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 O passeio em Legilismeade (Evento 04)

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AutorMensagem
Evilyne Grouph

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Maio 22, 2010 10:11 pm

O homem andou até uns 3 metros de distancia de mim, e eu consegui manter um rosto doce e uma expressão tranqüila, até mesmo com ofensas sem cabimento.

- Aah, isso meu querrido? – abaixo a manga da blusa para mostrar a marca negra sobre o peito esquerdo, que quase sumia em minha pele branca- Não me julgue porr meu passado. Conheci a Lady antes de me torrnar vampirra, mas me afastei dela tarrde de mais. Não á vejo á séculos. Passei algum tempo prresa na Frrança, mas paguei porr meu passado, estou regenerada. Mas, vocês aceitam o verrdadeiro Philip com a marrca, e isso não muda a adimiração que tem sobrre ele. Não é mais a marrca que constrroi um individuo.

Levantei a manga da blusa e abaixei a cabeça. Obvio que eu estava mentindo, mas o convívio com Joanne me ensinara alguns truques, e ninguém desconfiaria de palavras com tamanha sinceridade. Dessa vez, eu me superei, a interpretação foi perfeita, e diria que se fosse possível, uma lagrima teria escorrido de meus olhos em uma demonstração de falso arrependimento
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Jose Silva

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Mensagens : 32

MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Maio 22, 2010 11:15 pm

Ah minha querida.. Meu filho faz exatamente assim quando quer faltar a aula... Esse truque não cola! – Fabio já estava visivelmente irritado com a moça. Ela ainda parecia não ter se tocado que ele não estava dando a mínima atenção para os seus choramingos, afinal ainda empunhava a varinha contra ela.

Outro homem adentrou a loja. Este era mais um dos professores da academia, carregava um bastão e chamava as vezes a atenção para si. Ele disse qualquer coisa sobre Hunter estar a solta, e falou mais sobre os talismãs, pulseira e a profecia.

Mais uma vez, Fabio sentiu o estomago bater contra o chão. Aquele homem, apesar de parecer mais um maluco falava demais, e o pior, falava verdade. Talvez aquela fosse a hora para sair do bar, Fabio ainda não tinha certeza de Emily poderia se virar sozinha ali, mas também não tinha mais certeza se as crianças estavam bem. E foi com este ultimo alrgumento da moça que ele encontrou finalmente uma brecha para ir embora. O melhor que ele podia fazer naquela hora era fingir que caiu naquele truque e sair dali. E foi assim que ele fez.

Oh, eu sinto muito, talvez tenha razão, nóss... Não devemos ver as pessoas por suas marcas! – O homem desculpou-se com a moça beijando sua mãe e saindo do bar. Cauteloso, todo cuidado naquele lugar era pouco, afinal, nunca se sabe quando se está na mira de uma varinha. Mesmo assim, o homem atravessou a porta em segurança, chegando a rua, onde se encontravam as crianças que ainda estavam por lá.

Também estava ali Dalmo, o elfo, que insistia freneticamente em se debater e se castigar, enquanto uma garota tentava acalma-lo. O homem se aproximou das crianças um tanto quanto pálido. Talvez as assustasse, talvez não, mas em todo caso, seria melhor avisa-las. E foi assim:

Aqui não é seguro, não sei se na escola é seguro, não sei onde está seu pai Sarah, e vocês precisam fugir daqui! Luna! –Disse Fábio, se dirigindo a garota, enquanto procurava algo no bolso. Ele retirou de lá uma grande chave de metal, que nenhuma das crianças conhecia, ou tinha visto antes.

Luna, esta é a chave da cabana do guarda caça dentro da escola. Lá vão encontrar uma lareira e também o pó de floo, se não sobrar mais nenhum lugar vocês vão direto para casa do vovo... – As crianças olharam um pouco perplexas, afinal, não era avô delas, mas era assim que Fabio tinha conectado a sua lareira. Ele continuou – É só fazer! – Fabio terminou a frase, sabia que as crianças estariam protegidas muito longe da escola. Elas apenas não sabiam onde iriam parar se usassem aquele pó, mas, afinal, sempre tinha um medroso para fugir. E agora, tão importante quanto as outras crianças era Júpiter, que não tinha absolutamente nenhuma informação sobre as tais pulseiras, os talismãs ou qualquer outra coisa. Fabio se pronunciou uma ultima vez aos garotos enquanto entregava a chave a Luna, agora se dirigia a Sarah, que parecia cada vez mais nervosa, mas agora de uma maneira muito mais meiga, assim como são as crianças.

Menina, todo mundo é suspeito a partir de agora. Se for procurar pro Philip seja cautelosa e preste muita atenção nos detalhes! E olho nos amigos! Bem crianças, eu já vou indo, também tenho uma família para cuidar! – E assim ele se despediu, vendo o mundo girar em umas 10000 cores diferentes, enquanto aparatava para muito longe, se desligando do vilarejo e de todo o caos presente ali.

Off: Finalizei por enquanto, ^^ ... Preciso buscar o Júpiter e o Zé, mas deixa a poeira baixar aqui... Neste post Tithus ainda não mora conosco, então ele não aparece. A partir de agora estão proibidos de usar qualquer um dos meus personagens para qualquer coisa, MENOS as crianças que podem responder a este ultimo post, sacaram? Aqueles que não gostam da idéia de morrer e não tem pra onde ir, sigam a Luna, também ta todo mundo proibido de sacania com a minha rota de fuga, ela foi feita pra fugir... ^^ É isso, até depois meus queridos! Off
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Edward Crowley

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 12:34 am

depois de varox se apresentar a grupo, todos falaram com ele, mas realmente ele Não sabia quem eram eles, logo para sua sorte ou não chega a Funcionária Do Castelo Emily
- Mais uma vez você metido nesta história Phil? Não acredito. Não pode ser... Não novamente!
a menina que se dizia ser filha de Varox, faz uma pergunta, mas varox não estava ali para responde garotinhas, apenas a olha, sem dizer nada.
Então Emily levara todos os alunos para dentro de uma loja, Fábio outro Funcionário do Castelo chegara a arrasta a menina que não queria sair de perto de Varox.
Dentro da loja a Funcionária do Castelo parecia sabe muito sobre o que estava acontecendo, fez muitas explicações aos alunos que perguntavam assustados, mas a surpresa foi que ao termina sua conversa com seus alunos,
Inesperadamente ele pára e aponta a varinha em direção a Varox

- Quem és tu que estás no meio de nós e nem mesmo se identificou?
Varox estava com uma face calma, e logo Fábio também sacou sua varinha,
Varox era um alvo fácil e o efeito da porção polissuco estava para acaba a qual quer momento.
Coisas inesperadas estavam acontecendo, não estava acostumado a uma recepção tão calorosa assim já havia me esquecido como e bom ser o centro das atenções.
A menina que acreditava que eu era seu pai entra na minha frente, mas o Funcionário grandalhão pego ela a força.
A situação ia saindo do meu comando, se é que alguma hora ela já esteve. Eu me via em um momento de pura adrenalina um movimento errado eu era um comensal morto.
Então o rapaz que me chamava de padrinho abriu a porta, para minha sorte ou não.
Uma coisa estava a dar certo eu não estava sozinho Evilyne Grouph a vampira acabara de entra na loja, o circo, ou melhor, a loja iria pego fogo.
Eu estava começando a gosta da situação, para melhorar só faltava a presença de Joanne e Snape.

"que grande festa em, azkaban nem se compara a isso"
então Fábio reparo do olha com que a menina deu para mim, e deduzia que a moça era uma cúmplice.
Apontando a varinha para ela e ameaçando e xingando com frases tolas, reparei que
Emily não tirava atenção de mim, mas eu não esperava fazer nem um movimento não ali não agora.
Ouvir uma grande conversa entre Evilyne Grouph e Fabio Xavier
O grandalhão estava certo que ela era minha Cúmplice.
Eu tinha que falar já estive quieto de, mas, e minha forma estava mudando,
Logo o efeito passara e eu voltaria a ser Varox o Comensal fugitivo.

- bem, agora quem falar é eu.
dentro da loja agora só se encontrava os três. Emily esta a presta atenção em mim, mas Fábio e Evilyne continuaram a conversa. Evilyne fez uma apresentação teatral, agora cabe a minha parte
Não complica, mas a vida da moça e ganha tempo ate que...

-vocês não querem sabe quem sou eu.
-Pois bem sou o, mas novo fugitivo de azkaban
-Edward Varox, Comensal da morte e por alguma forma um escolhido.
-Você e Fábio NE, e você Emily Vanckock

as apresentações estavam feitas, mas eu realmente não esta afim
De briga, mas a situação era inevitável, mas ainda precisava limpar
A barra a Vampira.

- essa vampira não e minha conhecida, a única mestiça que tem minha
Lealdade e Joanne, meu princípios não levaria ter relacionamentos
Amigável com gente como ela, assim você me ofende rapaz.

varox da uma risada não muito alto, com um tom debochado.
O efeito da porção havia acabado, e agora ali estava um homem forte
De cabelos pretos com cara de mal, um pouco tenso com a situação
Que se meteu.


Última edição por Edward Varox em Dom Maio 23, 2010 7:47 pm, editado 1 vez(es)
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Sarah Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 1:49 am

Narração - Minhas falas - Meus pensamentos

"O choque"

Eu ainda me debatia, e gritava tentado me livrar do braço do guarda caça do castelo, mais todas a minhas tentativas eram em vão, já estava cansada mas minha vontade de ajudar meu pai era maior e eu resistia firmemente. Mesmo entre gritos eu ouvi a voz do brutamontes sussurrando ao meu ouvido.
- Não é o diretor...
Ele simplesmente falou isso e me soltou lentamente pensando que tinha me convencido, aparentemente estava mais preocupado com a presença de uma mulher estranha e encapuzada que havia entrado na loja e observava a cena sem nada falar. Os outros saíram correndo para fora da loja, mas me ver livre daqueles braços enormes a primeira coisa que pensei foi em correr para perto do meu pai, que não deu nem tempo de colocar a minha idéia em prática, senti alguém me segurando pelo braço, era minha prima.

- Sarah vamos sair daqui, ele não é o seu pai.
Olhei para Lili enquanto ela me puxava para perto de Spekos, e tentei convencê-la do contrário, mais ela parecia ter convicção do que dizia.
- Como assim não é meu pai Lili? Mas o que há de errado com vocês?
Eu tentava me soltar da mão dela, mas eu já havia gasto energia demais com Fábio, e acabei me deixando conduzir por minha prima, mesmo contra minha vontade para fora da loja, olhando para trás para o homem que eu pensava ser meu pai.
– Sarah, olha a roupa do individuo, o tio Phil nunca de vestiria assim.

Só quando Lili falou isso que eu percebi, o homem parado no meio da loja, estava vestido com roupas horríveis, meu pai nunca usaria uma roupa daquelas, eram feias, velhas, encardidas e totalmente sem estilo. Finalmente minha ficha caiu, finalmente entendi que aquele não era meu pai, e todos já tinham percebido isso, menos eu de tão cabeça dura que sou.

Já fora da loja, Lili ainda sem me soltar perguntou se eu estava bem, ela parecia realmente preocupada comigo, ao contrário de Spekos que parecia nem querer encostar em mim, e só ajudou a me tirar da loja por causa dela, “nossa,eu sou tão repulsiva assim?. E por falar nela, Lili não parecia estar nada bem, estava pálida e com uma aparência horrível parecia estar precisando de apoio naquele momento, toda aquela história não fez nada bem pra ela, percebi que ela olhava para o namorado como se implorasse por um abraço, mas não ia até ele por medo de me soltar, “ela tá mesmo preocupada comigo...” e isso me deixou um pouco abalada, ninguém nunca me protegeu e se preocupou comigo daquele jeito, a não ser meu pai. Mais hoje não só Lili como aquele guarda caças que eu nem sequer lembro o nome, me impediram de colocar minha vida em risco, é difícil para mim acreditar que alguém se importa comigo.
- Pode me soltar agora Lili, estou bem, não precisa se preocupar...

Senti a mão dela se afrouxando em meu braço e quando finalmente me soltou, ela parecia aliviada, e depois de um último olhar ela foi para perto de Spekos, e eu continuei ali, sozinha como sempre já que assim como Spekos, ninguém gosta muito de ficar perto de mim. Estava fora da loja mais estava perto da porta e podia ver tudo o que acontecia lá dentro, via o grandalhão que antes me segurava, apontando a varinha e interrogava a mulher de capuz que parecia ser uma vampira enquanto ao mesmo tempo, do lado de fora, Luna recebia uma pulseira vermelha das mãos do elfo estranho, a irmã de Lili chegava na roda e perguntava algo para Alisson e Emílio Fox o professor de Adivinhação,que se tornou uma lenda, sendo conhecido como o último Joieno vivo, já chegou apontando um bastão para a vampira misteriosa.

Eu via as cenas mais não escutava nada, minha mente estava perdida num vácuo completamente vazio onde nada fazia sentido, meu pai não era meu pai, eu era uma das sete escolhidas para salvar a magia, minha vida dependia de um pulseira, e pior...todo o mundo mágico dependia de mim. Fui despertada subitamente desses pensamentos ao ouvir uma coisa que me deixou em choque.
-...Saibam que um de nós irá morrer. Irá sim.

Ao ouvir isso me senti caindo em um abismo profundo, de repente me senti tão indefesa e frágil, mas ao contrário de Lili não havia ninguém ali perto de mim para me abraçar, e me acalmar, esse provavelmente era o momento que eu mais precisava de apoio e nem meu pai estava ali para me ajudar. Me sentia extremamente sozinha e com tanto medo que mais parecia uma criança perdida num quarto escuro implorando para que ascendam a luz.

