorei como de costume.

Olhei todos rapidamente e respondi a pergunta que minha prima Sarah deixou no ar. – Sim Sarah. Somos todos bastante confiáveis e amigáveis não é mesmo?! – Segurei em seu braço querendo passar confiança, mostrar que estava ali para o que desse e viesse. – Se eu não me engano... Eu não recebi uma coruja avisando-me sobre este evento... Algum motivo especifico Lancaster? – Fixei meu belo e penetrante olhar no idiota do vidente fajuto e esperei excitado por uma resposta que fosse boa o suficiente para que eu deixasse que ele continuasse a viver, caso contrário iria se entender comigo.

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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 09, 2010 8:29 pm

Alisson voltara a sua atenção a sua bola de cristal, uma imagem estava começando a ser formada quando Angel o chamou. A garota estava preocupada, talvez estivesse com medo. Angel sabia muito se ocultar debaixo de sua mascara. Antes que pudesse responder a pergunta que ela fizera, Lilian respondeu-a por Alisson. Uma pequena confusão começava a se formar e a reação de Alisson foi simplesmente observar as garotas. Angel acabara se descontrolando, e estava prestes a usar seus poderes, que ao contrario do que pensava não tinha controle. Lilian sempre fora sensata e bondosa e acabou com a confusão, bem ela poderia ser diplomata.

Alisson levantou-se e olhou seriamente para a mestiça que estava em sua frente. – Posso falar, ou quer continuar brincando de cospe fogo? A situação requer disciplina, vocês querem agir feito crianças que acabaram de descobrir seus poderes?Alisson pegou sua varinha e desfez o feitiço que havia lançado anteriormente em Júpiter, Porem para prevenir que ele não atacaria a mais ninguém conjurou um escudo ao seu redor impedindo que ele se retirasse daquele lugar. – Ah, quase ia me esquecendo meu rastreador caducou, eu posso usar magia como se fosse um Adulto, fiquem tranqüilos o ministério não aparecerá aqui. Bom, só se for do departamento de controle das criaturas mágicas, senhorita Angel. . No momento em que terminara de falar a porta se abrira e sua prima Sarah havia chegado, estava como sempre. Trouxe com ela Theodoro outro Lestrange, só que tão baixo nível que o garoto não se importava em qual lado ele estava.

Alisson fez um gesto para que seus primos sentassem. –Nada, só achei que terei coisas mais importantes para fazer, alem do mais como mesmo disse não e nada confiável. Alisson voltara a sua atenção a Fred que lhe fizera uma pergunta.– Claro, creio que não chegara mais ninguém, quem não este presente e porque não achou importante o motivo de nossa Reunião. Alisson observa cada rosto, cada espécime presente. Naquela sala havia de tudo um pouco, um esquadrão quase que perfeito. Com restrições, e alguns eram do outro lado da força. -- gostaria de acrescentar que o intruso que vi e alguém perigoso, alguém forte e não o pateta do meu primo. Acreditem-me já sabia que ele viria, ao contrario do que pensam sou um ótimo Vidente.. Alisson estava começando a ficar preocupado, quem seria o verdadeiro Intruso, o que aconteceria.. -- deixemos de papo e comecemos logo a nossa Reunião. Alisson estava falando quando sentiu uma força misteriosa e fria surgindo, era assustador. De repende tudo ficou escuro e a única reação do vidente foi um grito de Aviso.-- Cuidado nosso verdadeiro intruso acabou de Chegar.
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Epílogo

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sab Dez 11, 2010 7:22 pm

O confronto, part 1

Luz X Trevas


O casarão estava repleto de jovens de todas as idades, personalidades e habilidades mágicas imagináveis. Apesar de algumas discusões sem sentido e um convidado inesperado por alguns, tudo aparentava estar maravilhosamente bem. APARENTAVA, pois o pior ainda estava por vir, e viria em muito breve.

O anfitrião Alisson Lancaster, havia avisado a todos que um intruso chegaria, pois havia previsto tal fato em sua bola de cristal. Porém o Lestrange não era o intruso que o garoto Lancaster mencionava em sua previsão, era algo muito maior, bem mais forte que todos que estavam ali, coisa realmente das trevas.

Os mestiços de criaturas mágicas começaram a sentir a presença do ser que adentraria o ambiente, um alvoroço ainda maior começou a tomar conta do local, as paredes escureceram, o sol que estava lá fora já não iluminava mais nada. A escuridão tomou conta de tudo e com ela o espírito de trevas apareceu na frente de todos.

Dark, a primeira sequela vampirica na sociedade bruxa e trouxa, um demônio que há muito não era visto. Ela estava ali controlando todo o clima quente e deixando-o gélido como uma brisa. Todos a fitavam incrédulos. Sarah, Theodoro, Angel e Neck estavam deslumbrados com o que viam, os outros [bonzinhos demais] apenas assustados.

Do outro lado da casa uma esfera de luz surgiu dando origem a um ser belo, luminoso e angelical. Light estava ali para controlar a situação, para confrontar de frente com Dark se preciso. Às vezes os pacifistas precisam entrar em combate para que a paz exista. E o que iria acontecer naquele casarão, naquele dia, certamente ficaria marcado eternamente na história da magia.



Citação :
ATENÇÃO, nesta parte da trama:

Alunos não podem: aparatar, explodir paredes, usar maldições imperdoáveis, matar qualquer outro person da reunião [mesmo que este também seja seu], voar, fugir ou fazer nada de mirabolante.

As portas estão automaticamente trancadas com magia das trevas.
Ninguém entra e ninguém sai, até que liberemos.


Última edição por Epílogo em Dom Dez 19, 2010 7:41 pm, editado 1 vez(es)
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Lilian M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Ter Dez 14, 2010 6:46 pm



Narração ; Falas ; Pensamentos

A minha discução com Angel havia acabado, mas quando sentei percebi meu amigo Richard vir até a minha frente e soltar algumas palavras para a garota. Levantei colocando a mão sobre o ombro dele e murmurei – Rick, tudo bem, vamos nos acalmar... pre.. A minha fala acabou na hora, quando percebi a porta do casarão se abrindo, e quem entra? Sarah, uma das minhas amigas, que agora estava mais para o lado das trevas do que o lado da luz, também pudera, com o pai que tem. O lord das trevas não deixaria a sua filha fora dessa não é mesmo? A sarah tinha um ar de superioridade que todos os Collins tinham, chegava a ser irritante as vezes, mas eu gostava dela mesmo assim, com todos esses acontecimento. Olhei o outro garoto perto dela, que eu pensei que poderia ser o tal intruso que o Alisson havia dito, por mais que ele não tivesse uma cara de bons amigos, não me passou nenhuma sensação ruim.

Richard ficou anestesiado, sussurrou um ‘’sarah ‘’ que só ouvi por que estava em pé agora atrás dele. Olhei para ele, e vi um outro garoto adentrando o casarão junto com a sarinha. Ele tinha um ar superior que todos os lestrange tinham, provavelmente deveria ser algum parente dela e do Rirchard, que agora saiu correndo ao encontro dela, dando-lhe um abraço apertado, que logo foi negado, também pudera, Sarah não é muito chegada a contados físicos principalmente quando neles estão envolvidos sentimentos, sentimentos puros e verdadeiros. Sabia que Richard a amava, e queria o melhor para ela, Rick é um garoto vampiro, muito bom de coração, um grande amigo, que tomou as dores por mim, no desentendimento com a meio-veela.

Ouvi o que sarah disse, nos saudou com um tom bastante irônico, não sei como ela conseguia fazer isso. Olhei para baixo, quando ouço ela falando que os lestrange são confiáveis. Dei um sorriso de canto, passando as mãos pelos cabelos longos, e os prendi em um rabo de cavalo. Agora o clima estava mais tenso ainda, com a presença de Sarah, e o seu parente que eu só conhecia de vista, provavelmente da escola. Dei alguns passos para trás, e comecei a caminhar para longe de todos pela sala, pensativa. Agora sim, algo de errado iria acontecer. Todos prestavam atenção no que Sarah falava, ou no que ela fazia. A minha amiga, que agora estava aos poucos tornando-se a princesinha das trevas, roubou a atenção, o que ela gostava. O seu sorriso irônico e debochado fazia com que a situação não parecesse perigosa, e eu ficava mais aliviada por isso. Lembrei de quando eu e Sarah recebemos a pulseira, ela uma pulseira violeta e eu uma amarela. Queríamos trocar, mas acabamos por ficar com as mesmas. Queria tentar a ajudar Sarah a sair dessa vida das trevas, mas ela parecia estar muito mais envolvida do que deveria, olhei fundo nos olhos dela, tentando resgatar aquela Sarah que eu conheci a um tempo atrás, mas estava muito difícil.

Senti um mau pressentimento. Coloquei a mão sobre o peito, e olhei para Alisson, quando eu ouvi ele dizer que iria começar a reunião. Comecei a caminhar até ele quando de repente senti um frio percorrer o meu corpo fazendo com que ele todo arrepiasse. Parei bruscamente, sentindo uma sensação ruim – O que é isso... disse para mim mesma, e logo ouvi a voz de Alisson dizendo que era o nosso verdadeiro intruso. Okey, não posso dizer que eu adorei a idéia, eu fiquei com um pouco e medo sim, por que agora eu tinha sentido aquela sensação estranha. Era algo completamente diferente adentrando o casarão. Olhei era Dark, uma vampira aterrorizante, um demônio. Dei alguns passos para trás, soltando os cabelos, o frio aumentou na sala de uma forma repentina, não sei como tudo isso começou a acontecer, mas a criatura estava controlando o ar na sala. Coloquei a mão sobre a varinha, que estava no meu bolso, quando olhei para o outro canto da sala, vi uma luz em forma de esfera aparecer, com um rosto angelical. Este provavelmente estava ali para lidar contra a força das trevas.