“Cadê você pai ?...” encostada na parede do lado de fora da loja, fui escorregando lentamente até me sentar no chão, minhas pernas tremiam e provavelmente não agüentaria ficar em pé por muito mais tempo, com as pernas encolhidas fiquei ali olhando para o nada, enquanto uma lágrima involuntária teimava em escorrer de meus olhos contra minha vontade, sei que para muitos essa cena seria estranha, quem iria imaginar um dia ver Sarah Windsor Collins demonstrando tanta fragilidade? Mas nem mesmo eu sou de ferro, e apesar de não parecer, também tenho sentimentos, sentimentos esses que quase diariamente são feridos por palavras que doem, e eu me esforço ao máximo para não demonstrar. Mais hoje foi demais, o peso que sentia em cima de mim era muito grande para suportar, pelo menos sozinha.

Logo Fábio saiu da loja com uma cara nada boa, e se aproximou de nós dizendo que não era seguro ficar ali, e que não sabia onde estava meu pai, vi ele pegar uma chave grande de metal e entregar para Luna, era a chave da cabana de caça, mandou que fossemos todos para lá e usássemos a rede de Fluo para fugir, que fossemos para a casa do vovô, eu não sabia quem era o avô dele mas se ele estava mandando ir para lá, é porque devia ser seguro. Me surpreendi quando ele se virou para mim para me alertar.
- Menina, todo mundo é suspeito a partir de agora. Se for procurar pro Philip seja cautelosa e preste muita atenção nos detalhes! E olho nos amigos! Bem crianças, eu já vou indo, também tenho uma família para cuidar!

Ainda fiquei parada mesmo depois dele aparatar, imediatamente Luna assumiu o comando e mandou que a seguíssemos até a cabana, eu não me movi, estava em dúvida se queria sair dali ou não, queria saber quem era o homem que se desfarçara com o corpo do meu pai, mas pelo jeito o clima dentro da loja estava esquentando, seria perigoso ficar ali em pleno fogo cruzado, não tive muito tempo de pensar, logo senti mais uma vez uma mão me puxando pelo braço e desta vez nem precisei olhar para saber quem era, Lili é claro, desta vê não resisti e deixei ela me guiar para onde quer que fosse.
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Leonel Menezes



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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 8:39 am

Não gostava muito da idéia de abrir sua loja aos domingos, mas aquela era uma exceção, pois haveria um passeio dos alunos da Aml e esta seria uma boa chance de lucrar e aproveitaria para vê seu filho e seus sobrinhos.

O dia já começa movimentado a ponto de não permitir a Tiago que ele saísse para dar uma voltinha, não precisou, pois sua loja havia sido praticamente invadida por um grupo e ele pode notar pulseiras coloridas, e ai ligou tudo tinha chegado o dia. Os quatro foram reunidos.
Seu filho o explica tudo que estava acontecendo, Tiago tinha que agir rápido e mandou alisson levar seus amigos em segurança para salvador, através da rede de flu.

A primeira reação de Tiago foi apontar sua varinha para o falso Philip que há esta hora já tinha sido identificado como Varox. Ainda com a varinha apontada para ele Nanda sua empregada despachar uma coruja para seu irmão.

Para completar Emilio havia entrado e estava agora apontando o seu talismã do destino para a vampira. E sai dizendo que iria morrer. Ainda apontando sua varinha para varox, fala algo inaudível a não ser pelo filho, eram instruções
“você é capaz, toque-o quando mais suave for a musica melhor. Não perca tempo.”



Volto minha atenção para o comensal. E fico aguardando o desfecho da situação.
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Edgar Morrison

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 8:54 am

Ainda estava no ministério da Magia quando recebi uma coruja do meu irmão Tiago que me informava que varox estava no vilarejo sob a mira de sua varinha em sua loja. Ele não iria escapar Alastor aparata em frente à porta da Jkr logros. E percebe que suas duas filhas estavam lá, só teve tempo de dizer.

saiam daqui rápido. Obedeçam a seu primo. Ele e a pessoa mais capaz neste momento.

Entra rapidamente na loja com sua varinha apontada para o comensal fugitivo.

-- pensou que ia escapar assim tão fácil?

Continua ali preparado para lutar, não perderia tempo. Seria tudo ou nada.
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 9:37 am


O talismã, parte dois.


A cada momento que passava as coisas iam ficando mais tensas e perigosas. Não poderia deixar seus amigos ali, eles não seriam capazes de ajudar mesmo sendo escolhidos.

Ao sair da loja percebo que uma vampira entra na mesma, e que logo depois o seu professor de adivinhação havia chegado e que portava o talismã do destino da joie e o havia apontado para a vampira e tinha revelado aquilo que ele não tivera coragem de fazer. Que um iria morrer. Ainda absorto em pensamentos seu pai o diz para usar o talismã do destino ao mesmo tempo em que me dava instruções, mal sabia ele que eu já o tinha usado antes e que dominava o talismã ao menos com criaturas não humanóides.

Mais um reforço havia chegado seu tio, que bradou algo para suas filhas. O vidente não perdendo tempo diz para seus amigos que ainda estavam ali.


-- vamos vocês irão usar a rede de flu, vamos pelos fundos da loja.

Assim que eles o seguiram deu as seguintes informações.

-- tudo isto está acontecendo porque os quatro talismãs estão reunidos. E é muito perigoso ficar aqui, spekos leve-os para sua casa e sem discussões, não se preocupem comigo eu não sair daqui agora.

Dizendo isso entrega um saco cheio de pó de flu para seus amigos, e retira da parte interior de suas vestes um estojo de poções o abre e de lá retira uma caixa cofre de onde retira uma flauta amarela.

-- sim, este e o talismã do destino da Hakí, vão não percam tempo.

Dizendo isso começa a tocar sua flauta. Suavemente fazendo uma oitava demorando mais pela clave sol. Uma musica tão suave que encanta e que adormece. Seus olhos param em Dalmo o elfo domestico e através da musicalidade o da à seguinte ordem.

-- vá e ataque a vampira dentro da loja.


Alisson entra na loja sem que ninguém o percebesse e se esconde em lugar estratégico onde era capaz de perceber tudo que estava acontecendo sem que ninguém o visse. Antes de começar a tocar faz com que seu pai o visse. Seu pai então lança dois feitiços de proteção em volta do garoto.

Alisson fica ali e depois começa novamente a tocar uma musica tão suave como nunca tinha tocando antes. Pequenas fadas mordentes aparecem por ali e pela musicalidade o vidente ordena que elas o protejam a musica continua a ser ouvida por todos, mas eles não eram capazes de distinguir de onde ela vinha. O vidente seria capaz de ficar horas tocando sem parar. Com seus dedos percorrendo o corpo da flauta e seu sopro fazia com que uma magia tão poderosa fosse realizada.
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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 10:03 am

Eu estava um tanto quanto entediado ate receber uma coruja do meu filho dizendo que as coisas estavam ficando estranhas em Legislimeade, e que poderiam haver vampiros e comensais envolvidos, e que ele estava proximo a Jkr logros, fiz uma rapida releitura da carta para constatar que era realmente do meu filho não perdi tempo a aparatei la perto, estava realmente uma confusão, Alastor ja havia chegado, ele o viu entrando na loja apressado e pelo vidro pode ver que la estava ele, la estava Varox, e onde tinha Varox, provavelmente Joanne tambem estaria, eu corri para dentro da loja junto a Alastor, e rapidamente apontei minha varinha para o comensal, não era preciso dizer nada, eu so me preocupava agora com meu filho, mais ele se sairia bem, eu so tinha medo de que acontessece denovo, muitas emoçoes, se ele saisse do controle, não sabia oque poderia acontecer.
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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 1:15 pm

Eu tambem ja havia começado a passar mal, minha cabeça parecia que ia explodir eu ja não fazia ideia de mais nada, so que eu havia mandado uma coruja para meu pai, e que eu o vi de relançe entrando na loja, Luna nos levava para os fundos da loja, seguindo as recomendações de Fabio, para que fossemos ate a lareira para ir para a casa do guarda-caça pela rede de flu, mas Alisson disse:

-- tudo isto está acontecendo porque os quatro talismãs estão reunidos. E é muito perigoso ficar aqui, spekos leve-os para sua casa e sem discussões, não se preocupem comigo eu não sair daqui agora.


Quando chegamos aos fundos da loja eu chamei Lilian, Luna(irmã de Lilian) e Sarah para o meu lado e as mandei para minha casa, que foi temporariamente ligada a rede, depois que elas se foram eu me virem para o restante e disse:

-Quem quiser vir para minha casa sera melhor, ela é bem mais segura, eu recomendo a todos virem, é so dizerem claramente ''Residencia dos Mertenz''.


Eu entrei na lareira e disse: ''Residencia dos Mertenz'' e joguei o pó de flu ao meu lado, o fogo verde-esmeralda me consumiu e eu me vi girando e girando ate chegar em casa e constatar que as garotas estavam bem...

Spoiler:
 
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Edward Crowley

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 6:04 pm

a situação dentro a loja só complicava, mas para Varox agora tinha dois aurores experientes e uma funcionário do castelo todos com varinhas
Erguidas em sua direção, Alastor chegara ao local e isso era tudo que varox queria.
Na que Le momento sua morte era certa, ele tinha que ganha tempo
Mas sua vontade de vingança era tanta ainda, mas quando Alastor diz

- pensou que ia escapar assim tão fácil?
varox rapidamente com forma de defesa pega sua varinha, mas sabia
Que não tinha a menor chance de defender tantos ataques e o mesmo tempo, ali parecia seu fim

-olá Alastor você também esta aqui, parece que todos os convidados já chegaram.
-tudo que eu queria era ver você aqui rapaz.
-não imaginava que esse dia iria chegar assim três contra um.

agora varox esta com a varinha apontada a Alastor seu ódio
Por vingança ao auror era clara ele nem imaginava sair da que La situação
Mas será que vai dar tempo de varox cumpri sua vingança e defender
Todos aqueles ataques, afinal aqueles ali presente eram muito experiente
E varox esta enferrujado de, mas para duela com três.
Onde estaria Snape e Joanne.
Evilyne era de grande ajuda agora, mas só, mas alguém e aí esta tudo
Certo e guerra iria começa, eu estava pouco me lixando para historia
De escolhido

"dane-se o mundo da magia"
Pensava o comensal agora muito tenso
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Luna Farrel

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 23, 2010 10:40 pm

Fabio sai da loja com um ar preocupado, e me entrega uma chave antiga, mandando-me levar meus colegas em segurança para a casa dele. Posso afirmar que não confiava muito naquele homem, e qual a garantia de que estaríamos seguros na casa dele? Em minha opinião, se por alguma razão meteram agente em uma encrenca dessas, é por que deveríamos ser capazes de se safar. È incrível como aquela pulseira me fez mudar a visão de toda a situação, já que antes eu seria a primeira á querer fugir dali, mas agora algo me prendia á toda historia, e eu adoraria acompanhá-la até o fim. Alisson chega então, dizendo para Spekos nos levar á casa dele, onde estaríamos seguros. E agora, o que devo fazer? Seguir as instruções de Fabio e ir para a “casa do vovô” ou ir para a casa de Spekos? Deveria decidir logo, por que meus colegas já começavam á mover-se para o local onde o garoto estava indo. Alguns colegas me olhavam para ver minha reação, já que era responsável segundo Fabio. “Não me olhem assim. Andem vamos enfrente”. Segui meus colegas até onde usaríamos a rede de Flu para chegar á casa de Spekos. Esperei até que todos passassem pela lareira, e então adentrei com um punhado de pó entre as mãos. Jogando o fino pó na lareira, fui tomada por chamas que não causavam dor e meio assustada (a primeira vez com esse método de viajem é assustadora) pronunciei: “Residência dos Mertenz”. Senti meu corpo rodopiar e parecia que um gancho puxava meu corpo pelo umbigo, e logo depois cair de joelhos em um chão de pedra polida. Estava segura, enfim. Mas... Por quanto tempo?
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Evilyne Grouph

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 24, 2010 12:58 pm

O grandalhão que havia me encurralado abaixou por fim a varinha, tentando passar a idéia de ter acreditado em minha interpretação. Mas, o individuo não sabia que nós vampiros podemos captar mentirosos á nossa volta? Contudo, não forcei a barra, estava livre por fim, mas meu amigo Varox estava em uma fria, literalmente. Continuei ali sentada observando, meu amigo suando em bicas. Precisava esperar o melhor momento certo, já que eram três contra dois. Varox não falava coisa com coisa, tentando se passar por forte. Senti minha marca arder. À anos isso não acontecia, achei até que não iria voltar á acontecer. Mas isso significava que a Lady estava ali, o que eu já sabia, e que talvez precisasse de nossa ajuda. Alastor apontava a varinha para Varox com um sorriso de uma criança que se depara com uma pilha de brinquedos no Natal. Era realmente incrível como o sangue de Alastor era saboroso para mim, talvez por que a privação de sangue humano nos últimos dias estivesse me deixando mais sensível á esse tipo de alimento. As crianças foram retiradas do local, e isso representava para mim que eles achavam que iríamos atacar. O que era bem provável. ‘ Vamos lá Varox, mecha-se. Me de um sinal de onde a Lady esta. Nós precisamos dela!” como eu queria que ele pudesse escutar meus pensamentos. Mas, como era impossível, esperei ali pronta para qualquer coisa que nos levasse á uma batalha.
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Hannah Eleonora Vanckock

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Player : Sizca

MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 24, 2010 8:37 pm

Despertou. Não pelos passos das pessoas que corriam a sua volta, ignorando-a, mas por conta de uma insistente coruja que bicava sua orelha direita. — Animal idiota! — exclamou, sacudindo as mãos tentando espantá-la, porém parou ao perceber que o bicho carregava, consigo, um bilhete. “Será que Richard...?”. Antes que pudesse completar o pensamento, agarrou a coruja com avidez e arrancou a mensagem de suas pernas, machucando-a. Quando terminou que ler a carta pela primeira vez já havia se levantado. — Não posso acreditar que ele esteja aqui! — disse, sorrindo pela primeira vez naquele dia; sentindo-se realmente feliz após tanto tempo. Uma inédita sensação de euforia apoderou-se dela.