Fechei os olhos por um instante, e percebi que Sarah, e o seu primo, juntamente com angel, e até mesmo neck, ficavam aquilo deslumbrados. Olhei com um olhar de repulsa para o demônio. Aquilo estava ali para mostrar a força das trevas, o outro, que tinha surgido de uma esfera de luz iria nos ajudar contra as trevas? Assim eu esperava. Quando cheguei perto da porta, percebi que a mesma estava trancada, mas não conseguia abrir, provavelmente seria alguma magia maligna. Não tinha idéia do que fazer agora, tirei a varinha do bolso, a deixando em mãos. Fugir nem que todos quiséssemos conseguiríamos, pelo jeito estávamos presos ali, a mercê do que iria acontecer. Alguns estavam em estado de inércia. E eu? Estava imersa nos meus pensamentos, tentando saber ou adivinhar o que será que aconteceria dali para frente.

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Jupiter Silva

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Dez 15, 2010 7:01 pm

Então todo mundo resolveu aparecer naquela reunião de Alisson, ali naquela casa estava ocorrendo quase que o inicio do fim do mundo e todos os presentes se importavam com a situação. Ou melhor, todos menos Júpiter Silva, que estava no seu mundinho particular temporário. E estava lá tão intensamente que dormia.

Como alguém dorme no meio de uma guerra? Tem doido pra tudo e já que Júpiter aparentemente estava doido o rapazinho poderia dormir em qualquer local e sonhar com qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo;

- Relaxa Titu, nem é tão ruim... E teus avós vem...
- Bom dia... Eu posso falar com o Fábio? ...
- Professor, eu não posso ficar, eu quero ir pra casa...
- São espelhos, não quero nenhum nesta casa, agora me ajude a queimar os jornais!
- O lago e a floresta são proibidos, só pode ir lá se estiver comigo!
- Eu não quero ir, José, eu não quero ir!
- O vira tempo é um objeto perigoso, quero-o de volta a minha mesa até amanha ou todos entram em detenção.
- Aquela escola é um horror, me sinto um prisioneiro... E você, como chegou aqui?
- Sim, ele é meu filho, chegou em casa com dois meses, não consigo viver sem ele...
- Mas o senhor não é meu tio...
- O Fábio é adulto e está certo, mas não pode tirar os pontos nas férias.
- Kevin, quer jogar vídeo game em casa?
- Vigie ele que eu vou atrás do seu pai, ele fez de novo...
- Oi Sarah.
- Não to a fim de descer e seu quarto é muito chato.
- Me larga Gioconda, eu to bem... Humm...
- Como ousa tocar a minha irmã?!
- Sabe o que acontece com traidores?!
- Se não parar te faço uma galinha de novo...
- Vamos fugir, pra outro lugar baby... Quer cantar Richard?
- Vamos esconder esta pulseira, o único jeito de quebra-la é encontrando ela.
- JÁ DISSE MAIS DE UM MILHÃO DE VEZES PRA NÃO TIRAR ESTA PERNA, NIVALDO.
- Não sou gay porque meus pais são...
- Não de comida a esse bicho, nos estamos com dificuldades e a escola pode alimentá-lo.
- Ele está doente, não posso cuidar dele Heloisa...
- Seu nome é Nivaldo né? A tia tem um monte de brinquedos pra você e a gente vai descobrir porque você não ta falando viu?
- Sim, claro, se uma pessoa voltar pode quebrar as leis da física... É um artefato perigoso, cria um clone idêntico, mas não causa tantos problemas se controlado, porque quer saber disso LeRoy?
-Não aceitamos transferências no final do ano, mas se é um caso tão urgente é claro que vamos considerar!
- Sabe que é contra as regras da escola trocar de casa...
- Eu não me sinto bem sendo um sonserino, por favor professor...
- Está com fome garoto? Vem, eu vou te dar um sanduíche.
- Que maldade, um rapazinho tão pequeno, os pais devem ser bêbados!
- Que susto você me deu, nunca mais desapareça assim!
- Vovô, que saudade...
- Júpiter, você devolveu o amuleto do diretor? ...
- Sim!

Um sopro mais forte e Júpiter acordou. Parecia que não havia dormido nem cinco minutos, mas a dor no corpo e a saliva que escorria pelo chão com um fio até sua boca denunciavam o contrário. O rapaz se endireitou, a cabeça ainda confusa com os últimos acontecimentos e a sensação chata de que algo faltava invadiam-no.
Demorou a perceber que ainda estava amarrado pelas cordas de Alisson, a visão embaçada mostrava seres diferentes na mesma sala. Só foi preciso um pouco de esforço para se livrar das cordas.
A falta da perna e a vassoura que Richard quebrara faziam Júpiter perder o equilíbrio, embora ele realmente não parecesse estar ligando muito. O garoto passou pulando em um pé só pelo meio de todos. Uma cena que não valia a pena ver, mas muito interessante de olhar, como no mundinho dele não tinha nada acontecendo, não tinha nada acontecendo, o rapaz passou imune ao sentimento de medo por Dark e admiração pela luz de Light, o rapaz simplismente passou pelos dois e foi até um dos banheiros, urinar era mais importante que o destino da terra.
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Sarah Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qua Dez 15, 2010 7:56 pm


"The appearance of the Dark”
…A aparição das Trevas…
Há quem diga que eu adoro ser o centro das atenções, mas que Collins não gosta? E quando eu cheguei na tal reunião organizada por Alisson, todos me olharam enquanto eu me pronunciava sarcasticamente como sempre. Um vulto me pegou de surpresa me envolvendo num abraço, era meu primo Rick, parecia feliz em me ver, ou pelo menos fingia. O abraço não durou muito, logo eu o empurrei, afastando-o de mim e lançando-lhe um olhar nojo – É claro que estou viva, por que não estaria? E não precisa fingir que fica feliz por isso, não parecia me querer tão bem na última vez em que nos vimos - disse tentando decifrar se aquele sorriso no rosto dele era verdadeiro ou não, se fosse, vou te contar, definitivamente meu primo seria um santo.

Senti Theodoro se aproximar de mim, respondendo a minha “pergunta” no mesmo tom irônico com que eu falara. E sorri lançando um olhar zombeteiro para o mesmo, quando ouvi o comentário de Rick sobre achar que o intruso teria no mínimo classe. Ele não gostava de Richard e tinha quase certeza de que o que ele estava pensando naquele momento, envolvia palavras como mestiço imundo e verme medíocre. E as inimizades de Theodoro não acabavam por aí, Alisson também não estava em sua lista de amigos, aliás quem estava além de mim? O garoto conseguia me superar no quesito antipatia, e parecia atrair inimizades onde ia.

Ouvi um garoto que reconheci ser da Obskúrni - isso no tempo em que a AML ainda existia – fazer uma pergunta a Alisson, que deduzi ser a mesma que pairava na cabeça de todos ali. Não gostei do jeito que ele me olhou, parecia uma mescla de desprezo e dó, será que ele pensava ser melhor do que eu? Mantive meu olhar focado nele por um momento, talvez nos cruzássemos por aí algum dia, e aí então veríamos se ele manteria a mesma opinião. Meus olhos desviaram para a pessoa sentada ao lado dele, era Angel, a olhei indagadoramente como se perguntasse o que ela estava fazendo ali.

Logo Alisson começou seu blá blá blá, e ignorando o convite dele para nos sentarmos, eu virei as costas puxando Theodoro - que já queria arrumar briga com o vidente - pela mão. – Calminha aí primo, depois vocês dois se “entendem”, vamos ver o que ele tem pra falar primeiro... - nos afastamos do resto do grupo, ficando ao fundo da sala onde tínhamos uma vista completa. Mal chegamos ao local e um grito de Alisson me sobre saltou – Intruso? Mas do que ele tá falan... – me calei ante os acontecimentos seguintes. A escuridão começou a tomar conta da sala, engolindo parede por parede, tão densa que impedia até mesmo a luz do sol de adentrar no ambiente.

Uma criatura imponente, maligna, aterrorizante e ao mesmo tempo magnífica. Eu mal podia acreditar no que via, seria aquela criatura, a que já vi nas páginas de vários livros de história da magia? Um demônio, um verdadeiro vampiro, ao qual nenhum desses mestiços chamados de vampiros hoje em dia, pode se comparar. Meu coração estava acelerado, e minha expressão era deslumbrada, mas não de medo, como a maioria ali, e sim de admiração. Mas de repente uma luz em forma de bola iluminou tudo, fazendo-me colocar a mão na frente do rosto para proteger os olhos. A luz então tomou a forma de uma figura angelical, recebida com alívio e alegria pelos medrosos. Estava mais do que na cara que uma batalha clichê se iniciaria ali, as Trevas contra a Luz, o Bem contra o Mal. A questão era...nós também teríamos que nos envolver na luta, ou apenas assistir?

Podia sentir a presença de Theodoro ali do meu lado, e virei a cabeça olhando-o, nossos olhares se encontraram por um segundo, e soube que ambos pensávamos a mesma coisa. Como que numa ação combinada, levamos as mãos ao bolso e pegamos cada qual a sua própia varinha, preparando-se para o que viria a seguir. Mesmo que não tivéssemos a mínima idéia do que seria, estávamos prontos para duelar se fosse preciso.

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Fred Gaunt Peverel

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 16, 2010 7:49 am

Fred estava perdendo a paciência, ser bonzinho não era exatamente o seu passatempo favorito. Aquela reunião estava muito desanimada e parada, Fred gostava de aventura, perigo, Adrenalina. O Lancaster estava disposto a começar a reunião, mas não chegou a começá-la. Fred estava sentindo a presença de uma criatura maligna, o grito do vidente confirmou as suas suspeitas. A escuridão começava a tomar conta do local, as paredes enegreciam e o ar estava ficando gélido e sem vida. Surgira ali no meio da sala a vampira mestra Dark. Fred a reconhecera de um dos poucos livros que o garoto lera Artes das trevas sempre o interessou.

Fred não estava sentindo medo, apenas ódio. O lobo sabia que seria alvo da vampira, lobisomens e vampiros não são os melhores amigos, não mesmo. Do outro lado da sala uma esfera de luz surgira em meio às trevas. A luz que emanava dela aquecia e iluminava uma parte da casa, um ser belo provavelmente um anjo. O que estaria acontecendo? O que estaria para acontecer? Uma guerra entre as forças do bem e dom mal? O garoto aproxima-se de Angel com o intuito de protegê-la.

Com a varinha em mãos, pronto para o que der e vier. Fred estava tomado de ódio e isto não era tão bom, ele estava começando a se transformar. Era preciso controlar, pois ele não queria se tornar uma fera assassina. O vírus que tinham em seu corpo não necessitava de lua cheia, pois ele não era um simples lobo. Não queria se transformar, teria que se controlar para não machucar quem ele amava.
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Luna Farrel

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 16, 2010 11:26 am

“já estou achando que alguma coisa de ruim aconteceu com ele”

Matheus demorou em me responder, e isso me levou a pensar que ele estava analisando sua resposta. Ele achava que Kevin não estava bem, e eu concordava com ele. Eu já não via Sophie como minha Irma carinhosa e amada, mas como uma louca psicopata. E, afinal, ele era um Collins... E ela odiava os Collins, e tinha motivos para querer se vingar. Não estava prestando muita atenção na conversa dos meus colegas, apenas os ouvia com desatenção. Richard chegou tomando conta do lugar, praticamente exigindo um quarto para ele e para a namoradinha, Hannah. Não sei o que se passava com ele, mas não dava a mínima também. Logo, Júpiter chegou e avançou energicamente contra o vampiro, e precisou ser paralisado. Eu compreendia o garoto, e fiquei muito feliz por ele ter atacado Rick, já que isso demonstrava uma leve recuperação da memória. Angel, uma garota estranhamente doce e ao mesmo tempo temperamental demais para uma garota da Obskurni, e Lilian, meiga ate de mais, começaram a discutir umas coisinhas banais, e eu não tive nem vontade de intervir. Afinal, quanto mais ajuda melhor, independente de quem estava ajudando. Richard teve que se meter na briguinha das meninas, e eu já estava de saco cheio de tudo aquilo.

Levantei e fui ate a janela, olhando o tempo lá fora... – Acho que vai chover... – falei para mim mesma, e percebi que ninguém escutara. Melhor assim. Fiquei ali por alguns minutos, ate que mais alguém chegou. Não vi quem era, e só me dei ao trabalho de me virar quando escutei a voz de Sarah. Fiquei surpresa e feliz pela presença dela ali. É... Eu não sabia escolher meus amigos... Cumprimentei a garota com um aceno de cabeça, e sorri. Logo ela chamou por Theodoro, um garoto da Obskurni que eu não havia tido nenhum contato ate o momento. Também sorri para ele, mas ao olhar para os lados percebi que ninguém mais o fazia.

Cuidado nosso verdadeiro intruso acabou de Chegar.


Olhei para Alisson e para a porta, meio apreensiva. Não sabia o que devia fazer, mas por prevenção segurei a varinha firmemente na mão. Estava perto de Sarah, e cochichei no ouvido dela – Querida, não fique perto de mim... Com a minha falta de pratica, mira ruim e péssima habilidade, não posso garantir que seu cabelo esteja seguro assim tão próximo. Ah... Seja bem vinda. – Sorri para ela, esperando que ela não levasse a brincadeira para o lado pessoal, como ela era acostumada a fazer. Saquei a varinha e fiquei em guarda, até o momento propicio para atacar, ou me defender.



Spoiler:
 
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Angel Scorpyan S.Borges

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 16, 2010 12:37 pm

Angel ignorou o que Richard falava e prestou atenção em Alisson que tentava se justificar, pelo uso da magia “Como se um rastreador pudesse caducar antes do bruxo ser maior de idade, ou isso era mentira ou Alisson estava metido com as artes das trevas ou o garoto já era maior de idade” só havia essas explicações para esse fato ocorrer, mas Angel não queria saber a resposta contanto que o ministério não se envolvesse o resto não importava Angel nem perdeu tempo ao responder a tentativa de ironia de Alisson “Que idiota, Você deveria estudar mais Alisson, o controle das criaturas magicas são apenas para criaturas inteiramente magicas, não existe um controle de mestiços foi por isso que criaram a IMEA para que eles pudessem ter noção de quanto poder um mestiço pode ter, mas seria demais esperar que um simples humano soubesse disso."



Angel não pretendia continuar discussão por isso se manteve calada, até a chegada de Sarah eu tinha ao seu lado Theodoro um garoto que pertencia a mesma casa que Angel e também a elfa da família Collins, Angel percebeu que Sarah estava surpresa com a sua presença ali, Angel encarou a Sarah por poucos segundos e depois olhou de relance para Matheus que parecia não entender a situação ,Fred que estava sentado ao lado de Angel segurou sua mão, Angel apesar de ficar um pouco surpresa com a atitude de Fred deixou que o garoto segurasse sua mão,mas o que mais surpreendeu Angel foi o fato de Richard abraçar Sarah ou aquele garoto era um santo ou era completamente retardado, mas como já era esperado Sarah o empurrou com uma cara de nojo, Angel balançou a cabeça negativamente “ Sarah você continua a mesma” ,Sarah começou como sempre usando sua face amistosa e irônica que foi seguida por Theodoro que parecia com muita vontade de se “entender” com Alisson.



Depois do Discurso Sarah e Theodoro foram para um quanto já que Alisson queria começar a reunião, Angel viu o olha intrigado que Sarah lhe lançava, mas não falou nada, Angel então olhou para Theodoro que não era flor que se cheire. Angel sabia disso, pois como monitora da Obskurní viu o tipo de garoto que Theodoro era e do que ele era capaz, Mas isso logo passou, pois Angel foi tomada por um forte pressentimento que lhe causou um forte arrepio, ela olhou para Fred que parecia estar sentido o mesmo, foi e quando tudo começou a ficar frio e gélido por um momento o coração de Angel deparou de medo ela pois a mão no bolso e segurou bem firme sua varinha pois achava que aquela sensação vinha de dementadores, foi quando a figura imponente e magnífica apareceu, Angel já conhecia aquela criatura não só dos livro o qual estudou na escola de magia, mas de seu sonhos, ela era Dark uma vampira Sangue puro, não um mestiça que foi infectada atreves de uma mordida ela era um demônio autentico.



Angel continuou a segura firme mente sua varinha mas não sentia mais medo, Dark não lhe causava medo ao contrario essa lhe deixava maravilhada, contudo outra presença também apareceu diante de todos era uma bola de luz que logo tomou uma forma bela e Angelical e assim como a primeira presença Angel também reconheceu Light era como se a menina estivesse presa em um de seus sonhos estando entre aquelas duas criaturas, Angel desviou sua atenção e percebeu que Lilian havia tentado abrir a porta mais não conseguiu agora todos estavam presos entre a Luz e as Trevas literalmente falando, Angel sentiu que Fred tremia ao seu lado, Angel podia sentir a raiva que emanava do corpo do garoto e essa era a ultima coisa que ela precisava, que Fred se transformasse ali ao seu lado, Angel então sussurrou para Fred – Se Acalme Fred ou vai acabar piorando as coisas! – Angel soltou a mão de Fred e pois ela sobre o ombro do garoto que parecia esta mais controlado, em seguida Angel olhou para Sarah e Theodoro que já estava com as varinha em punho em suas mão, Angel também puxou sua varinha e esperou para ver o que estaria por vim agora.
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Theodoro Ursula Lestrange

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 16, 2010 3:41 pm

A Iniciativa!

Um estilete enfiado em sua barriga bem levemente rasgando de baixo para cima, deixando todos os órgãos internos expostos, pendurados; seus olhos pedindo mizericordia e sua boca fluindo sangue como a nascente de um rio, sua língua já fria e endurecida jogada ao canto esquerdo da sala. Assim eu iria acabar com aquele ser desprezível que se auto-intitulava um Collins.