Não entendia por que pessoas a sua volta estavam tão desesperadas com aquele arco-íris (que, ao seu olhar, passou a ser uma das coisas mais lindas que já vira). Passou a esquadrinhar todo o vilarejo, em busca de algum vestígio de que ele estivesse à sua espera, mas nada encontrou, senão lojinhas que aos poucos se fechavam. “Ou ele ainda não chegou ou é o mestre dos disfarces”. Então se lembrou dos olhos cor-de-rosa que a encantaram no dia em que o conheceu. E isto ele não podia mudar, pensou ela, aquilo fora — e ainda era — a chave para o amor de ambos.

Amor? É, amor. Por mais que Hannah quisesse negar, dizer que era apenas uma amizade colorida — tão colorida como o arco-celeste que cortava o céu naquele dia —, acabou percebendo que estava apenas tentando enganar a si mesma. Queria estar perto de Richard por mais que as pessoas (Racchel) dissessem que aquele garoto deveria ser evitado a todo custo. Ela não se importava mais se o sangue dele fosse Mestiço; ela não se importava mais se ele fosse um vampiro; ela só queria a ele, pois era ele que a fazia feliz.

Ela até havia se esquecido do motivo porque queria Richard ali, arriscando-se. Suas entranhas se contorceram desconfortavelmente ao pensar nas perguntas broxantes que tinha para fazer. "Droga”. Por algum motivo, sentia que o Richard que conhecera estava radicalmente mudado, mas seus pensamentos foram interrompidos por uma mão muito gelada que pousou em seu ombro. Virou-se lentamente, perguntando se seus temores se confirmariam: era, de fato, sua falecida prima. — Oi, Hannah — cumprimentou Miranda, com um leve tom melancólico na voz e um meio-sorriso, dignos de pena. — O que você está fazendo fora do castelo, Fox? — indagou, antes que pudesse se refrear. Miranda fitou-a com desaprovação, deixando bem claro que considerava a atitude da prima um tanto quanto mal-educada. — Fantasmas não são como quadros, sabe. Eles podem sair por aí, se quiserem. — A ideia de Miranda como quadro em uma das paredes da Academia de Magia Legilimência foi o suficiente para fazer com que Hannah abafasse uma gargalhada, fingindo que tossia violentamente, com a mão à frente da boca.

Antes que você se entretenha em excesso com isto aí na sua mão que, aliás, se alguém chegar aqui perto poderá ler, como eu acabo de fazê-lo — disse a loira em tom vitorioso. A morena apressou-se a guardar a carta de Richard em sua bolsinha de couro azulada, com os olhos arregalados; ficara vermelha de raiva. — Devo informá-la que esta pessoa está mais próxima que você imagina. — completou, seu sorriso se alargando bondosamente. Hannah não compreendeu como alguém em tal estado ainda pudesse sorrir. — Como você sabe?— Miranda pareceu gostar da pergunta. — Aprendi muitas coisas das quais você nem sonharia. A única coisa que não sei até agora é o que eu não sei. — completou, com um sorriso divertido. Hannah ficou imaginando se todos os fantasmas eram tão idiotas quanto aquela menina que, por algum motivo, tinha o mesmo sobrenome que ela. — Conheci um bruxo da Eslováquia que morreu comendo sapos de chocolate pela primeira vez aos quarenta anos... Ele era alérgico, entende.

Olha, você vai dizer o que veio fazer aqui ou não? — perguntou, abruptamente, sem fitar a prima prateada que flutuava à sua frente (estava mais preocupada em voltar a procurar algum sinal de Richard pelas redondezas). — Está vendo aquele arco-íris? — retrucou a descendente de veela, que parecia temer olhá-lo, mesmo que fosse possível vê-lo através dela. Hannah o fitou sem interesse. — Tá, e daí? O que isso tem a ver com a carta? — tornou, imaginando que a loira só viera até ela para começar uma discussão. — Com a carta? Nada. Mas com quem a escreveu... Talvez tenha muito. Ah! Adeus. — disse Miranda subitamente, antes de se “arrastar” de volta ao castelo, fazendo questão de passar por cima de Hannah, que sentiu a desagradável sensação de estar sendo mergulhada em algo muito gelado novamente.

Ficou ali, parada, em frente ao pub “Visão do Sinistro” sem saber se acreditava ou não no que acabara de escutar. “Richard tem a ver com isso?”, perguntava-se, mirando qualquer ponto a sua frente. Bem, isto seria nada mais que mais uma pergunta à adicionar à sua lista. “No que você foi se meter, hein?”.


Citação :
Se há uma coisa que tenho que parar de fazer é escrever essas coisas enormes e sem sentido.
Não revisei, está lotada de erros e repetições.
Richard, me ame, essa é pra você!
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Dalmo, o Elfo Domestico*

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Ter Maio 25, 2010 6:34 pm

"Obeying the boy!"
Obedecendo ao garoto!

Ainda desesperado, o elfo deixa de se debater na pedra em sua frente ao perceber que estava sendo observado por alguém. Olhou para os lados e não percebeu nada. Tudo estava muito movimentado naquela vila. Ele achava que era algo a ver com as pulseiras. Durante o masoquismo, Dalmo ouviu de longe algumas pessoas falarem sobre os talismãs. Se todos estiverem reunidos, significava que a força das trevas estavam alí. O maior medo de Dalmo estava perto dele: Joanne Dark. Mais uma vez ele percebe que há alguém observando-o de perto. Olha para trás e dá de cara com um dos alunos da Academia. Ele tinha uma expressão muito séria. Imediatamente, o menino Lancaster dá uma ordem à criatura mágica.

- Vá e ataque a vampira dentro da loja.

No momento do mandato, Dalmo ouviu uma música linda. Algo leve, suave. Música clássica da melhor qualidade. Era estranho ouvir aquilo em tal situação. Ele exitou por alguns instantes. Não sabia se devia obedecer à ordem recebida. A cultura dos elfos permitia apenas a obediência dos seres de sua classe aos seus legítimos donos. Alisson Lancaster, porém, não era seu dono. Mas ele estava muito sério. Algo estava acontecendo e o menino precisava da ajuda de Dalmo. Uma ordem estranha: atacar uma mulher. Aquilo não era ético! Mesmo assim ele foi, apesar de não saber exatamente por quê iria fazê-lo. Entrou na loja e procurou a moça por poucos instantes, até que a achou próxima ao balcão de atendimento.

- Sectumsempra!

A qualidade do feitiço lançado pelo elfo foi enorme, já que sua habilidade para utilizar magia é imensa. Imediatamente Evilyne Grouph cai no chão. A superfície ficou negra. O acúmulo do sangue derramado do seu corpo fez com que o vermelho vivo virasse um preto horripilante. Logo após lançar a maldição, Dalmo foge dalí correndo, desesperado. Ele chorava e guinchava mais alto do que todos os outros barulhos que tentavam se sobrepor um ao outro. Procurou Alisson por alguns instantes e ao encontrá-lo deitou-se ao lado dos seus pés e reiniciou o masoquismo.

- Dalmo fez! Dalmo atacou a mulher vampira! A mulher vampira está caída muito machucada na loja! Dalmo a machucou, senhor, por quê Dalmo teve que fazer isso, meu senhor?

Ele continuava absorto em seus pensamentos desesperados. Por fora, ouvia apenas o suave som clássico emitido de algo que não sabia o que é.

Spoiler:
 
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Ter Maio 25, 2010 8:17 pm

O talismã, parte 02


Alisson tocava uma música linda. Algo leve, suave. Música clássica da melhor qualidade. A sobriedade que alisson ostentava era um tanto deprimente a pessoas despreparadas e rotineiras que não sabiam apreciar a beleza do clássico.
O vidente fazia ressoar pela loja uma belíssima musica, não parou de tocar nem mesmo percebendo que Dalmo o elfo voltara a seu encontro e havia deitado aos seus pés maltratando ele próprio. Dalmo falou:



- Dalmo fez! Dalmo atacou a mulher vampira! A mulher vampira está caída muito machucada na loja! Dalmo a machucou, senhor, por quê Dalmo teve que fazer isso, meu senhor?

A musica não podia cessar o vidente não conseguia parar de tocar, através da musicalidade diz a Dalmo.

-- muito bem Dalmo, seu senhor fica feliz! Você fez para ajudar seu senhor! Seu senhor tem outro serviço para Dalmo volte até La e roube a varinha de varox o comensal que tem uma pulseira azul, peque também a pulseira. Cuidado para não ser atacado, faça o seu melhor.

Escondido em seu lugar estratégico alisson continua a tocar a suave musica que acalmara seu coração, que o havia preparado para o pior. Não temia a morte. Pois a morte só existe para os fracos, ele temia que a magia se perdesse.


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Matheus Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Qua Maio 26, 2010 6:46 pm

"The strange events"
"Os acontecimentos estranhos"


Matheus não estava entendendo nada do que estava acontecendo, primeiro o arco-íris foi se petrificando de cor em cor, depois alguns alunos, inclusive sua irmã Sarah, estavam com pulseiras coloridas, e entrou junto com os outros alunos numa das lojas e ficou ali dentro, esperando o que poderia acontecer, enquanto outro aluno chamou algumas garotas e sua irmã Sarah a ir para sua casa, Matheus não queria ir embora dali, estava preparado sobre tudo o que poderia acontecer. Ele ouviu seu primo Alisson dizendo sobre as pulseiras para outros alunos, e Matheus ficou só ouvindo, e quando ele acabou, Matheus ficou horrorizado, e continuou ali na loja, esperando o que poderia acontecer. Depois de um tempo ele saiu da loja com os outros alunos, e ficou ali no meio deles, sem chamar a atenção. Seria mesmo que o mundo da magia estava em perigo? Será que a antiga lady das Trevas estava ali?


Spoiler:
 
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Joanne Lorrayne Dark

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Qui Maio 27, 2010 8:16 pm

Não sei o motivo ao exato, mas Richard nos fez perder um bocado de tempo escolhendo vestes que nos deixassem mais por dentro de nosso estilo, segundo ele. Enfim estávamos no vilarejo de Legilismeade e em frente a loja onde tudo estava acontecendo. Me senti realizada pois iria rever todos os “meus amigos do peito” novamente. Varox já estava lá dentro, eu pude sentir seu sangue bem de longe. As pessoas no vilarejo nos ignoravam para visualizar o arco-iris petrificado que pairava sobre o céu do vilarejo. Não liguei muito para o mesmo pois já estava preparada para vê-lo ali, já Richard ficou um pouco impressionado, assim como Snape que pouco falava, ou nada falava.

Entramos pelos fundos e ainda pude ver uma garota saindo pela rede de fluo, seu corpo ficara coberto pelas chamas verdes e em dois tempos ela já não estava mais lá. “Deixaram as crianças de fora dessa vez? Nossa que tedioso. ” - pensava. Não que eu os quisesse ali quando a ação começasse, mas sempre era bom ter um pouco de sangue inocente no meio do mata-mata. E quando eu vi Elfo Doméstico do castrelo atacar minha querida amiga Evelyne eu praticamente seguei de ódio daquela criaturinha ridícula e desprezível. Todas as varinhas do ambiente estavam viradas para Varox, meu querido comensal. Uma funcionária do castelo agora estava apavorada ao ver Evelyne sangrar como uma cadela sem dono. Iria ela morrer com uma hemorragia ou coisa do tipo? Não, eu não iria deixar.

--Avada Kedavra!- Um jato de luz verde ofuscante saio da varinha que eu empunhava e acertou em cheio o elfo que se humilhava no chão da loja. Piedade só para os fracos, aquela desprezível criatura teve o que merecia, caindo morto no mesmo local. Imediatamente uma música que eu ainda não tinha notado que estava tocando cessou. De onde viria o som? Talismã da Hakí? Era bem provável. Agora todas as varinhas viraram-se de imediato para o meu pescoço e eu rápida e muito inteligente não esperei que os feitiços fossem conjurados, usei meu talismã e automaticamente todos estavam congelados no tempo, exceto eu e Evelyne. Comecei curando-a com um contra feitiço bastante complicado, que era dito como uma canção antiga e estranha. - Não se preocupe querida. Você não irá ficar com marca alguma dessa maldição ridícula, e já puni o responsável por tua dor! - Disse colocando-a em pé. Depois passei pelo local recolhendo todas as varinhas que ali estavam, deixando apenas o Emílio com seu bastão e Alisson com sua flauta, em meio a peneirada que fiz retirando as varinhas eu encontrei Alisson debaixo de uma mesa e pude perceber que ele era o atual dono de um dos Talismãs, coitado.