– Calminha aí primo, depois vocês dois se “entendem”, vamos ver o que ele tem pra falar primeiro... – Fui puxado a um canto do local, bem reservado e de onde poderíamos ter uma visão panorâmica de tudo que aconteceria por ali. Não demorou muito e o ambiente começou a perder significativamente rápido a sua temperatura, algo estranho estava prestes a acontecer. O espírito legitimo de uma vampira, Dark, a realidade sobre os vampiros, um ser de sangue totalmente puro e vampiresco ao mesmo tempo estava em nossa frente, e ao fundo surgia Light, o espírito contra Dark, o que mantém o equilíbrio do bem e do mal.

Olhei rapidamente para o rosto de todos e vi Angel [a monitora de Obskurní – minha casa comunal na AML] me observando, junto dela um garoto lobisomem do IMEA estava se tremendo descontroladamente. Meu olhar então se cruzou com o de minha bela prima Sarah Collins e juntos pegamos nossas varinhas como em um acordo bem planejado, porém foi tudo bem expontaneo.

- Vamos ver quem está mais habilitado nesta guerra Sarinhah? – Senti seus olhos se vidrarem em mim, mas o ato não teve correspondência alguma. Levantei meu braço direito fazendo um movimento circular [de ataque] por cima de minha cabeça e apontando-o [com a varinha em punho] para a bola de cristal do Lancaster. – Confringo! – Os cacos de vidro voaram para todos os lados com a conclusão do dano do feitiço lançado por mim. Antes que qualquer um pudesse concluir que eu havia feito aquilo eu já estava correndo para o outro lado do ambiente... Procurando uma mira melhor para meu próximo alvo, que já estava decidido.

Não cheguei ao local predestinado, o lobisomem que também participava da reunião e antes estava apenas tremendo descontroladamente agora começava a ganhar pêlos por todo o seu corpo e mudar significativamente de tamanho. – Enjaulius. – Uma jaula foi conjurada ao seu redor para controlá-lo. Percebi a indiguinação de Angel ao ver o “namoradinho” aprisionado... Eu agora continuava a correr para o tal lugar onde teria uma mira melhor para meu próximo alvo, mas ainda assim quis explicar a Angel o motivo daquilo. – VOCÊ SABE QUE É O MELHOR PARA ELE ANGEL... DEIXE-O PRESO!

Alguns raios de diversas corres e tamanhos voavam descontroladamente por todos os lados. Dark e Light continuavam imóveis no mesmo lugar que apareceram, porém cada membro da reunião começava a decidir de que lado estava, o caos começava a dominar todo o ambiente da mansão. Cheguei perto de uma sacada de escadas e o vi a pouco mais de uns cinco metros de mim, ali estava ele com suas presas expostas e seus olhos brancos como a neve fitando o chão. Uma de suas mãos estava na cabeça tentando controlá-la, meio desnorteado pela presença das duas criaturas divinas que dividiam seu ar conosco o garoto estava aparentemente pirando. – Rictusempra. – Atingi Richard Pelegrini em cheio na barriga, e o vampiro caiu imóvel no chão.

Embora soubesse que aquilo não acabaria com ele eu me senti vitorioso por um segundo.

Citação :
Respeitei a lista de feitiços...
Respeitei também a norma de apenas 3 feitiços por postagem...
Espero que ninguém saia por ai enfeitiçando mil vezes e nem usando feitiços do 7º ano.

Beijos =*
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Matheus Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 16, 2010 7:04 pm

A reunião estava muito parada, ninguém estava fazendo nada, eu me achava invísivel ali, por estar rodiado de alunos mais velhos, e provavelmente era o aluno mais novo da reunião, e isso me fazia sentir insignificante, mas não era por isso que não iria ajudar, as trevas estavam tomando conta, eu achava que minha própria irmã estava envolvida com as trevas, mas eu ia até o fim. Logo que estava guardando minha varinha, vi Richard sorrir para mim, deve ter visto eu tentando defendê-lo de Júpiter, eu me aproximei dele logo depois, já que não falava com ele já fazia um tempo.

Mas nem deu tempo de falar um oi para ele, pois logo aparecera uma figura enigmática no local, Dark, um demônio, nem eu tive coragem para encarar aquela figura, mas logo aparecera outra figura, mas dessa vez era uma luz, Light, que talvez viera confrontar Dark, mas depois de alguns minutos, cacos de vidro voaram pela sala, um inclusive cortara um dos meus braços, logo começara a sair uns fios de sangue, parecia que Richard estava passando mal, será que era meu sangue? Eu logo apontei minha varinha para o corte e conjurei: - Férula - Uma atadura aparece em meu braço, cobrindo meu corte, mas continuava saindo sangue de alguns dos cantos.

Fred, o lobisomem, parecia estar perdendo o controle sobre si, ele estava tremendo e se contorcendo, parecia que ele iria se transformar, quando os pêlos começaram a aparecer no corpo do garoto, alguém conjurou uma jaula envolta dele, e vários raios de muitas cores e tamanhos começaram a voar por todo o local, mas as Dark e Light continuavam imóveis, pareciam estátuas, mas logo a bomba: um feitiço viera de algum lugar, e atingira Richard bem na barriga, e ele caiu no chão, parecia desacordado, e perdi o controle - Richard? Richard? RICHARD? Acorda primo! Enervate! - Tentei usar o feitiço, para ver se ele acordava, mas ele continuava imóvel, não aceitaria se algo acontecer com ele, era o membro da família mais chegado, eu preferia morrer no lugar dele. Continuei lançando o feitiço, eu me sentia muito ruim, esperando ver se o garoto acordava.
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 17, 2010 7:27 pm

As paredes começaram a enegrecer, a luz do sol parecia não ser capaz de adentrar o cassarão. Um ar frio e gélido começava a tomar conta de tudo. Dark um demônio vampiro havia aparecido no meio da sala, qual serio o motivo de sua visita? Alisson não sentia medo, mas sim receio do que poderia acontecer. Do outro lado uma esfera de luz surgira trazendo calor e luz para a casa era um anjo. Light o anjo da paz fazia-se presente ao final de contas o que estava acontecendo? Uma antecipação da guerra? Melhor era o inicio dela.

Alisson pegou sua varinha e preparou-se para duelar se fosse preciso. Lilian correra desesperada em direção a porta tentando abri-la, tentativa em vão. Já que a mesma parecia trancada por magia negra, a sala estava dividida em trevas e luz. Ouve-se se uma pequena explosão o insuportável Lestrange estava começando a atacar, o alvo sua bola de cristal. Se ele queria brincar, Alisson não perderia tempo. Fred o garoto da Obskurní estava descontrolado, a presença da mestra dos vampiros despertara a fera que existia dentro dele, e em questão de segundos a transformação estava completa. Theodoro era sensato e conjurou uma jaula, mas ela não seria suficiente para detê-lo.

No momento o que Alisson queria mesmo era acabar com aquele Lestrange deplorável. Com a varinha firme em suas mãos o garoto mira a mão do Lestrange e ordena. -- Expelliarmus . Sem mesmo perceber se obtivera êxito continua com a varinha nas mãos desta vez apontando o coração do mesmo.-- Estupefaça. Um jato de luz sai em direção ao garoto o acertando em cheio jogando ele conta a parede. Tanto Light como Dark estavam imóveis somente observando o que acontecia na sala, Alisson seque para o lado iluminado da sala, ele estava do lado da luz. Alisson sabia que em breve o ministério e ate mesmo comensais apareceriam ali, os outros convidados possuíam rastreadores e em breve forças mais poderosas estariam ali.

O garoto pegou a mochila que estava sobre o sofá e colocou a nas costas. Em caso de fuga ela seria bastante útil, não poderia perdê-la então deveria protegê-la. Procurou um lugar onde só poderia ser atacado de frente, não chegariam perto de Light para atacá-lo por trás não mesmo. O garoto estava pronto para defender-se de qualquer feitiço. Percebeu que Richard não estava se sentindo muito bem, a presença de sua parenta não estava o fazendo bem.

Citação :
Atenção: cuidado ao lançar feitiços caso seja de um ano superior ao seu o mesmo não terá efeito, o quarto feitiço também não terá efeito. Então nada de pensarem que sabem tudo, porque não sabem. Ah, desculpe pelo post tosco.
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Sarah Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 17, 2010 10:05 pm


"Attacking the traitor”
…Atacando a traidora…
Estava tão concentrada na cena, que somente a voz de Luna em meu ouvido quebrou minha distração. E apenas lhe lancei um olhar ríspido enquanto ela sorria como se se orgulhasse de ser uma atrapalhada – Você é um perigo não só para meu cabelo como para si mesma Luna, nem devia estar aqui! – disse séria advertindo-a, e tenho certeza que ela sabia que eu estava certa. A garota era desastre com uma varinha na mão, e por incrível que pareça sempre estava metida em confusões como aquela. Bem típico dos estúpidos metidos a corajosos que eram os alunos da Brave, inclusive meu irmão caçula Matheus. Meu pai fazia tanta questão de preservar a inocência do garoto, e olha só onde ele estava agora, numa reunião secreta de um grupo disposto a lutar contra o Lord das Trevas, resulmindo, ele estava traindo o próprio pai sem nem ao menos saber.

A voz de Theodoro penetrou meus ouvidos desafiadoramente - Vamos ver quem está mais habilitado nesta guerra Sarinha? – eu não respondi com palavras, apenas sorri aceitando o desafio. Meu primo logo se afastou de mim, dando início ao que seria uma batalha do qual cada um deveria escolher de qual lado lutaria, Trevas ou Luz. O vi explodir a Bola de Cristal do Alisson, o que certamente resultaria num duelo com o mesmo. Para logo em seguida enjaular o garoto que estava ao lado de Angel, que aparentemente estava se transformando em Lobsomem, como se uma jaula fosse segurá-lo. Theodoro tinha suas qualidades, mas definitivamente não tinha um nível de inteligência digno da Hakí.

E em questão de segundos havia feitços voando pela sala em direções opostas, pouco a pouco o grupo que antes estava todo junto, agora se dividia separando-se e fincando cada um do lado que julgava certo. Vi Theodoro atacar Richard, que caiu ferido e Matheus correu a ajudá-lo, enquanto Alisson atacava Theodoro, provavelmente irritado por sua querida Bola de Cristal ter sido destruída. E tudo isso enquanto o amiguinho da Angel completava sua trasformação, e começava a quebrar a jaula que o prendia. E como ele ainda não era um Lobsomen adulto, com certeza estava descontrolado e inconsciente de seus atos, ou seja, atacaria qualquer em sua frente. E eu estava preocupada principalmente em salvar a minha pele, que estaria em risco se aquele bicho se soltasse. Então, não tinha outra escolha a não ser salvar o dia.

Eu soltei um suspiro de tédio enquanto observava a cena – É...vou ter que dá um jeito nisso... – e lançando um último olhar para Luna que ainda estava do meu lado – Se cuida Luninha, não quero te machucar... – disse me afastando dela, indo em direção á gaiola do Lobsomen que agora já estava totalmente transformado, já não havia ninguém perto dele, Angel estava afastada aparentemente cuidando do ferimento do meu irmão, a batalha mal começara e o pirralho já tinha se machucado. Voltei minha atenção para o Lobsomen novamente, e seu uivo penetrava tão fundo no ouvido de todos, que doía nossos tímpanos.

Apontei minha varinha para a criatura e falei calmamente – Homorfo! – a criatura soltou um uivo agudo de dor, e sua transformação lentamente dava sinais de estar regredindo. Pouco a pouco os pelos começavam a sumir, o dentes pontiagudos voltarem ao normal, o focinho incurtar, até que já podia-se ver características como nariz, boca e olhos humanos.

Mas agora que eu estava fora de perigo, tinha contas a acertar com minha querida“amiga” Angel. Caminhei decidida na direção dela, que continuava perto de Matheus mas desta vez estava acordando meu primo Richard. E ignorando a presença dos dois, apontei minha varinha para a garota enquanto a chamava – Ei Angel! – e quando ela olhou, foi surpreendida por um ataque – Rictusempra! – mas a loira foi ágil e conseguiu se defender. Eu comecei a avançar indo em sua direção lançando feitiços, a olhando com raiva nos olhos – Como você pôde Angel? Eu confiei em você, e você me traiu! – porém ela não me atacava, somente se defendia e parecia mais preocupa em proteger Matheus do meu descontrole do que a ela mesma - Estupefaça! – continuava avançando contra ela – Estava se juntando com eles para lutar contra o meu pai! – minha varinha permanecia apontada para ela, ameaçadoramente.

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Angel Scorpyan S.Borges

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 17, 2010 11:36 pm

Amigas ou Inimigas


Tudo aconteceu muito rápido Theodoro explodiu a bola de cristal de Alisson e cacos de vidros voaram para todos os lados, então Fred começou novamente a sua transformação, Angel soltou a mão de Fred que estava tremendo, mas antes que ela pudesse fazer algo Theodoro conjurou uma jaula para prender Fred como se aquilo pudesse segurá-lo por muito tempo, Angel lançou um olhar de censura a Theodoro que parecia já ter outro alvo em mente mais mesmo assim Theodoro se explicou – VOCÊ SABE QUE É O MELHOR PARA ELE ANGEL... DEIXE-O PRESO! – Angel ão podia negar que naquelas condições Fred erra uma ameaça inclusive a ela propria, Angel ia fazer Fred voltar a sua forma humana mais nesse momento ela viu Matheus desesperado tentando ajudar Richard o qual Theodoro já havia locauteado.


Angel sabia que Fred não seria machucado estado na forma de Lobisomem por isso ela sai de perto da jaula e correu em direção a Matheus para tira-lo do fogo cruzado, o menino ainda era um piralho em termos de duelo e se ficasse ali tentando salvar o primo morreria rápidamente, Angel não podia deixar aquilo acontecer, ela não podia permitir que Matheus fosse morto na sua frente, pois ela jamais poderia encarar Sarah ou Kevin se isso acontecesse, Angel segurou Matheus pelo braço tentando tira-lo do meio dos duelos que já haviam começado e feitiços voavam para todos os lados, mas Matheus se recusava sair do lado de Richard que estava inconciente ”Droga, sera que alem de babá desse piralho eu também vou ter que bancar a babá dessa Sanguessuga desenvolvida”Angel puxou Matheus com força fazendo o menino se levantar contra sua vontade, ela então arrancou a atadura malfeita no braço do garoto e apontou sua varinha para o corte no braço de MatheusEpiskey – o corte se curou, matheus olhava desesperado para Angel e disse com a voz chorosa – O meu primo,por favor o Richard! – Angel então se abaixou apontou a varinha para o rosto de Richard e calmamente disse – Enervate – Richard abriu os olhos meio atordoado vendo que a reunião tinha se transformado em um capo de duelos.


Angel estava ajundado Richard a se levantar e disse – Vamos logo seu morcego alguns minutos atrás vocêestava me desafiando e olha só o que te aconteceu derubado com um só golpe pelo Theodoro, rápida pega a sua varinha que não vou se sua babá, já basta esse piralho aqui! – Angel apontou com a cabeça para Matheus que parecia prestes a protestar, mas a voz de Sarah chegou as ouvidos de Angel primeiro – Ei Angel! – Sarah gritou para ela Angel se virou e logo foi surpreendida por um feitiço de Sarah, Angel só teve tempo de empurrar Richard que estava perto dela para ele não se abatido de novo e também se pois na frente de matheus o feitiços de de Sarah – Rictusempra! – veio em direção de Angel que calmamente o se defendeu e tomou cuidado para que ele também não acertasse matheus que estava atras de Angel completamente confuso pela atitude de Sarah, que parecia descontrolada e gritava com Angel – Como você pôde Angel? Eu confiei em você, e você me traiu! Angel mais uma vez se defendeu de outro feitiço e disse a Amiga – Se acalme Sarah você não está entendendo! – Sarah estava completamente transtornada e não a escutava e continuava a lançar varios feitiços - Estupefaça! Angel por sua vez continuava apenas a se proteger ela não queria machucar Sarah que parecia esta fora de controle e ainda avançava na direção de Angel gritando – Estava se juntando com eles para lutar contra o meu pai! Angel apontou sua varinha para Sarah mesmo sem querer machucar a amiga parecia que seria impossivel evitar o duelo, Angel não estava preocupada com ela, pois ela era uma excelente duelista e nunca havia perdido para sarah,apesa das duas nunca terem duelado a serio.


Sarah continuava apontando a varinha ameaçadoramente para Angel que continuava calma, ser fria e calculista sempre foram qualidades de Angel que tentava argumenta com a Amiga – Sarah você esta perdendo o controle, abaixe a varinha, você não sabe o que esta fazendo, sou a Angel sua melhor amiga eu jamais te trairia e é o seu irmãozinho que esta aqui atras de mim você vai acabar machucando ele, Sarah ainda fervendo de raiva disse – Sua mentirosa você é uma traidora, e o meu irmãozinha também ele esta traidor o proprio pai – Angel olhava serio no fundo dos olhosde Sarah e viu que não havia maneira de acabar com aquilo se não com um duelo, Por ser mestiça, Angel sempre teve reflexos e instintos melhores e mais agusados do que os dos humanos, ela aproveitou o momento que Sarah parecia em dúvida se deveria ataca ou não e atacou Junleum – Apontando o feitiços para as pernas de Sarah tentando fazer a amiga parar de avança contra ela e Matheus, e andando de costa e empurrando Matheus, Angel queria por o maximo de distancia entre ela e Sarah.
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Dom Dez 19, 2010 12:38 pm

Luz ou Trevas?! O que pesa mais na balança da vida?

Continuava com meu sorriso estampado no rosto e o coração calmo por saber que minha prima Sarah estava viva e bem, todos estávamos bem ali, mesmo com todas as desavenças sem motivos plausíveis que estavam acontecendo. Pensei em Hanny e em como ela estaria naquele momento... Se havia recebido minha carta, se tentara escapar e a tentativa havia sido sem sucesso, se estava a caminho da reunião ou até mesmo se nem chegou a receber minha correspondência, o que seria o mais triste, não ter sido avisada. Eu não tinha certeza se meu primo Alisson tinha convidado a minha namorada, já que o mesmo parece ter algum tipo de rivalidade com ela.

O tempo começou a esfriar rapidamente. Eu não conseguia mover um músculo do meu corpo espontaneamente. Senti meus olhos mudarem e minhas pupilas se contraírem o máximo possível, minhas presas vieram a ficar a mostra e todo o meu corpo tremia freneticamente. Me transformei completamente em um ser vampiresco e minha cabeça doía para caramba, coloquei uma de minhas mãos sobre ela para tentar controlar aquilo, mas não deu muito certo, pois a dor só aumentava. Não vi nada que se passava ao meu redor, o mundo estava pequeno demais e agora só se resumia ao chão completamente escuro que estava sob meus pés. – Hunter... De novo não...