Voltei a soltar o tempo e fiquei feliz ao ver todos conjurando feitiços para me deter, pena que não estavam com as varinhas em mãos. Iria ser bastante difícil ficar viva depois daquilo. Não tirei a varinha de Evelyne nem de Varox, todos os outros foram desarmados e suas varinhas estavam em meus pés. Inclusive Richard, pois não sabia como ele iria agir na situação, embora o garoto fosse bastante cauteloso. - É um prazer revê-lo imortal, mas por minhas contas falta alguém aqui, não? Onde foi parar meu querido amiguinho?- falei dirigindo-me à Emílio Fox. - Se tentarem de novo eu não pouparei a vida de vocês. Deu para ver que eu não ligo muito para quem vive e que morre né? - Conclui apontando para o elfo morto, quando a funcionária tentou procurar por sua varinha entre as vestes.
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Emily Clementine Vanckock

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sex Maio 28, 2010 11:35 am

Um espirito de loucura bateu sobre todos e eles do nada estavam indo embora. Primeiro todas as crianças e depois o próprio Fábio me abandonou sozinha naquele lugar cheio de pessoas maléficas. Eu não iria abandonar o vilarejo jamais, era meu dever como auror e enfermeira do castelo proteger quem estivesse ali, fora que seria o maior furo jornalistico de minha humilde vidinha. Dalmo o elfo domestico incorporou aloka e atacou a vampira que estava lá nos observando e que antes conversava com Fábio, eu automaticamente me preocupei com a burrice que o elfo tinha cometido. O Philip Lestrange que eu logo percebi que era um impostor agora assumia sua verdadeira forma, a do comensal da morte foragido, Edward Varox. Sua cabeça valia um bom ouro, mas ele era um dos responsáveis pelo mundo mágico e não iriar ser eu uma culpada pelo fim da magia. Eu adoro a magia e todas as ótimas coisas que ela nos proporciona diariamente.

Estava confusa demais com tudo aquilo, como sempre. E ao olhar novamente por todo o salão me vi sem varinha e diante de um elfo doméstico mortinho da silva. Assustei-me ao ver Joanne Dark e tentei achar minha varinha, o que havia acontecido com ela? Por que sumira de minhas mãos? Tudo acontecia muito rápido aos meus olhos, eu não estava compreendendo muito, o tempo passou como um flash back agora, em um minuto a varinha estava ali na minha mão e o elfo estava vivinho da silva, no outro tudo estava fora de seu devido lugar, fora de controle, do meu controle. Ainda procurava por minha varinha em minhas caríssimas vestes quando a antiga Lady das trevas me sussurrou apontando para o corpo de Dalmo: -- Se tentarem de novo eu não pouparei a vida de vocês. Deu para ver que eu não ligo muito para quem vive e quem morre né? - Ela era realmente muito má, não iria querer contradizê-la estando eu em tanta desvantagem assim. Não mesmo.

Ela falava muitas coisas sem nexo para Emílio Fox, o professor de adivinhação que quase nunca era visto no castelo, pois estava sempre muito reservado. Porque o chamava de imortal? E quem seria o tal do seu amiguinho? Que mulher louca e completamente sem nexo era aquela que um dia já fora tão respeitada? Richard, o pequeno Collins fugitivo, estava agora abraçando Dalmo e bradando algumas palavras de revolta para a vampira, a quem ele intitulava de: Mamãe. Coitado do garoto, depois de tantas frustrações acabara caindo nas garras de uma vampira imunda e de mal humor constante, uma criatura sem piedade e estúpida. E eu que pensava que o garoto Collins se insinuava para minha querida Hanninhah, pensei bem mal, já que o mesmo era gay, ou coisa do tipo. Mas e minha querida Hanninhah? Onde estava ela? Estaria segura com todas essas tribulações acontecendo? Eram muitos dados ao mesmo tempo, quase me esqueci de parar para pensar em quem era este tal de Hunter.. Seria ele o amiguinho de Joanne? Ou o famoso e lendario demonio?


Última edição por Emily Vanckock em Sex Jun 04, 2010 5:57 pm, editado 1 vez(es)
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Ozzy Snape Riddle

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sex Maio 28, 2010 7:23 pm

Eu,Varox e Joanne estavamos parados,apenas olhando o que os outros faziam quando resolvi fazer algo ali.

-Ah, me esqueci de uma coisinha.

Apontei minha varinha para Emily que estava ajoalhada ao lado do Elfo.

- *CRUCIO*

A Enfermeira caiu com muito barulho no chão gelado e se contorceu,pareceu que estava morrendo,Alastor e Pietro se abaixaram para poderem reergue-la de pé,abaixei a varinha dei um sorriso e disse.

- Eu quase nunca fiz muitas maldades em público,participei de varias coisas que o Lord me confiou,estou aqui porque a Lady me confiou,e é claro,não iria sair daqui até mostrar que não sou um alvo tão fácil,por enquanto não matarei ninguém,mesmo que mereçam,isso é para vocês nunca mais me subestimarem!

Voltei minha atenção para Varox e Joanne,eles deram belos sorrisos de quem gostou do que eu fiz.

- Sr. Varox ,Sra. Dark, queria poder contar com a ajuda de vocês para uma coisa que vim querendo fazer a muito tempo,é claro,não conseguirei sozinho.

- Seus monstros ordinários,como podem hum hum...

Emily Exclamou,ainda se levantando da maldição Cruciatus ela me chingava e eu fiquei bravo,me virei denovo e gritei.

- CALE - SE, SUA MALDITA *CRUCIO*

- HAAAAAAAAAAAAAAAAA

Emily se contorcia nos braços de Alastor e Pietro,eles não conseguiram deixar ela em pé por bastante tempo ela caiu,e ali ficou descançando do meu *Cruciatus*.Me voltei para Varox e Joanne.

- Parabéns,meu querido Comensal!

Vi o sorriso de Joanne erguido a mim,eu o retribui.
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Jose Silva

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sex Maio 28, 2010 8:30 pm

Enquanto José voltava comigo para o local onde estávamos antes, certos de que as crianças não estavam mais ali, senti uma sensação esquisita, como se o tempo tivesse parado.
Aparecemos do outro lado da rua da loja de doces. Mal chegamos e um grito invadiu nossos ouvidos. Tão instintivo quanto podia ser, senti o corpo de Zé abraçar ao meu. Sorri por dentro, gostava disso, mas infelizmente aquela não era a hora.

-Na loja de doces! Tem muita gente lá, gostaria de saber quem está do lado de que! – A voz de Zé apareceu em meus ouvidos em um tom nervoso. Devia haver alguma forma de saber realmente, sem se machucar ou se meter no meio daquilo. Pela janela da loja pude ver o que estava acontecendo. Estavam lá agora, uma moça, aquele garoto que Júpiter sempre falava, tinha fugido da escola para não perder o pescoço, e um outro homem que não pude reconhecer quem era.

-Vamos, rápido. – De mãos dadas nós atravessamos a rua. Varinhas apontadas para a loja, na cabeça uma munição infinita de feitiços que não viriam a acabar tão cedo. Antes de aproximarmos um feitiço de desilusão tomou nossos corpos. Vi Jose se afastar de mim, ficando da cor de uma parede próxima a ele. Agora que estava diante da janela podia ver o que estava acontecendo. Emily estava caída ao chão, sob um Crucio do homem desconhecido, enquanto os outros riam.

O falso Philip também estava lá e já havia mostrado sua verdadeira forma. Realmente, ele havia tomado uma polissuco a pouco mais de um hora, como eu havia pensado. Meu corpo queimou mais uma vez. Então aquela era a lady das trevas.
Não parecia grande coisa, mas no pouco que conseguia ver de Zé, dava para notar que ele quase implorava que fosse cauteloso.

Não sei dizer se fui, quando dei por mim já estava sendo arrastado por Zé para longe dali.

-SECTUSEMPRA! – Pouco antes de fugir as pressas, um jorro de luz vermelha saiu de minha varinha, apontado para as costas do homem que torturava Emily dentro da loja, ao mesmo tempo em que um jorro dourado apontava para o mesmo homem, vindo da varinha de Zé, enquanto ele bradava o feitiço incêndio numa voz tão baixa quanto a minha. Afinal, o nosso objetivo era não ser visto e não ser morto. Desaparamos José e eu ao mesmo tempo, aparecendo a uns 30m da loja de doces. Mesmo longe ainda pude ver o homem cair, atingido talvez por um dos feitiços, ou se abaixando para desviar dos mesmos. Não sei ao certo, mas enquanto ninguém vinha atrás de nós ainda dava tempo de um belo protego, a nós mesmos.

Ainda antes de nos separarmos de novo, para o segundo ataque, pude ver os lábios de José em tom de brincadeira:

-Não se dê ao luxo de me deixar, que eu não criar filho sozinho! – E apontamos as varinhas para frente mais uma vez.


Off: Opaa, e ai Ricardo? Abandonar você Jamé! ... Alias, como o sistema que eu sempre jogo não se pode por a acao dos outros eu não sei o que fazer, acho que são 3 minutos pra ele desviar aqui, sei lá... Vamo usar rolagem de dado? *-* Off
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sex Maio 28, 2010 8:51 pm

O Destino da Magia


Cada minuto que se passava equivalia há horas, uma eternidade já havia se passado desde que tudo começou. Era como se o tempo se recusasse a passar. O clima estava cada vez mais tenso e pesado o vidente estava absorto em pensamentos mergulhado dentro do seu próprio ser a procura de respostas e de uma solução para aquela confusão.
Uma linda musica podia ser ouvida por toda a loja, leve, suave musica da mais alta qualidade. O jovem vidente para de tocar sua flauta por um instante a antiga Senhora das trevas havia acabado de chegar trazendo consigo seu primo Richard e um outro desprezível ser das sombras. A primeira reação da jovem mulher fora lançar a maldição da morte a Dalmo o pobre elfo jazia morto ali no chão da loja, ao congelar o tempo a jovem senhora das sombras confisca todas as varinhas deixando todos completamente desarmados a não ser pelos talismãs da Hakí e da Joie.
Ao ser descoberto o garoto simplesmente se levanta e mantém em seu rosto uma expressão fria. Seu rosto não revela nenhuma emoção, o garoto antes que mesmo que aquela que se autodenominava senhora das sombras pudesse fazer algo inicia novamente a tocar a flauta amarela. Produzindo musica clássica da mais alta qualidade através da musicalidade começa a dialogar com a linda senhora das sombras.
-- quem e você? Qual é o seu grande sonho? Quem lhe deu o direito de destruir os sonhos dos outros? Você quer realmente destruir o mundo da magia? Por Joane ser uma mestiça não conseguia controla – lá totalmente por ela ser uma criatura dotada de razão humana. Mas seria forte o suficiente para comfundila.-- ah! Não adianta tentar me congelar o som da flauta me protege da magia de seu talismã você pode parar o tempo, mas não me congelar e nem aos que eu estiver controlando. Como estas lindas fadas mordentes e como meu primo Richard, primo faça a gentileza de vir até aqui. Sirva de escudo humano para me proteger de qualquer feitiço. Joane como reagiria se seu querido filhinho fosse morto? Eu também não me importo com quem vive ou morre e Varox seu querido amorzinho? Antes de qualquer coisa você quer realmente possuir os quatro talismãs? Você e tola ou e burra mesmo? Tome cuidado estas forças Mem mesmo você conseguiria controlar. Eu ordeno a você que me responda a todas estas perguntas.A linda musica continuava a ressoar e a senhora das sombras parecia fazer uma luta dentro de si mesma, mas não ela não conseguiria resistir e cairia facilmente no meu jogo de manipulação. Não podia perder tempo a cada instante que se passava o perigo se aproximava mais e mais. Ele tinha que fazer isto logo ou seria o fim da magia.
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Matheus Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Maio 29, 2010 4:57 pm

"The Death Eaters"
"Os comensais"


Matheus estava entediado de ficar fora das lojas, então, escondido dos outros, ele voltou a loja que estava antes, mas antes de entrar ele grudou na janela para ver se tinha alguém ali dentro, e ele logo viu alguns comensais e lady Joanne, um torturando Emily, uma das funcionárias de Legilimência, e viu dois aurores a segurando nos braços, então ele entrou na loja, e se escondeu atrás de uma cadeira, e foi seguindo até chegar perto da lareira, então os comensais o encontraram, e ele foi obrigado a correr pois ele estava prestes a atacá-lo. Quando chegou na lareira, ele pegou um pouco de pó-de-flu, e depois gritou "Residência dos Mertenz", e depois soltou o pó e logo se viu num fogo verde, e depois ele se viu na lareira da casa dos Mertenz, então ele foi logo atrás de Sarah para contar o que aconteceu.
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Joanne Lorrayne Dark

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Maio 29, 2010 7:48 pm

Um certo tipo de duelo se iniciou na loja, Snape atacara a funcionária com algumas maldições cruciatus, coisa que eu adorei prestigiar e disse isso a ele em seguida. Depois Snape caíra ao chão se contorcendo de dor e sangrando bastante, muito mesmo. Teria ele sido atacado pelas costas? Covardes. Eu iria me certificar de quem fez tal ato quando o pequenino Lancaster se pôs de pé e começou a tentar me controlar, ou coisa do tipo. Achei-o muito corajoso em tentar usar o seu Talismã contra mim, e ele mesmo me disse que já sabia que não surtiria efeito algum. E com a tonalidade de uma bela música ele falou coisas que só as criaturas magicas e os humanoides que estavam ali poderiam entender: -- Quem é você? Qual é o seu grande sonho? Quem lhe deu o direito de destruir os sonhos dos outros? Você quer realmente destruir o mundo da magia? - E depois de tantas perguntas dirigidas apenas a minha pessoa eu o respondi em linguagem normal, para que os que estivessem no local pudessem observar a astucia do garoto: - Quem sou eu? Você deve saber muito bem querido. Meu maior sonho é retirar pessoas inúteis como você da sociedade bruxa. Eu me dou o direito de fazer o que eu tenho vontade e isso me basta, destruir o mundo da magia? Jamais.