Estava caído no chão e de cima Angel [a garota que estava brigando com minha amiga Lily] e meu primo Matheus Collins me observavam. – Vamos logo seu morcego alguns minutos atrás você estava me desafiando e olha só o que te aconteceu. Derrubado com um só golpe pelo Theodoro... Rápido pegue a sua varinha que não vou ser sua babá, já basta esse pirralho aqui! – A garota meio-veela disse-me acenando com a cabeça em direção a Matheus. Eu havia desmaiado ou coisa do tipo, embora não tivesse percebido e nem mesmo me lembrasse o motivo de ter ficado desacordado. Levantei-me com cuidado e coloquei meu braço em volta do pescoço de Matheus. – Precisamos sair daqui primo... Vamos naquela direção! – Apontei para uma porta que estava aberta e me parecia um banheiro.

Caminhamos devagar e nos esquivando dos feitiços que vinham em todas as direções. Chegamos a tal porta e percebi que era realmente um banheiro, juntos entramos e eu tranquei a porta. – Você está bem Matheus? Está ferido? – Meu primo me olhava assustado, nunca havia me visto em minha forma transformada e aquilo certamente estava sendo chocante demais para ele. – Calma... Eu não vou te machucar ao menos que você sangre. – Estávamos seguros ali dentro e com certeza ele não iria derramar uma gota de sangue. – O que a Angel falou sobre Theodoro ter me golpeado... Isto é verdade?!
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Fred Gaunt Peverel

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Dom Dez 19, 2010 8:44 pm

Fred estava perdendo o controle sobre si, o ódio que sentia era muito maior. Fred estava fora de si nem mesmo a voz de Angel fora capaz de acalmá-lo, ele queria mas não conseguia se acalmar. Sentia algo estranho, uma força que vinha de dentro para fora. Seus músculos começaram a crescer, seu corpo havia dobrado de tamanho, deixando o quase sem roupa. Estava totalmente inconsciente e transformado, e com sede de sangue. Alguém conjurara uma jaula ao seu redor, ato vão. O lobo descontrolado quebrou-a facilmente, tamanho era seu ódio.

Livre, Fred avançara contra o demônio vampiro. Já não sentia medo, ou receio. Apenas uma vontade descontrolado de acabar com a mesma. Antes mesmo de chegar perto criatura sombria, foi atingido por um feitiço. Sua pele estava queimando, tomado por uma dor indescritível o garoto soltou um gemido estridente, capaz de perfurar o tímpano de qualquer um. Aos poucos estava regressando a sua forma humana, os pelos que cobriam seu corpo sumiram. Mas algo o feitiço não fora perfeito, creio que por ser um feitiço complexo e que exige pratica. Apesar de ter voltado à forma humana, Fred ainda estava com os músculos enrijecidos e maiores, suas unhas ainda estavam grandes e seus caninos prontos para dilacerar pedaços de carne humana.

A camisa de Fred já não existia o que não fazia a mínima diferença naquele momento, o garoto pegou sua varinha e segurou-a firme entre as mãos. -- Expecto Patronum. . Um feixe de luz prateada sai de sua varinha, só que se desfaz rapidamente. Era preciso se acalmar e pensar em momentos felizes pensou em Angel. No beijo, nos momentos felizes.-- Expecto Patronum. Um lobo prateado surgira de sua varinha, sua luz era intensa. O garoto com um gesto de varinha fez seu patrono atacar a Dark, esperando que isto fosse o suficiente.
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Matheus Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Dom Dez 19, 2010 10:11 pm

Narração
Falas de Matheus
Falas de Richard

O local estava um caos, raios e feixes de luz voando por todos os lados, eu estava atrás de Angel, Richard estava acordando, e Sarah começara a atacar Angel, que fora me enpurrando para trás, tentando evitar que algum feitiço de minha irmã me machucasse, Sarah estava descontrolada, logo chamara a mim e Angel de traidores, mas antes que eu pudesse ter alguma reação, Richard envoltara seu braço em volta de meu pescoço e fala: - Precisamos sair daqui primo... Vamos naquela direção!

Ele apontou para uma porta aberta, fomos indo devagar, pois havia muitos feitiços, em todas as direções. O local era um banheiro, entramos e Richard trancou a porta, e logo me perguntara: - Você está bem Matheus? Está ferido? - Apesar de tentar, não conseguia parar de olhar para Richard, o garoto estava muito diferente, parecia uma criatura sanguinária, meus olhos nunca viram uma imagem tão... pertubadora, e logo depois ele disse: - Calma... Eu não vou te machucar ao menos que você sangre - Aquelas palavras me acalmaram, meu machucado estava curado, e não sairia nenhuma gota de sangue do local.

Eu estou bem, mas nunca vi uma catastrofe tão grande, parece que estamos numa grande guerra - Eu disse para Richard, eu estava muito confuso, tudo acontecera tão rápido, que nem me lembrara direito, mas logo meu primo me pergunta: - O que a Angel falou sobre Theodoro ter me golpeado... Isto é verdade?! - A pergunta me assustara um pouco, mas eu não podia negar que tinha minhas suspeitas de que seria ele, pensei um pouco e respondi: - Bom, eu não sei, mas sei que antes de você desmaiar, a bola de cristal de Alisson se quebrará em pedaços, e quando Fred, o lobisomem, estava se transformando, alguém conjurou uma jaula em volta dele, mas não vi quem fez aquelas coisas, mas acho que foi essa pessoa que te atacou, pois eu estava perto de você, e o feitiço te acertou em cheio na barriga. Bom, isso é tudo que sei
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Jupiter Silva

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Seg Dez 20, 2010 9:41 am

- Humhum... – Ok, Júpiter não queria ter tido a capacidade de falar, mas falando ou não o rapaz não estava ligando muito em quem entrava ou deixa de entrar no banheiro ou em quem olhava ou deixava de olhar pros seus documentos.

Em todo caso, uma pessoa escondida no banheiro era difícil de achar, ainda mais Júpiter que naquele momento era o maior café com leite. Já Matheus e Richard estarem ali era um problema. O rapaz subiu o short sentando – se na pia e ficando de frente para os dois. Tentar fugir era impossível, mas pelo menos a mente perturbada dele ainda tinha resquícios de lucidez que o manteriam a salvo da guerra do outro lado da porta.

- Sabe qual o problema dos filmes Ricahrd? Todo mundo corre pra escada quando o monstro aparece! E nunca ninguém tem um revolver. Eu corria pras janelas, com um revolver! ... Um revolver ia ser prático. – A voz de Júpiter pode até ter saído, embora eu mesmo não saiba se saiu. Mas se os rapazes olhassem iriam ver o garoto desmontando a pia e também vário ladrinhos do banheiro a aquela altura. Embora não se saiba o que.

- Encanamentos são legais... Achei que estas casas mantivessem uma proteção magica pra que ninguém quebrasse a parede. Talvez o dono tenha pensado em alugar pra algum trouxa... Olha, uma baratinha! *-* . – O buraco que Júpiter tinha cavado na parede fazia com que uma grande quantidade de água estivesse espalhada pelo chão e o cimento esfarelava pro outro lado, deixando aquela parte da casa mais fina por ali. E apesar daquilo poder causar um belo buraco ou um desabamento, o rapaz realmente não parecia se importar muito com o estrago que estava causando, enquanto golpeava a baratinha com sua vassoura.

Hum.. – E depois de golpear a parede toda, o que aliás resultou em uma grande rachadura e um pequeno buraco, Júpiter resolveu ver se aquilo tinha gosto bom. As duas coisas aliás. O rapaz lambeu a parede e a barata (EEEHHH ARGGG) sentindo passar um gostinho azedo pela sua goela, embora esta tivesse escapado pela falta de vontade do mesmo em engolir. Já o buraco na parede estava agora cada vez maior e as roupas dele cada vez mais estragadas.


OFF: SAIAM DO MEU BANHEIRO! Hunf Off

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Theodoro Ursula Lestrange

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Qui Dez 23, 2010 8:29 pm

'O feitiço Morstrang'

Um jato de luz vermelha saiu da varinha do Lancaster e veio em minha direção atingindo-me em cheio e fazendo-me voar contra a parede que estava atrás de mim. Aquilo jamais deveria ter ocorrido, porém eu bobeei quando fui atacar o Richard Pelegrini dando as costas para o Lancaster, que soube muitíssimo bem aproveitar o meu erro.

Levantei-me meio desnorteado, o feitiço que me atingira foi estuporante, mas não foi tão intenso para me deixar desacordado. – Seu idiota imundo... Vamos ver como se sai lutando contra os comensais... HAHAHA! – Corri em direção a um janelão que estava completamente negro, porém meio entre aberto, coloquei minha varinha para fora do casebre e conjurei num tom alto de voz - MORSTRANG! – A marca negra da família Lestrange estava no ar pela primeira vez desde que o próprio Leonam Obskurní a conjurou pela ultima vez – no dia de sua morte. Uma águia de bico aberto voava em círculos no céu deixando tudo manchado de verde escuro.