Não deveria responder as insinuações que aquele garoto estúpido me fazia, não tinha sentido tal ato. Mas era mais forte que eu.. Era uma coisa forçada por aquele Talismã que fora de Aston Hakí, disso eu tinha certeza. -- Ah! Não adianta tentar me congelar, o som da flauta me protege da magia de seu talismã você pode parar o tempo, mas não me congelar e nem aos que eu estiver controlando. Como estas lindas fadas mordentes e como meu primo Richard, primo faça a gentileza de vir até aqui. Sirva de escudo humano para me proteger de qualquer feitiço. Joane como reagiria se seu querido filhinho fosse morto? Eu também não me importo com quem vive ou morre e Varox seu querido amorzinho? Antes de qualquer coisa você quer realmente possuir os quatro talismãs? Você e tola ou e burra mesmo? Tome cuidado estas forças nem mesmo você conseguiria controlar. Eu ordeno a você que me responda a todas estas perguntas. - Depois de tal provocação eu me revoltei de raiva. - Deixe de ser estúpido seu garoto de merda! - Quando vi Richard sendo controlado pelo Lancaster senti a dor da morte cortando meu peito, não poderia perdê-lo. Não agora que ele fazia parte de mim, da minha história. - NEM PENSE EM MATA-LO! NEM A ELE NEM A VAROX! - Gritei em desespero para evitar mais mortes ali. - Não quero Talismã nenhum só o meu, se eu quisesse já estaria com esses três em minhas mãos seu tolo. Pare de fazer isto, pare de tocar essa coisa terrível.

Maldito garoto que estava colocando a vida de todos nós em risco, assim como colou a do Elfo tolo que perdeu a dele. Ele era tão estúpido assim para não querer bolar um estrategia para escaparmos de Hunter? Ou estava com aquele Talismã sem saber nem o proposito daquilo? Verme inútil. - Pare de ser tolo Lancaster! Precisamos sair daqui agora, todos nós. - Eu tentava me libertar daquela maldição que saia da flauta do garoto, mas era uma coisa um tanto quanto difícil para mim. E minha cabeça começou a rodar, ele já estava ali, bem pertinho de todos nós. Não havia mais saída, estaríamos todos mortos? Uma das paredes da loja em que estávamos começou a ganhar a tonalidade de preto, eram as trevas possuindo-a. Hunter estava chegando, muitíssimo perto e eu agora estava caída de joelhos e com a cabeça latejando a ponto de estourar. Infelizmente havia fracassado e com isso meu filhote também acabaria morto.


Spoiler:
 
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Profº Emílio Fox

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Maio 29, 2010 8:53 pm

Eu sabia desde o principio que um de nós iria ser morto, e o escolhido foi o pobre do Dalmo, o elfo doméstico que tanto me ajudava e visitava-me todos os dias para levar o meu alimento diário. Iria ser realmente difícil viver sem as mordomias que ele me dava, porém quem morreu não fui eu, que ótimo. Joanne chegara e com o poder de seu Talismã tomou a varinha de todos nós, deixando apenas os donos dos Talismãs com eles em mãos. O meu pacote de doce de vermes havia acabado então joguei o pacotinho no chão, ainda estava lambuzado de açúcar derretido. - É um prazer revê-lo imortal, mas por minhas contas falta alguém aqui, não? Onde foi parar meu querido amiguinho? - falou-me Joanne em tom de deboche. - Eu não sei onde ele está Dark, mas acho que não se demora muito a chegar. - Enquanto as crianças fugiam e os adultos começavam a se matar eu pude sentir a presença do dono do Talismã da Obskurní, ele estava chegando, vinha com muita pressa. Estaria fugindo de algo ou alguém? Mas por Merlim, eu não podia acreditar que o Hunter já estava ali tão perto de todos nós, não havia mais muita coisa para fazer, o tempo foi gasto com besteiras demais e já era muito tarde para pararmos para pensar em uma saída. Estava claro que o dono do quarto Talismã fugia de Hunter, estavam separados por um pouco mais de quinze metros.

Levantei-me e vi os vampiros que estavam na loja caindo de joelhos, certamente eles eram os mais afetados por serem um dos principais alimentos da criaturas que estava para chegar a qualquer momento. A parede esquerda da JKR Logros começava a ser possuída por trevas e evidentemente estávamos todos perdidos, sem saída. Como eu não tinha previsto isso? Que burrice a minha. A cor que vinha em minha mente agora era o laranja, cor que significa descartar as negatividades, perdoar. Quem devia um perdão ali? Deveria perdoar o seu inimigo imediatamente, se quisesse viver mais algum tempo. Eu como imortal estava bastante preocupado em como iria ser visto aos olhos de Hunter, já que o mesmo adorava se alimentar da imortalidade para se manter vivo. - Pare de ser tolo Lancaster! Precisamos sair daqui agora, todos nós. - Implorou a Joanne para Alisson Lancaster que era o dono do Talismã capaz de controlar as criaturas mágicas, e que agora controlava-a de certa forma e também controlava um garoto Collins.

- Não há mais como sair pessoal. Teremos que lutar juntos, todos nós. Se mantenham vivos por favor! - Comecei a raciocinar mais rápido para tentar nos livrar daquela encrenca que nos metemos sem querer. Apontei meu Talismã do Destino (um bastão cor de rosa) para a parede que ficara negra e lancei-lhe um golpe com o mesmo. A parede se espedaçou instantaneamente com o único golpe que emanou uma rajada de luz rosa. Do lado de fora, no vilarejo, pude ver o dono do quarto Talismã do Destino vindo correndo para a loja e atrás dele uma enorme nuvem de fumaça preta e trevas também estava vindo. Os vampiros agora gritavam de dor e o garoto Collins sangrava pelos olhos, uma cena horrível. Em breve a dor do garoto poderia ser cessada, ou não.
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Water

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Maio 29, 2010 9:00 pm

Part 03 ~
O demônio em pessoa
O amor supera a perca da alma


As coisas tomaram rumos completamente loucos. As crianças abandonaram o vilarejo de Legilismeade e os donos dos Talismãs estavam todos juntos, pelo menos três deles. Quem seria o dono do Talismã do Destino de Obskurní? E qual o motivo de Hunter ter ido atrás dele para mata-lo? Os vampiros que estavam na loja que agora servia de refugio já não conseguiam mais ficar de pé, seria também o fim para eles que eram imortais? E por falar em imortal, por que Emílio se auto denominara um imortal? Ele também seria um vampiro?

A criatura que estava chegando ali era certamente um monstro sem coração, já que a própria Lady das trevas, uma mulher que não dava a minima para sentimentos também o temia. Era tarde demais para qualquer um fazer tolices ali, teriam todos que juntar suas forças para tentar vencer a criatura. Emily estava caída e machucada, assim como Snape que sangrava como um boi abatido agora a pouco. O céu do vilarejo tomava um tom de negro que jamais fora visto antes na história do lugar. As pessoas do vilarejo começavam a ficar petrificadas. Qual o motivo daquilo?


Mas e as crianças? Estariam realmente seguras estando tão longe dos donos dos Talismãs? Não sabiam os tolos que os enviaram para longe que a onde quer que estivessem iriam ser afetadas quando Hunter fizesse o seu trabalho. A pulseira indigo que outrora pertenceu a Dalmo o elfo doméstico estava la grudada em seu corpo que jazia em qualquer lugar ali no chão frio da loja. As emoções do encontro de tantos talentosos bruxos estavam apenas em seu inicio, coisas incríveis ainda estavam para acontecer, incluindo um amor que supera a morte. Sim, supera.


Spoiler:
 
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Neck Riddle Slughorn

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 9:17 am

"Escape!"
A fuga!

Logo após ter saido do restaurante Visão de Sinistro e ter entrado na via principal do Vilarejo de Legilismeade, Neck Slughorn percebe uma situação completamente diferente do que esperava. As coisas estranhas tornavam-se ainda mais... estranhas. O clima esfriara bastante. O céu ficava cada vez mais escuro. A Vila tornara um cenário de um filme de terror. Todos por lá corriam de um lado para o outro, sem saber o que fazer. De forma inusitada, muitas pessoas ali presentes estavam ficando literalmente petrificadas. Neck sentiu seus músculos começarem a enrijecer. Começa então a correr desesperadamente rumo à Academia. Ele tinha que chegar o mais rápido possível aos terrenos da escola. Aquilo valia sua vida. A poucos metros do seu destino, sente um forte puxão. Alguma outra pessoa desesperada queria chegar logo, assim como ele, à escola. Suas pernas estavam cada vez mais endurecidas. Ele tinha que se levantar dali imediatamente e correr para um local seguro. Local, esse, que estava à vinte e cinco metros de distância. Ainda mais enrijecido, tenta se arrastar até lá.

Tarde demais!

Riddle havia perdido os sentidos. Estava tudo acabado. Agora era esperar até que a morte chegasse.

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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 1:13 pm

Mamãe, não seja tão cruel ou irá me perder ~


Depois de estar seguro de que nada iria dar errado eu acompanhei minha mãe de mordida para dentro da loja de doces e logros. Uma reunião de tantos bruxos e bruxas famosos nos esperava, entre eles três aurores e um professor da Academia de Magia de Legilimência, lembrei da instituição de ensino e de todos os ótimos momentos que passei ali, dos amigos que fiz e dos inimigos que nunca pude fazer, não tenho o dom de criar inimizade. Alisson também estava lá, não gosto muito do garoto charlatão e suas visões tensas, sempre matando alguém, mas não posso o chamar de inimigo. Havia também algumas outras pessoas que eu nunca vi em minha vida, não deveriam ser tão famosas ou talentosas, pois se fossem eu certamente conheceria, mesmo que por revistas ou jornais. Eu comecei a ficar nervoso por estar rodeado de pessoas que poderiam me levar novamente a forca, de onde eu já fugi um dia, e com o nervosismo minhas mãos começaram a ficar com uma aparência velha, como se eu tivesse aproximadamente noventa anos de idade. Minha metamorfomagia era do pior tipo possível, nunca encontrei um outro metamorfomago que não conseguisse controlar o seu dom, apenas o inútil do Richard Pelegrini Collins não o controlava nem um pouquinho.

- Avada Kedavra! - Mamãe lançou uma maldição imperdoável em um pobre elfo domestico que estava ali. Eu não entendi muito bem do que se tratava mais segundo alguns ele era um dos escolhidos. Para quê ele era escolhido eu não sei, estava por fora de tal assunto. Não pude acreditar que a vida daquele pobre ser se foi assim tão simplesmente, nunca tinha visto uma maldição da morte tão de perto. Corri para perto do corpo do elfo e debrucei-me sobre ele, as lágrimas escorriam dos meus olhos. Eu como um amante de criaturas mágicas fiquei indiguinado com aquilo, que pessoa mais desumana era Joanne Dark. E se no lugar de Dalmo estivesse minha querida Gioconda? Eu jamais iria perdoar aquela mulher cruel, jamais. - Não se atreva a fazer mais isto Joanne! Não me prometeu que não tiraria a vida de ninguém enquanto estivesse comigo? - Eu chorava como uma criança por conta da morte de um elfo que eu nem tinha intimidade, mal o via na verdade. - Por que você fez isso? Porque? - Inconformado e triste comecei a escutar uma bela melodia que eu não sabia ao certo de onde vinha.

E aquela melodia foi tomando todo o meu corpo e me acalmando, entrei em um tipo de transe que não foi nada mal para mim, era como estar no céu, em um plano espiritual maravilhosamente lindo e perfeito. Algum tempo se passou até que eu pude recuperar minha consciência, acho que de certa forma estava sendo controlado por alguém. Não que entendesse muito do que estava acontecendo ali e o motivo de todas aquelas pessoas estarem reunidas. O verdadeiro motivo de eu estar ali era re-encontrar meu grande amor, mas será que ela iria me reconhecer com este novo estilo de vida? Ela apenas me viu como um aluno simples e uniformizado, não sei se aprovaria um vampiro total. AAAHH! Minha cabeça queimava e parecia que ia se rachar em mil pedacinhos, uma dor terrível e agoniante. Estava posto de joelhos e chorando como antes. Não por ter perdido uma vida de um ser que eu não tinha intimidade suficiente, desta vez eu chorava de dor. Passei o olho em Joanne e também a vi de joelhos, o que estava acontecendo ali? Todos estavam aterrorizados e o professor Emílio Fox destruirá uma das paredes da loja. Eu estava surtando ou eram todos eles que estavam me enlouquecendo?

O mundo fora daquela loja era o apocalipse, estava tudo em trevas, num breu triste. O fim dos tempos chegara e eu não havia re-encontrado minha Hanny, estava tudo acabado e eu não iria terminar meus dias ao lado dela. Percebi que as lágrimas que caiam dos meus olhos eram formadas por sangue, e assustei-me ao ver isto. Meus pensamentos se voltavam apenas para Hanny e em como eu queria tê-la comigo, e na minha mente veio um trecho de nossa música:

Ti ricorderò in ogni gesto più imperfetto
Ogni sogno perso e ritrovato in un cassetto
In quelle giornate che passavano in un' ora
E la tenerezza i tuoi capelli e le lenzuola
E no, non piangere che non sopporto le tue lacrime
Non ci riuscirò mai
Perché se sei felice
Ogni sorriso è oro
E nella lontananza perdonandoti ti imploro

- Eu te amo Hannah Vanckock. Preciso ter você comigo. Não, eu não posso partir agora. - A escuridão vinham aos meus olhos e eu já estava perdendo a consciência, mas desta vez a morte era real, eu sentia sua agonia percorrer por cada músculo do meu corpo. O que estaria sugando as energias vitais de um imortal como eu? E a letra da música coltava a minha mente, era o que eu queria dizer a Hanny, o que queria deixar para ela como uma mensagem de amor.