Meus olhos brilhavam de satisfação, consegui realizar o feitiço que ha muito tempo vinha estudando e esperando o momento certo para utilizar. Os comensais da morte certamente pensariam que aquela marca negra fora conjurada por Philip Lestrange e chegariam ao local a qualquer momento para acabar com tudo e com todos. Eu seria premiado e com um pouco de sorte eles me levariam para Philip e ele seria grato por minha “lealdade”. Me virei novamente em direção as pessoas que estavam ali e recomecei a atacá-las. – Estupefaça! – Bradei na direção de Lilian [uma amiga idiota do Richard]. Alisson vinha passando por ali e também não iria ficar de fora dos meus ataques. - Alarte Ascendare!
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Neck Riddle Slughorn

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Seg Dez 27, 2010 12:51 pm


Arts Dark - l'invasion!
Artes das Trevas - A invasão!


O anel de São Pedro ainda apertava minha coxa esquerda quando Lancaster tentava me explicava sobre o ataque ao castelo de Legilimência. Ele me surpreendeu quando afirmou que sabia onde eu estava e o que estava fazendo. Odeio admitir, mas dessa vez certamente estou nas mãos de um dos meus maiores inimigos. Apesar de ele ter afirmado que não transmitirá meus segredos, não confio nas palavras do clarividente. O que seria de mim se Alisson resolvesse contar? Seria taxado como um assassino? Um Indesejável Número Um de todos os Ministérios do mundo? Provavelmente isso aconteceria. Eu deveria agradá-lo e concordar com suas palavras mesmo que por dentro odiasse aquilo.

Minha calça jeans preta estava imunda. Sangue havia se misturado com barro, água e todo tipo de coisa suja e fedida. A discussão entre os outros estava me divertindo, apesar de estar preocupadíssimo por dentro. Embora eu o conheça bastante, Theodoro sempre me surpreende com sua coragem digna de um verdadeiro Obskurní. Soltei gargalhadas quando ele atacou Richard. Senti o olhar de desprezo de Lilian pousar sobre mim, mas de qualquer forma foi inevitável. Olhei rapidamente para a garota e senti minha face corar levemente.

A sujeira tomava conta de todo o meu corpo. Creio que ganhei dez quilos ou mais com tanta sujeira. "Pessoal, vou dar uma subida e tomar um banho. Volto já." Subo as frágeis escadarias de madeira corroída por cupins, tomando cuidado para não pisar em falso. Os cômodos amplos e mal arejados só não estavam vazios porque algumas bolsas de outros companheiros estavam postadas nos cantos. O odor de mofo me fez espirrar por alguns momentos.

Tiro toda a minha roupa e noto que o anel ainda está no bolso da calça suja. Admiro-o por alguns instantes e enrolo-o nos trapos que me vestiam. Entro no banheiro



Um gritinho assustado veio do andar de baixo. Rapidamente visto novas roupas e desço correndo para saber o que acontecia. Ao pisar no último degrau da escada avisto Dark, uma vampira assustadora. Enfim, as Artes das Trevas haviam dado sinal de vida depois do ataque à Academia.

Maior parte dos rostos naquela sala indicavam assombro e medo. Eu, Theodoro e alguns outros amigos ficamos deslumbrados com a invasora. Nada podia ser melhor no momento. Gargalhadas saíram da nossa garganta. Ao mesmo tempo, confesso que tive um pouquinho de medo. Também senti raiva ao lembrar que foram as artes das trevas que eliminaram desse mundo meus pais. Uma explosão de sentimentos me deixou confuso, mas logo percebi quem me ajudou em uma das horas que mais precisei e que mesmo não gostando de mim, Alisson confiou nas minhas habilidades e teve a certeza que posso ajudá-los a combater esse mal que acabou com nossa fortaleza. Resolvi ficar do lado dos meus amigos então.

Passado um tempo, percebi que a discórdia estava plantada no local e todos os amigos agora se enfrentavam. Sei que as ATs são terríveis para isso e que não adiantaria eu ficar gritando com todos para que voltassem ao normal. Vi que Fred tentava atacar a vampira com Patronos, mas parece que sozinho não daria. Fui ao lado do garoto e ajudei. "Expecto Patronum!" Uma arara prateada saiu da ponta da minha varinha e atacou o ser maligno. Tolice. É uma vampira, e não um dementador. O jeito era pensar em algo diferente para atacar o monstro. "Everte Statum!" Isso deveria segurá-la por algum tempo até que pensássemos no que fazer. Nada feito. O feitiço atingiu a mulher como se uma brisa atingisse uma rocha. O que fazer?

Citação :
Pessoal, desculpem a demora. Estava em viagem e não pude postar. Desculpa também pelo péssimo post. Sem paciência. Aguardando a continuação da trama.


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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Sex Dez 31, 2010 8:44 am

Alisson acertara em cheio o idiota do Lestrange, a intensidade do feitiço não fora forte o suficiente para desacordar o garoto. A única explicação que o garoto conseguia encontrar era que estava muito nervoso para duelar. Não temia por ele, mas pelos seus convidados. O Lestrange se levantara meio desnorteado, ia em direção a Janela, ele não seria capaz de conjurar a marca Negra seria? O garoto cumpriu o que havia dito, uma marca negra havia surgido nos céu de Salvador. Se o vidente não estava enganado, ele conjurara a marca negra dos Lestrange, os comensais não demorariam a estar ali.

O salão estava um caos, Alisson não era alvo de muitos feitiços, até por que havia somente dois “comensais mirins” Sarah concentrava-se em duelo com Angel e Theodoro parecia obstinado a fazer o maior estrago possível. Os outros pareciam não ter consciência do que estava prestes a acontecer, estavam tão preocupados que não entenderam a ação de Theodoro, o garoto precisava alertá-los. . -- Atenção, o Lestrange acabou de conjurar a marca negra, só que não foi uma simples Marca, foi a da família Lestrange, os comensais irão pensar que foi o meu próprio padrinho que a conjurou, Philip Lestrange. Todos os olhares voltaram se para o garoto e depois para Theodoro.

Neste meio tempo um dos feitiços do Garoto vinha em sua direção, com um gesto de varinha e uma pronuncia firme. --Desino Lacesso. O feitiço fora cancelado, Alisson voltou a falar. . – Boa tentativa Theodoro, mas não foi desta vez.O garoto se dirigiu a imitação barata de comensal com um tom irônico, voltou sua atençaõ aos demais.--chegou a hora de mostrarem a que vieram, de qual lado estão. Não e preciso nem explicar Dark e Light, representam as duas lados da força, basta posicionar-se do lado de cada um deles, boa escolha.Alisson sabia que os imundos comensais não iriam demorar a aparecer, o garoto caminhou em direção ao anjo da paz, que estava tão imóvel, mas não deixaria que nada de ruim acontecesse a eles, com avarinha firme nas mãos o garoto estava pronto para proteger-se e atacar.
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Hannah Eleonora Vanckock

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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Dom Jan 02, 2011 9:54 pm

run fast for your mother, run fast for your father ,
run for your children, for your sisters and brothers.


    Uma coisa que você tem que aprender é que as pessoas não mudam. Algumas amadurecem, mas não mudam. Descobri isso enquanto descia uma das escadas mais longas de Anders, indo em direção ao Habitário de Mascotes, onde Mialle, minha cobra coral – que atualmente era a minha única companhia – dormia. Eu precisava que ela desse um recado para um garoto também Ofidioglota do outro lado do castelo. Adentrei o aposento, buscando Mialle com os olhos castanhos: não a encontrei.

    Aonde você está, Mialle? — murmurei. Sabia que era o suficiente para que ela me escutasse se estivesse ali. — Messtra — Sibilou, vindo ao meu encontro ao sair de baixo de uma caixa velha. — Reconheci sseus passsos, mass não me ssenti ssegura para ssair de meu esconderijo até me chamassse. — Voltei os olhos castanhos para a caixa, arqueando as sobrancelhas. Se aquele era o melhor esconderijo que a minha astuta Mialle poderia encontrar, Anders estava mesmo no buraco. — Fez bem, minha querida. — ela se acercou a mim, então agachei e acariciei sua cabeça carinhosamente, sentindo suas escamas frias sobre a minha pele. — Preciso que encontre o garoto Lobisomen, o loiro, e o convença a vir até o outro lado do castelo, na Área Feminina. Tenho um trabalho para ele. — Sim, o lobisomen era o outro ofidioglota de quem eu estava falando. Assim como eu, antes ele era um puro-sangue absolutamente atraente e talentoso, mas então, aos quinze anos, foi mordido por um lobisomen adulto, contudo, bem como eu, o garoto não perdeu os poderes de bruxo, só adquiriu outras particularidades. Percebi como é interessante que eu saiba a sua história, mas não o seu nome. — Ssim, ssenhora. Imediatamente. — Mialle era tão educada que chegava a dar orgulho. Sorri, levantando-me e permitindo que ela atravessasse a porta, furtiva, sem fazer nenhum ruído. Esse era o bom de ter uma cobra: somente uma pessoa verdadeiramente perceptiva a notaria.

    Saí do Habitário com a intenção de voltar à Área Feminina. Mialle certamente demoraria muito a chegar, e levando em conta que Anders era uma instituição extremamente grande, segura e (quase) a prova de tudo, achei que seria muita sorte se ela voltasse com o Lobisomen, ou viva. Sacudi a cabeça, espantando tais pensamentos, e subindo as escadas enormes, suspirando de cansaço e preocupação. Era de extrema importância que eu fizesse exatamente o que Richard havia feito - fugisse.