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Evilyne Grouph

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 1:47 pm

Ainda observava Varox na mira de umas cinco ou seis varinhas quando um maldito elfo entra na loja. Não me dei o trabalho de olhar para o lado, para aquele ser insignificante e idiota, e esse foi o meu erro. Uma dor profunda na altura da cintura me fez cegar e cair de joelhos no cão. Lentamente, abaixei o olhar para a ferida aberta e toquei o sangue que escorria livremente dalí.Mas que diabos aquele elfo estava pensando? Tentei alcançar minha varinha que havia rolado até muito proximo do balcão, á uns noventa centimetros de minha mão. A dor se tornou maior com o esforço e ví meu fim chegar ali, eu sangraria até a morte e ninguem perceberia. E eu nem tinha tido a chance de ver uma criação que tenha valido á pena, nem pude ver Joanne, a minha querida amiga mortal que havia sido transformada em meus primeiros anos de existencia. Eu não tive a chance de me juntar á meus antigos amigos, de ser util á eles, nem mesmo fui capaz de salvar Edward quando tive chance. E agora, minha união com a senhora das trevas estava comprometida, minha imortalidade interrompida por um elfo idiota!

- Não se preocupe querida. Você não irá ficar com marca alguma dessa maldição ridícula, e já puni o responsável por tua dor!

Os longos cabelos vermelhos tão conhecidos e temidos caiam sobre meu rosto, enquanto alguem me fazia levantar. Ponhei a mão onde devia estar um corte fundo jorrando sangue, mas senti apenas a minha pele voltar ao normal.

-Joanne? Joanne, minha querrida! Obrrigada. Aquele elfo idiota!

Me desvencilhei dos braços de minha amiga e fui até onde estava minha varinha, juntando-a. Quando ergui meu olhar, é que pude ver que a unica coisa viva que se mechia dentro da loja eramos nós duas. Olhei para o elfo caido no chão e um garoto com cara de chorão debruçado sobre o corpo inerte. Percebi que era um de nós, olhei então para Joanne e sorri. Não era só eu que transformava sangue puros por aqui, enfim! Joanne tocou um colar magnifico que trazia pendurado em seu pescoço e tudo voltou a se mover. Joanne achou um garoto escondido embaixo de uma mesa, e ví que ele tocava uma flauta. Com tanta coisa acontecendo, ele tinha tempo para pensar em musica? Ele começou a falar um monte de baboseiras que me soavam em tom de ameça, mas que pareciam sem nexo pra mim. Eu queria trucidar aquele garoto idiota, sugar todo o seu sangue e jogar seu corpo vazio em algum lugar em que todos pudessem ver, para notar que ninguem pode ameaçar um vampiro das trevas e ficar imune. Bom, não tive tempo para isso, senti meu corpo queimar de dentro para fora, e senti a Lady car de joelhos ao meu lado. O fogo que parecia consumir meu corpo, também parecia queimar em Joanne e no jovem transformado por ela. Eu não podia ouvir nada, mas tinha certeza que estava gritando, e que provavelmente eu não era a unica. Mas, pelo que pude perceber, talvez estivesse ferida novamente, já que uma parede fora arrebentada bem ao meu lado,e a dor poderia ter sido causada por alguma lasca de pedra ou outro material. Hunter. Só podia ser ele. Ele precisava consumir a energia provida por nós, vampiros, para poder viver, e provavelmente era por isso que causava aquela reação em nós.A reação de arrebentar paredes e gritar feito loucos para tentar se salvar.Aquilo estava um verdadeiro inferno, quando o homem que momentos antes queria me matar, ofereceu á todos nós uma maneira de se curar. Mas para que? Para morre nas mãos de Hunter enquanto ele observava nosso sofrimento? Ou isso tinha outra finalidade? Isso seria nosso fim u quem sabe nosso recomeço?


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Última edição por Evilyne Grouph em Seg Maio 31, 2010 10:05 am, editado 1 vez(es)
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 1:57 pm

Nas trevas que brilhe a luz! O amor supera tudo


O H que o jovem vidente tossira na aula de poções tornava-se cada vez mais real alisson sentia o mesmo gosto de sangue em sua boca as conseqüências por terem violado as leis da natureza fora o surgimento daquele terrível criatura negra feita das mais nefastas e perigosas artes das trevas.
O tempo se recusava a passar segundos se transformavam em horas e horas em dias estavam perdidos no tempo o grande mistério que regia a vida, alisson estava alheio as maldições que eram lançadas pelos outros. Estava concentrado em torturar a senhora das sombras uma mulher fria e sem coração que havia tirado a vida de um dos escolhidos aquela mulher tão tola. Não podia parar de tocar a musica que a afligia, pois se fizesse isso provavelmente seria atacado, mas não deveria perder tempo tinha que se concentrar em um meio de derrotar Hunter mas isso seria possível? Suas forças negras já estavam no vilarejo petrificando todos que por ali estavam haviam tomado a parede da loja, mas foram afastadas provisoriamente pelo imortal que usara seu talismã mas não o afastaria por muito mais tempo. Estava agora concentrado em torturar a senhora das sombras.
-- se você tem o direito de fazer o que quiser, eu também o tenho. Não me subestime você não sabe do que sou capaz. Eu tolo? Quem foi à estúpida que matou um dos escolhidos? Não existem pessoas inúteis, só pessoas estúpidas que não são capazes de perceber isto.A musica clássica continuava a ressoar, mas não, alisson sabia que não poderia continuar torturando a senhora das sombras já tinha ido longe demais. Agora a mesma estava caída de joelhos sofrendo, pois Hunter já estava chegando e estava se alimentando de sua imortalidade a agonia que seu primo sofria era de cortar o coração ele não merecia tamanho sofrimento, mas não sabia que iria sofrer ainda mais que o seu amor era tão forte que deveria se sacrificar em nome dele. O amor força mística tão poderosa capaz de transformar trevas em luz. A única forma de derrotar Hunter. Onde estaria seu padrinho? A única esperança no momento era a união dos quatro talismãs e de um sacrifício em nome do amor. Estaria tudo perdido?
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Caleb Ipswich

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 4:42 pm

Esse passeio estava prometendo, muitas coisas, como sempre ficava sozinho na minha vento tudo e todos passarem. Todos pareciam felizes e alegres. Então veio uma voz em minha cabeça dizendo:

E eu como me sinto?

Normal sem amigos e sem ninguem.

Mais eu me sentia estranho, sentia que algo de ruim ia aparecer, então eu só tinha que esperar.
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Takashi Kirara

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 8:41 pm

"The message"
O recado

Estava bem humorada com as maravilhosas conversas e fofocas com Isabelle, em uma mesa perto do balcão no meu restaurante, Visão de Sinistro. Infelizmente, um outro cliente chegou e tive que atendê-lo, mesmo que de má vontade. Pouco mais tarde, quando ele já havia ido embora, saio à porta do bar para que possa observar um pouco o movimento da rua. Foi tudo tão estranho... Assim que saí, um frio desagradabilíssimo tomou de conta de todo o meu corpo. Fiquei tonta por alguns instantes e observei que o céu ficava escuro, apesar do horário. Agora, estava tudo muito mais frio. O clima completamente tropical do nordeste brasileiro estava longe dali. A escuridão do local não era simplesmente o de uma noite costumeira, apesar da hora. Nuvens estranhas e negras formavam-se em toda a extensão do céu. De repente, muitas pessoas começaram a ficar petrificadas de uma só vez. O garoto que eu atendera à pouco, Neck Slughorn, tentava correr para a Academia, onde provavelmente estaria seguro, mas há poucos metros dos portões, seu corpo enrijece e ele não consegue chegar até lá. O meu desespero aumentou ainda mais. Conseguindo liberar-se torpor, entro desesperada na loja novamente, procuro por um pergaminho e uma pena. Bagunço toda a minha mesa, até achar o que eu precisava. Rabisquei algumas palavras em um pedaço de papel, enderecei a Isabelle e enviei pela minha coruja. No bilhete, eu relatava que todos os que estavam sendo petrificados. Ao terminar de enviar o bilhete, fecho o restaurante rapidamente e desaparato para Araguaína, próximo ao Ministério, onde estaria segura até ser convocada para uma batalha.

Spoiler:
 
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Hayden M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 8:53 pm

Os ataques meu e de Fabio haviam sido eficazes. Quando aparecemos do outro lado da rua, pude ver o homem caindo ao chão, atingido por nossos dois feitiços. Pela janela da loja pude ver também Joanne e os companheiros começarem a se contorce, abaixando e ficando fora de minha vista. Já dava um breve sorriso, quando fui interrompido por um grito de Fábio.

CORRA – O homem relativamente maior do que eu já me carregava em baixo do braço. Atrás de nós, várias pessoas começavam a se pretificar no lugar em que estavam. Apsar da situação ser apavorante não pude deixar de achar engraçada, pensei nos garotos. Devia ser mais ou menos daquela forma que se sentiam quando fazia-mos isso com eles. Fabio ainda corria, tentando achar um local seguro. Eu não sei o porque daquilo, talvez estivesse a beira da morte para não raciocinar a este ponto.

Fabio, vamos aparatar, rápido! – E segurei o braço dele com mais força, fazendo com que nós dois sumisse-mos dali, de volta para dentro da loja de doce. Lá as coisas não estavam realmente mais normais, mas ninguém ali havia sido petrificado. Ninguém.
Fabio ainda estava tonto por ter sido expremido por um tubo de mangueira como as crianças diriam, enquanto eu lê levantava por ter viajado naquela terrível posição. Dentro da loja a cena era lastimável.

Uma das paredes já estava totalmente negra, enquanto um dos homens presentes atacava-a com um bastão rosa. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas Fabio aparentemente sabia. Ele se aproximou do rapaz que sangrava pelos olhos, afastando o menino das paredes negras. Um ato que ninguém e nem eu, entendemos.
Mas se bem que, ao nosso redor, o mundo estava muito bagunçado para ser entendido. Bem a minha frente a Lady sem coração estava de joelhos, chorando de medo como uma criancinhas. Um homem que antes tinha todas as varinhas apontadas para ele havia se afastado para um canto qualquer, os professores estavam inertes sem fazer mais quase nada, e até a flauta do garoto musico pareciam congelados no tempo. Havia barulho lá. Todos falavam ao mesmo tempo, dizendo sobre ter de lutar juntos para se livrar das trevas. E embora eu deteste concordar com vampiros e afins, eles estavam certos. Aquele lugar tinha uma energia maldita, como se mil espíritos malignos estivessem empregnados ali. E mais uma vez, eu vi meu corpo agindo por vontade própria.

Não sei exatamente o impulso que me fez fazer isso, não sei realmente dizer qual foi. Mas quando todos conseguiam se afastar daquelas paredes enegrecidas sobrou ali apenas Lady Darck e aquele “boi abatido” que havia acabado de tomar um sectusempra de mim mesmo.
“Reclamarei comigo quando isto acabar.”

Eu caminhei até Joane e a peguei no colo como se ela tivesse 5 anos. Um suicídio, um verdadeiro atentado contra mim mesmo. A moça poderia se debater, até me matar se quisesse, mas não importava mais. A opinião dela, as atitudes dela e muito menos as dos outros me importavam agora. Eu carregava a moça, do mesmo jeito que carregava meu próprio filho, exatamente da mesma forma como o carreguei a vários anos antes de uma cirurgia no coração, quando não sei porque, ele acordou e caiu da cama. Toda a loja havia sumido, até que eu chegasse do outro lado e a depositasse sobre uma das poltronas, totalmente estafada. Mas aquilo tinha sido suficiente. Parecia agora, que os outros haviam se tocado, e finalmente se movimentavam para ajudar o resto dos presentes.
Ainda com certo receito, e parecendo que não havia nenhuma vontade dentro de mim, tomei a varinha das mãos da moça e lancei sobre ela um feitiço simples de cura. Ela não estava a 100%, mas agora poderia ao menos correr com um pouco mais de energia caso fosse preciso. Então me dirigi ao próximo da lista de espera, o homem do sectusempra.
Os outros que estavam na loja pareciam tão bobos quanto eu enquanto tentava ajuda-lo, e em meio a isto recebi apenas um sorriso sincero, em meio a várias caretas e gritos. Pelo menos podia contar com Fábio.

Off: Olha eu sendo suicida! ^^ ... Bom, mas com o Hunter aqui, o maximo que eu posso fazer é curar todo mundo e esperar que eles lutem... Antes de eu fugir! ^^ Xau, Off
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Ozzy Snape Riddle

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Maio 30, 2010 11:34 pm

Vi eu sendo levado nos colos pelo Emfermeiro José,era tenso,pois a mesma pessoa que me lançou um feitiço que pudesse ter me matado,agora estava me salvando,ele corria,não olhava em meus olhos,eu olhei ao rosto dele,sabia que era uma coisa boa ele me salvar ,porém,não posso tolerar que ele tenha me matado...
Mesmo com um Sectusempra levado nas costas,eu estava com a varinha firme na mão,ela seria a unica coisa que eu não soltaria naquele momento,quando chegamos ele me colocou em uma maca e perguntou.


- Você esta bem?

- Mas é claro que não,como você espera que eu seja golpeado com um Sectusempra e esteja tudo numa boa?aaah,esquece,quando eu sair daqui.Bom,não posso estar pior,estou sangrando bastante,mas a dor é pouca,ja estou acostumado com isso,bom,apenas tenho que carregar mais sangue no corpo para sobreviver,ande logo.
Ei,você pode me levar para os fundos?tenho que lhe dizer uma coisa,por favor...




Ele é claro se estranhou com o convite ao fundo das lojas,pois eu era um comensal da Morte,mas ele confirmou com a cabeça.Eu cochichei a ele...

- Espere,diga aos outros que eu precisarei de mais cuidado que os outros,ai então,me leve,e ande logo,aaah,meu sangue,aaah!

- Ta ta,ta bom ta,vou ser rapido,Fabio venha aqui!

Fabio veio,e Jose cochichou...

- Levarei ele para os fundos,ele precisa de melhor atendimento que os outros,cuide do restante,e tome cuidado,cuide da Lady,pois ela pode se estressar!

- OK,vá,tomarei cuidado!

- Cara Lady,eu voltarei,aaaah,serei levado para os fundos para melhor cuidado,eu precisarei mais que vocês,eu voltarei,prometo!

A Lady confirmou com a cabeça do outro lado da loja,ela também estava de maca,porém,estava melhor que os outros,e la fui eu,para o outro lado da loja,os fundos dela,era bem iluminada,porém,muito pequena,ainda de maca,então eu cochichei,para que os outros não escutassem

- Por Favor,cuide de mim enquanto eu te falo o que esta acontecendo!

- OK.

Ele ja parecia calmo,então continuei!

- Isto arde,aaaah,mais vamos ao que interessa,bom,digamos que não sou um comensal da morte,sou,mas fiz isso apenas pelo bem de todos,sou um espião,e trabalho para o Dumbledore,eu me encontrei com ele poucos dias antes de sua morte,e ele me confiou uma grande missão,aah,bom,continuando,ele me confiou esta missão,cujo nome não posso dizer,é ultra confidencial.Bom,você deve estar se perguntando o porque estou lhe dizendo isso,bom a razão é simples,eu sou do bem,estou trabalhando para o bem,e os outros não sabem,bom,isso é um segredo,não conte a nimguém,esta ouvindo,nimguém,isso é um grande segredo,esta muito difícil continuar com a missão,pois a Lady esta sempre no meu pé e nunca sobra tempo para apenas eu,mesmo assim eu faço o possível,ja estou começando a ficar melhor!

- Hum...Mas,porque atacou Emily?aquilo não era um ataque falso,era bem real!

- Bom,eu estava ao lado da Lady e Varox,não podia simplesmente ficar parado enquanto eles faziam toda a arte,tive que mostrar que estou do lado deles,não posso deixar que eles comecem a pensar errado,eu sou um mestre em Oclumencia,o melhor de todos,então,quando digo uma mentira à alguém,eles não conseguem verem uma mentira em mim,apenas ve a verdade,eu me desculparia da Emily mas não posso ficar espalhando a minha bondade por ai,os únicos que sabem disso é o Dumbledore,eu,Philip e Angelina,porém,Dumbledore morreu e então apenas Philip,Angelina e eu é claro,e agora você,pois acabei de lhe contar!

Eu ja estava bem,e o Jose agora estava me dando uma poção para melhorar um pouco os ferimentos,bom,ja sabia que não iria morrer,e Jose não esta mais espantado comigo.

- Bom...tudo bem então,eu guardarei o seu segredo,não contarei a nimguém,isso é uma promessa!

Eu dei um sorriso,ele retribuiu,então ele me levou devolta para a sala lotada,estava tão barulhenta que era impossível alguém ter conseguido escutado a conversa.

- Você esta bem Snape?

- Estou ótimo,mas concerteza,quando estiver em uma melhor,voltarei aqui e acabarei com eles.

A Lady estava diferente,parecia um pouco mais boazinha,mesmo sabendo que é uma Lady das Trevas.Ela parecia estar bem assustada com o Hunter chegando ao vilarejo!
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Philip Lestrange Collins

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 31, 2010 1:06 pm

Eu não queria que aquilo tivesse acontecido entre agente, para mim não iria ser muito fácil esquecer uma pessoa que eu me iludi pensando que amava por tanto tempo. A noite anterior aquela bela manhã tinha sido totalmente inesquecível para mim, assim como uma noite a alguns anos atrás onde uma amiga fora morta por tentar proteger o maldito Talismã de Brave. Eu sempre estava metido nestas percas chatas que o destino proporciona ao ser humano, mesmo que muitas pessoas me considerassem desumano e sem coração. Já havia voltado do Ministério da Magia brasileiro e resolvido todas as pendencias acadêmicas do castelo quando fui para o vale sagrado pensar um pouco na vida, não fui para a praça Alastor Wulfric porque toda vez que ia naquele lugar algo ruim acontecia e me metia em confusão. Ali sentado sozinho e pensativo comecei a recapitular partes de minha vida, uma atitude de uma pessoa velha e que não teria nada mais para fazer, mas para mim era uma atividade um tanto quanto interessante ultimamente. E o movimento naquele dia nos terrenos do castelo eram mínimos, apenas de primeiranistas, pois todos os outros alunos estavam no ótimo passeio que era feito todos os períodos ao vilarejo de Legilismeade. Nem mesmo as criaturas mágicas que habitavam o vale eram vistas naquela bela manhã de sol, mas porque elas estavam desaparecidas ou se escondendo? Fiquei meio que complexado por estar sozinho ali e resolvi dar uma voltinha pelo Vale Sagrado para observar a falta de movimento e o seu real motivo.

Andei, andei e andei. Nada que fosse vivo estava por ali, o que teria colocado as criaturas para se reprimirem de tal forma? Decidi subir a montanha no centro do vale para verificar do alto o que acontecia. O passeio foi longo e cansativo, fui bem calmamente pois não imaginava que seria grande coisa, quando cheguei ao meio da montanha já estava bastante suado, e foi de lá do meio que avistei no céu um arco-íris petrificado e formado por pedras preciosas. - MERLIM! Não posso acreditar nesta maldição! - E com uma famosa queda de pressão escorreguei um pouco o pé e acabei rolando montanha abaixo, bati em várias pedras e coisas cortantes, como sempre. Cheguei embaixo bem rápido e todo machucado, mas não podia me demorar muito, o perigo era evidente. Corri muito em direção ao castelo, agora estava explicado o motivo dos seres mágicos não terem mais dado as caras, estavam todos com medo do demônio denominado Hunter. Não vou negar que quis parar e descansar um pouco, mas não o fiz. Eu não estava acostumado a correr por ai como um atleta olímpico ou jogador da seleção brasileira de futebol, como no castelo o transporte de aparatação não funcionava eu tive que correr muito, muito mesmo. As imagens da paisagem foram passando voando pelos meus olhos e só me dei conta que cheguei ao meu destino quando já estava subindo as escadarias que davam acesso a minha sala privada, no terceiro andar. - Onde está você minha querida.. Vamos apareça logo.. - Me peguei pensando em voz alta, conversando comigo mesmo, como um louco.

Quando reparei que ela estava colocada em cima de minha poltrona no canto da sala quase tive um infarto. Passei mil vezes por ali e não tinha a notado ainda, porém consegui acha-la a tempo, pois nada de estranho tinha acontecido ainda. Coloquei a capa preto-acinzentado por cima dos ombros e voltei ao meu percurso de atletismo sem preparação, mas desta vez meu destino era ao vilarejo de Legilismeade, onde o arco-íris havia se tornado pedras preciosas. O mundo da magia estava como o meu, passando por bons bocados e provações sensacionais, maldito fosse Merlim por não ter nos privado dessas provações desnecessárias. Só esperei chegar ao lado de fora do castelo para fazer o que queria, quando cruzei os portões aparatei para a entrada do vilarejo que agora já não era mais tão linda quanto antes. As trevas desciam do céu com a força do poder do demônio Hunter, um ar frio de medo e ódio percorreu todo o meu corpo, mas não sabia se todos estavam sentindo aquilo ou era apenas eu. E ainda com o tempo se fechando o céu era movimentado por corujas de diversas cores que se debatiam pela escuridão para tentar chegar ao seu destino com o embrulho ou envelope que carregavam nos pés, era o incansável trabalho dos correios bruxos. Os animais não estavam sendo afetados pelo poder das trevas, apenas os bruxos que estavam se transformando em imagens de pedra por todos os lados da rua, certamente não deixaria que aquela mancha negra que se propagava por todos os lados encostasse em mim, não tenho talento para ficar como uma estátua sendo observada por todos, não mesmo.

O causador de dor, doenças, pragas, inundações e agonia mortal, o próprio espirito do mal estava ali posicionado logo atrás de mim. Minha capa preto-acinzentado, Talismã do Destino criado para Leonam Obskurní controlava o emocional de seu dono. Eu vestindo-a estava totalmente decidido a que lado servir, a que atitudes tomar e como enfrentar as devidas consequências que seriam impostas. O mal predominava em minha mente e não havia mais saída, estava envolto por trevas quando me virei para criatura e vi a sua face. - Avada Kedavra! - Bradei com a varinha em punho apontada para o ser que pairava no ar como um anjo do mal. Eu estava parado na posição oposta a que tanto corri e agora via tudo o que antes estava as minhas costas, todas aquelas belas lojas que passei ao lado e até mesmo as pessoas que estavam nelas não passavam de uma imagem preto, branco e cinza aos meus olhos. Sem cor, sem magia, sem vida, era o que acontecia com o que Hunter tocava, energias roubadas para alimentar o seu infinito poder negro. O jato de luz verde brilhoso que saíra de minha varinha era o único tom de cor que estava a minha vista, mas de repente desapareceu quando acertou o braço esquerdo de Hunter.

Satisfação, o primeiro sentimento que tive ao ver que o meu ataque o acertou em cheio, mas o sentimento foi frustrado ao ver um movimento que tornou os lábios da criatura mais largos e mais finos que antes, uma especie de sorriso de vitória. - Maldito sejas! - Tremi na base ao ver que em nada o afetara. Até um imortal deixaria de existir ao ter um contado direto com uma maldição da morte, e porque aquela criatura não? O que a fazia diferente de meus outros inimigos? A mancha preta já se aproximara muito de mim no tempo em que estive parado, nossa distância era um pouco mais de quinze metros quando novamente virei-me para a direção em que corria antes e retomei a minha missão de fugir, era o melhor que pudia fazer. Pensei em entrar na JKR Logros e doces, loja de meu amigo Tiago Lancaster, mas fiquei com medo de assim prejudica-lo também, pois parecia-me que Hunter estava me seguindo, creio que por conta de portar um dos Talismãs do Destino, isto o interessava. - Obrigado Merlim! - Antes mesmo que eu pudesse decidir para onde iria em busca de abrigo, uma das paredes da JKR foi destruída e avistei um arsenal de amigos la dentro, sem pensar duas vezes fui pra galera (entrei na loja O.O). E quando estava entrando puxei uma garota Vanckock pelo braço, a tola tentava reanimar uma amiga que agora estava petrificada e não tinha mais salvação, pelo menos não agora. Depois que a joguei la dentro da loja, de qualquer jeito, percebi que era Hannah Vanckock, namoradinha de meu sobrinho.

Ao entrar notei a presença de muitos foragidos e bruxos das trevas, mas não era nem a hora e nem o lugar para discutirmos nada que não fosse a respeito de como ficaríamos vivos e como nos livraríamos de Hunter. Quando estava me dirigindo ao canto em que todos estavam aglomerados escorrei em um plastico e cai, quando olhei para o chão parecia-me com uma embalagem de doce de vermes, que ódio de quem jogou aquilo ali, mataria-o assim que descobrisse sua identidade. Richard meu sobrinho desaparecido estava passando mal, juntamente com Joanne Dark que eu tanto odiara e a Condessa Francesa Evilyne Grouph . Eu não podia ver aquela cena tão agoniante e ficar sem fazer nada, o motivo daquilo está acontecendo era Hunter estar sugando as forças vitais dos três vampiros, mas eu tinha a solução para aquilo, minha capa poderia re-energiza-los e também cura-los de quaisquer ferimentos que estivessem, se estivessem com algum. Juntei os três quase abraçados e joguei sobre eles minha antiga capa de viagem que era na verdade um dos quatro objetos mais perigosos do mundo, um Talismã do Destino. Estava disposto a enfrentar Hunter que agora já estava posto a porta, dentro da loja e encarando-nos com uma cara de descarado. As trevas que o seguiam petrificando e tirando a cor de tudo haviam cessado, meu coração estava disparado e ansioso, minha varinha apertada na mão com a maior força do mundo. - Prepare-se para morrer seu cretino! - Desabafei tentando assusta-lo, teríamos que ter vantagem em algo, mesmo que fosse apenas na ladainha.

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Isabelle S. Dumbledore

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 31, 2010 1:55 pm

Eu já ouvira falar sobre aquilo antes. Só não sabia o quê, onde e por quem. O arco-íris virando pedra, os bruxos petrificados, o frio incontrolável, o medo intenso... Nada daquilo era novo para mim. Eu devia lembrar de onde conheço tal situação. Saio da minha sala. Vou à biblioteca. Na seção reservada, sendo mais exata. Procurei alguns livros sobre magia negra e lendas sobre as artes das trevas. Logo no meu terceiro livro, o "Artes das Trevas no Decorrer da História", achei exatamente o que procurava.

"Ah, não!"

Larguei os livros em cima da mesa, ao fundo da seção reservada da biblioteca e corri pelas escadas até chegar ao Salão Principal. Atravesso o local até chegar aos jardins. Destrambelhada como sempre, tropeçava em alguns ramos e pedras. Machuquei meus pés. Nada importava agora. Ano passado cheguei a perder pessoas queridíssimas. Não podia acontecer novamente. O problema é que dessa vez não é Joanne Dark, ou qualquer outro lordezinho das trevas. Era ele. O ser mais temido de toda a história, por todo o mundo. Ele, que fora visto apenas uma vez. Hunter estava de volta. Com força máxima. Aquele ser maligno que emitia tristeza e medo apenas de olhar. A medida que chegava perto do vilarejo, sentia cada vez mais frio. O sangue começava a circular vagarosamente. Os músculos chegavam a enrijecer um pouco graças ao frio cortante. Cheguei nos portões.