    # HORAS DEPOIS #

    Messtra... Levante-se! — Achei que a voz vinha do meu suposto sonho, por isso tentei continuar a dormir na poltrona, sentindo minhas costas e pescoço doerem ligeiramente ao me virar. — Acorda, vampira preguiçosa! — Uma outra voz, desta vez masculina, me surpreendeu tanto que tive de abrir os olhos naquele exato momento. Minha imaginação não era tão criativa, então conclui que a imagem peluda do garoto era real; muito real. — Obrigada, Mialle. Pode vigiar o exterior, por favor? — perguntei enquanto me levantava e ajeitava o uniforme, sem tirar os olhos do Lobisomen. Eu não confiava completamente nele, e em tempos como esse – de acordo com o que Alisson explicara na carta – não deveria confiar em ninguém. — Então... — comecei, quando a cobra atravessou o portão colossal da Área Feminina. — Pode falar em língua de cobra, eu entendo... — ele enfiou as duas mãos nos bolsos e sorriu, sentando-se em uma poltrona a frente. Eu entendi que ele era tão necessitado de se provar quanto eu; sentei-me também. — Tenho assuntos mais importante a tratar com você do que brincar de ofidioglossia. — retruquei, sentindo o ar ficar levemente tenso entre nós quando ele franziu a testa. — Como conseguiu entrar aqui? — fui direto ao ponto, impaciente. — Mialle. Ela confundiu o feitiço de Reconhecimento de Sexo na quarta escada. Devem ter achado que nós éramos a menina com cara de cobra do sexto ano. — ele riu pelo nariz. Era um garoto astuto, cauteloso e objetivo. Pude perceber isso olhando dentro de seus olhos azuis, dos quais eu não me desviei nem por um segundo – tudo na tentativa de encontrar um brilho de malícia ou insinceridade. — Como sabe o nome dela? — era necessário pegá-lo de surpresa, para que eu conhecesse ao máximo suas táticas. Esta guerra havia se tornado um jogo onde somente os mais fortes e espertos sairiam vivos. Era preciso que o Lobisomen fosse os dois. — Eu perguntei e ela me disse. — respondeu, dando de ombros como se fosse óbvio. — Aliás... — ele estendeu a mão. — Meu nome é Mark Steve Coote. — finalmente eu sabia seu nome, e o melhor disso tudo era não ter perguntado nada. Dava a impressão de que eu não estava interessada em seu nome, aparência ou qualquer outra coisa que o Lobisomen ostentava. Ponto para mim! — Não vou apertar sua mão até termos nosso acordo acertado. — sentenciei, sentindo-me vitoriosa. Ele pareceu curioso com essa afirmação e baixo a mão, pronto para ouvir o que eu tinha a dizer. Não era de se admirar que um garoto sem amigos se rendesse facilmente às minhas habilidades de persuasão.

    # POUCO TEMPO DEPOIS #

    Vampiros que não se davam bem com Lobisomens era coisa do passado. Mark sorriu para mim, indicando que o caminho estava mais do que seguro. Em pouco tempo de caminhada, nos escondemos dentro de um armário vazio para dar início ao plano arquitetado em tão pouco tempo, mas que tínhamos certeza que daria certo – e, se não desse, seria melhor ainda.

    Deseje-me sorte. — Mark disse, antes de sair com Mialle enrolada em seu pescoço para a Área Masculina. Eu me despedi dele com um aceno de cabeça, pois dificilmente nos veríamos de novo. O bom era que parte dele era a mais fácil do plano, a mais complicada era a minha.

    Menos de cinco minutos depois, Mialle voltou sozinha dizendo-me que o caos já se havia se formado na Área Masculina. Eu lhes disse que a parte de Mark era fácil: ele só teve de ir ao dormitório dos aquáticos e dizer que as meninas estavam planejando pôr fogo na escola (como prova, ele mostraria Mialle, diria qualquer coisa em língua de cobra e os garotos acreditariam facilmente, conforme o plano).

    Saí o mais rápido possível, com Mialle também enrolada em meu pescoço, pois era onde ela gostava de ficar. Quando terminei de subir as escadas, estava praticamente acabada, mas consegui encontrar forças para entrar em um dormitório qualquer e dizer às meninas que os garotos estavam com um complô contra nós, e que eles atacariam a qualquer momento. Não foi difícil de acreditar ao vê-los se aproximando de nós com baldes de água e caras raivosas (o mesmo digo para os meninos, que quando nos viram levantadas somente acreditaram ainda mais nas palavras de Mark).

    Porque querem fazer isso? — um dos meninos gritou no meio da multidão, destacando-se por um momento. Ele teria uma forma humana normal, se não fosse pela cauda de peixe e algumas escamas espalhadas pelo corpo. — Vocês não tem noção, não? — eu me senti empurrada para o lado neste exato momento. Algo me dizia que havia uma discussão a caminho. — NÓS NÃO TEMOS NOÇÃO? — retrucou a garota descendente de veela que havia me empurrado. Ela, diferente das outras, era negra e tinha olhos muito verdes. Diziam que isso se devia ao fato do gene de veela ter pulado algumas gerações de sua família; quando nasceu, nasceu negra, mas com todos os poderes e temperamentos de uma veela. — VOCÊS QUE CONSPIRAM CONTRA NÓS DESDE OS TEMPOS DE ELIZABETH ANNE PETROVA ANDERS! — ela lembrava o nome da fundadora, eu me surpreendi. Nunca sequer prestei atenção em uma aula de História em Anders: somente a ideia me parecia cem vezes mais chata que as outras. — OLHEM! — Mark gritou, deixando meus pensamentos em segundo plano. — É MESMO VERDADE! VAMOS ATACAR!

    Nem preciso dizer que a batalha que se seguiu não foi nada sangrenta, porque os alunos de Anders sempre tinham algum medo, alguma impotência. Posso dizer que foi patética: o garoto com rabo de peixe só fez correr em círculos, enquanto a descendente de veela jogava bolas de fogo nas pilastras, que tombavam para os lados com tamanha a força do ataque, mas Mark era forte o bastante para fazê-las cair nas paredes ao invés de nos alunos. A minha tarefa e a de Mark era manter todos seguros, mas ninguém queria, de fato, machucar ninguém, só assustar. E isso resultou em um buraco gigante na parede.

    PAREM, SEUS IMBECIS! CHEGA DESSA MERDA! — berrei alto o bastante para sobrepor minha voz aos gritos e protestos da batalha. — VEJAM: TEMOS UM JEITO DE NOS LIBERTAR, O QUE ESTAMOS ESPERANDO?

    Aos poucos, consegui o que queria. As pessoas começaram combinar jeitos de fugir umas com as outras, excitadas demais com a possibilidade de se libertar da imensa e metódica instituição de Anders. Eu logo consegui um garoto com asas de Testrálio que aceitou me levar para onde eu quisesse. Subi em suas costas, me agarrei em seu pescoço e ele levantou vôo. A maioria dos alunos de Anders que sabiam voar também levavam um ou dois que não sabiam em suas costas, outros iam de vassouras e, assim, conseguimos libertar todos.

    No meio da multidão que vinha do céu, avistei Mark. Eu sorri para ele em agradecimento e ele retribuiu. E talvez, só talvez, eu realmente pudesse confiar em alguém.


leave all your loving, your loving behind ,
you cant carry it with you if you want to survive.

ROUPAS. Link.
INTERAÇÕES. Mark S. Coote (NPC); Mialle (NPC).
MÚSICA. Glee, Dog Days Are Over.
OBSERVAÇÕES. Eu sei que ficou muito grande e ruim, mas eu precisava postar isso, tá? HAHAHA.
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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   Seg Jan 03, 2011 1:24 pm

Finalizado com sucesso.

E o alvoroço estava feito, tudo voava para lá e para cá, pedaços de móveis e paredes estavam no chão, espedaçados, jovens feridos e com medo. Outros tão venenosos que queriam matar os próprios “amigos”. Toda uma batalha controlada apenas por uma jovem seguidora das trevas e seu primo curioso que conjurou uma marca negra tão tenebrosa que poderia deixar todos os presentes mortos, inclusive eles dois.

Dark, o espírito maligno e de trevas estava desaparecendo em uma fumaça negra e imediatamente Sarah Collins e Theodoro Lestrange também foram envoltos por tal fumaça, a vampira legitima estava os levando com ela.

Light, o espírito bondoso de luz estava desaparecendo em uma fumaça azul perolado e levando consigo todos os outros jovens que ali estavam.

Três seguidores das trevas [sendo um homem e duas mulheres] chegaram ao local e o colocaram a baixo. Ninguém do Ministério da Magia brasileiro apareceu no local, mesmo os rastreadores de todos os alunos tendo os entregado e a marca negra Lestrange ter sido conjurada no céu.

Todos os papeis, planejamentos e nomes dos antigos membros da ordem da fênix [alguns ainda vivos e na ordem, outros vivos e fora dela] foram parar nas mãos de Philip Black Lestrange Collins, o Lord das Trevas.


Citação :
Light levou todos os que estavam do seu lado para a mansão dos Collins, que aparentemente estava deserta [apenas Gioconda esta lá e era na cozinha] então todos os alunos que participaram do evento podem começar a postar lá.

De lá a trama continua =*
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MensagemAssunto: Re: Salvador, casarão abandonado.   

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Salvador, casarão abandonado.
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