"Me ajuda, Merlin!"

Devagar, abro aqueles fortes e protegidos portões de ferro. Assim que olho a cena, fico aterrorizada. Aquilo, sem dúvida, era um cenário de filme de terror. Nuvens completamente negras cobriam o céu que à pouco estava lindo, límpido, do azul mais vibrante que poderíamos imaginar. Senti ainda mais frio quando olhei para ele. O próprio. Seu corpo estava ali, em pé. Em frente ao JKR Logros. Em frente ao Philip. Sem pensar mais um pouco, puxo a varinha e grito o que me veio à mente.

- Sectumsempra!

Um pequeno corte é aberto na sua pele.

"Maravilha!"

Mas instantaneamente é fechado. Como se eu tentasse cortar água.

"Merda!"

Era inútil tentar fazer algo contra ele. Parece que nem sentiu meu feitiço batendo na sua nuca. Meu medo estava sendo substituido por um terror muito mais forte. Algo incontrolável. As artes das trevas acabaram com a minha vida uma vez. Desta vez eu que vou acabar com as artes das trevas. Ao menos momentaneamente. Ele era assustador. Qualquer pequeno foco de luz que conseguia atingir sua pele era refletida. Seu rosto é MUITO branco. A coroa de espinhos indicava sua resistência. Não é qualquer coisinha que consegue pelo menos machucá-lo. Cortes estranhos, feitos provavelmente por si próprio, deixava sua expressão cada vez mais sombria. Os cabelos espetados deixava-o mais estranho ainda. Suas vestes e asas completamente negras - exceto por uma caveira em sua capa - dava ao demônio ainda mais terror - se era possível. Percebi que algumas pessoas tentavam se esconder atrás de uma parede demolida da loja JKR Logros, de Tiago Lancaster. Corro para frente de Philip.

- PARE COM ISSO IMEDIATAMENTE, SEU COVARDE!

Meus berros não adiantaram muito. Hunter apenas murmurou com a voz mais sombria e estranha que ouvi em toda a minha vida.

- Saia da minha frente, sua tola!

Com um aceno da sua mão - com dedos pontudos e horrorosos -, fui lançada para a parede do Visão de Sinistro. Levanto-me, ainda meio tonta, arrombei a porta e entrei. Procurei um pedaço de pergaminho qualquer e uma pena. Rabisquei um recado convocando Takashi Kirara e enviei por sua grande coruja, a mesma que me deixara um bilhete horas antes.

Citação :
Precisamos de você. Aparate aqui dentro do restaurante.
Belle.

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Hannah Eleonora Vanckock

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 31, 2010 5:42 pm

Hannah’s POV. — (O Ponto de Vista de Hannah Vanckock).

Algo inusitado evidentemente passara despercebido pelos meus olhos no meio tempo em que conversei com minha prima. O simples ato de virar de costas revelou-me a estrada de pedra do vilarejo lotado de pessoas imóveis, com olhares vidrados. Petrificadas. De imediato, um assomo de curiosidade tomou conta de cada centímetro do meu corpo, pois não fazia parte do sangue de nenhum Vanckock — até mesmo Miranda — a ignorância, então propus um desafio a mim mesma: descobrir quem, ou o que, causara aquilo. Caminhei, com cautela, em direção àquelas pessoas, pois havia visto cabelos loiros presos em marias-chiquinhas que rapidamente reconheci serem de Racchel. Identificar as coisas, para mim, não era problema.

Foi estranho como regras pareceram-me tão importantes naquele momento. Racchel estava vetada de sair dos terrenos de Legilimência pelos pais, mas ela evidentemente havia conseguido escapar e agora estava ali, em pedra, como muitos outros que começaram a surgir diante de meus olhos ao me aproximar de minha amiga; melhor amiga. — Quem fez isso com você? — Minha intenção era gritar para que todos ouvissem — e sentissem minha dor —, para que aquele silêncio — quebrado apenas pela aglomeração de corujas e estranhos estampidos vindo de tão distante — deixasse de existir. Mas, pelo contrário, minha voz saiu em um sussurro. — Diga-me... Quem foi? — Voltei a sussurrar a ela, que não reagia. Algo muito quente escorreu por minhas bochechas umas três vezes até eu perceber que estava chorando. “Droga de sentimentalismo” — odiava demonstrar fraqueza, mesmo em um momento que ninguém parecia me observar.

Enxuguei os olhos com uma das mãos e a outra aproximei lentamente do ombro de Racchel. Um erro, pois ao menor toque ela sucumbiu aos meus pés com um baque surdo. Pensei que alguma parte dela havia se partido, mas ao me curvar sobre seu rosto concluí que estava inteira — secretamente, desejei que a queda houvesse, afinal, surtido algum efeito. Ajoelhei-me, com desespero mesclado à curiosidade. — Você vai ganhar uma detenção quando voltarmos ao castelo! — exclamei, com ambas as mãos sobre os ombros de Racchel, sacudindo-a com fervor. Nada adiantou, ela continuava tão dura quanto antes. A coisa quente voltou a escorrer por meu rosto.

Fiquei naquilo, sacudindo-a por vários minutos, antes de alguém me puxar de forma selvagem pelo braço, guiando-me para dentro do que parecia ser uma loja parcialmente destruída. — Não... Lasciatemi andare! — gritei, em Italiano. Quem o ouvisse pensaria ser um feitiço. As palavras em português pareceram fugir do meu alcance. Minha amiga corria risco de vida, disto sabia, e o que menos queria era deixá-la inteiramente vulnerável daquela maneira em que estava. Minha expressão mudou quando percebi que era o Sr. Collins que estava ao meu lado. Ele, de fato, não apareceria lá e me puxaria com tal voracidade se algo realmente grave não estivesse acontecendo — era evidente, mas eu me negava a aceitar; odiava artes das trevas, e aquilo, sem dúvida, era a pior delas. Meus olhos correram de um lado para o outro da loja, até que se fixaram em um canto particularmente interessante: haviam três pessoas encolhidas ali, em uma situação bastante desagradável.

Registrei uma aparência de um garoto rebelde e reconheci Richard um milésimo de segundo depois. Meu estômago congelou. A vontade foi de pular no pescoço dele para abraçá-lo, confortá-lo, e dizer que tudo ficaria bem, mas o ato de Philip envolvê-los numa capa (horrível, devo dizer, jamais usaria) apenas provou — novamente — o contrário, pois a reconheci como um dos tais talismãs dos fundadores. Seria possível, em meio àquilo tudo, que nós tivéssemos um pouco de paz? Estava distraída, vendo Richard e os outros se recuperarem. Questionando-me por que raios o Lestrange ajudava até mesmo Joanne Dark, aquela Mestiça sórdida, quando Philip soltou uma exclamação de revolta, mirando algum ponto acima da minha cabeça. Tive menos de cinco segundos para virar-me e ser atingida pelo desconhecido — talvez um feitiço, mas não houve tempo para pensar naquilo.

Senti algo atravessar meu coração, então houve uma dor aguda e terrível que se apoderou de todo meu corpo. Todos os meus membros pareciam ser puxados para o chão, e eu simplesmente pedi minha capacidade de falar — de gritar. Então sucumbi; não como Racchel — ela não havia sentido nada, suponho, mas eu sentia. Sentia que algo me deixava por inteiro (o sangue). Mas era terrível saber que Richard veria — talvez — o momento em que a luz abandonaria meus olhos, e incrível concluir que até naquele momento eu era capaz de pensar e me preocupar com ele. Tudo escureceu.


Última edição por Hannah E. Vanckock em Qua Jun 02, 2010 12:43 pm, editado 1 vez(es)
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Ozzy Snape Riddle

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 31, 2010 7:37 pm

Eu ainda estava na maca,meu sangue ja estava bastante recuperado,não conseguia sentir dor,é como se aquele sentimento não existice em mim,eu vi a parede se rachar...e logo uma parte da parede desmoronou,Hunter estava vindo em nossa direção,vi Philip chegar no local e dar sua manta curativa aos 3 vampiros,Richard,Joanne e Evelyne,todas estavam bem apertadas e logo a manta fazia efeito,os cortes se fechavam,e as dores também,eu apenas estava com na média 50 % do meu corpo recuperado,seria tolice eu ir la fora para ajudar Philip,vi Isabelle chegando no local,ela estava agora lutando contra Hunter,era muita coragem uma mulher como ela estar batalhando contra Hunter.Eu percebi que apenas Philip e Isabelle lutavam,eles nunca iriam ajudar em nada ali apenas eles,então eu fechei os olhos,e sem pensar duas vezes,me levantei da maca e sai correndo em direção a Hunter,sabia que era idiotice,poderia morrer,mas eu tinha que ajuda-los,eles morreriam ali sem ajuda,queria que o restante ajuda-se também,mas vi que estavam com muito medo,ou até porque estavam machucados demais.

- NÃO SNAPE,NÃO VÁ,VOCÊ MORRERÁ SE FOR LÁ!

Varox gritou com tanta força que sua gartanta podia ter Inflamado (kkkkkkk),eu escutei olhei para trás devagar,e disse.

- Você já parou pra pensar que se não lutarmos estaremos mortos de qualquer jeito?

- Mas você esta muito fraco para ir la,não deve!

- Não importa o meu estado agora,o que importa é que eu devo ajudar. Em uma batalha,eu não iria parar de lutar porque estou muito machucado,EU TENHO QUE LUTAR ATÉ A MORTE,NUNCA FUJO DE UMA LUTA!

Varox se redimiu,eu ja estava indo ao encontro de Hunter quando Varox gritou novamente...

- Espere...

Eu voltei minha atenção a ele,e ele falou.

- Eu vou com você,não deixarei você na mão!

Eu dei um sorriso e ele retribuiu,ele veio ao meu encontro e então.

- VAMOS!

Então eu e Varox corremos para a ventania e a escuridão do local...o céu estava cinza,como se estivesse prestes a chover!
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Hayden M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Seg Maio 31, 2010 8:57 pm

Snape, o comensal atingido me chamou a um canto separado da loja. Ou melhor, implorou que eu o levasse para longe dos outros. Eu acabei aceitando a proposta desconfiado.
Ele contou coisas bobas e sem sentido. Disse que era um espião duplo, que estava do lado de Philip e que queria ajudar.
Ajudar? Não, eu não cairia neste truque tão baixo. Não importava nada do que ele dissesse. Snape ainda era um comensal, ainda tinha uma cicatriz no braço, se tivesse realmente renunciado a ela, aquilo seria apenas um borrão. Eu sei, eu já tinha visto comensais renunciarem e apagarem suas manchas. E ele com certeza não tinha renunciado.
Ainda na defensiva continuei ajudando-o. Não sabia o motivo de estar fazendo aquilo, mas continuei. Não importava muito se era um espião ou não, tinha um homem ferido a minha frente e eu jurei ajudar a todos que pudesse.
Passaram-se apenas 10 minutos e voltamos a frente da loja. Fabio havia conjurado mais macas e mais pessoas estavam deitadas sobre elas. Gostei, assim confesso. Fabio sempre conjurava macas para me ajudar na clinica, não seria difícil que ele as conjurasse ali.

Lá as cenas eram de completo terror. Aquele demônio já estava dentro da loja, possuía ela quase que por completo. Não sei o que me deu naquele momento, mas deixei de ajudar os outros e quando dei por mim, já estava abraçado a Fabio. É verdade, eu estava com medo.
Com tanto medo que apertava-o sem sentir, mas nenhuma vez me repeliu.
Fechei os olhos. O mundo todo se resumia a aquele ponto para mim. Senti o braço de Fabio passar por cima dos meus ombros retribuindo aquele abraço medroso. É incrível como as vezes ele parecia meu pai, e as vezes eu parecia pai dele.

As vozes alheias também desapareceram. Apenas uma era existente em meus ouvidos. Pude ouvir Fabio, pedindo que eu me acalmasse. Não sei o porque, mas obedeci. Não era hora de ficar calmo, mas ele me trazia a calma. Em silencio comecei a horar. Ainda abraçado ao meu marido pude reabrir os olhos.
Snape e o falso Philip estavam lutando, junto com Philip e os outros. Nos estávamos parados, como escudos humanos, na frente dos feridos. A varinha de Joanne ainda estava em minhas mãos. Até esqueci que havia tomado dela, quando a carreguei para longe das paredes enegrecidas. Talvez fosse perigoso deixa-la sem uma varinha, ma talvez fosse mais perigoso deixa-la dispor de uma.
Recuei. Acabei jogando a varinha a dona, bem ou mal, precisávamos da forca dela.
Fabio ainda estava abraçado comigo, e eu ainda horava, pedia que aquele demônio fosse embora, que ele nos deixasse em paz e que não se aproximasse das crianças. Já Fabio, tomava agora outra atitude.
Ainda encolhido sob o braço dele, pude vê-lo retirar a varinha do bolso. Não sei o porque, mas me soltei e fiz o mesmo.
Como em uma sincronia de pensamentos as mesmas cenas passaram por nossas cabeças. Exatamente as mesmas.
A primeira delas foi uma imagem de Júpiter bebe, indo para nossa casa, no colo de Fabio. Como ficamos alegres naquele dia. A segunda, a liminar que chegou pelo correio, autorizando que haviam achado outro garoto com o nosso perfil.
Os rostos dos dois passaram por nossas mentes. Um deles ainda até um pouco embaçado, dado a baixa convivência. Mas estavam lá, sorrindo e torcendo para nós.

Expectrum patrono! –Ordenamos as varinhas. Explodimos estão em uníssono. Uma luz forte saiu das pontas das suas varinhas, iluminando toda a loja. Dois animais surgiram, fazendo que todos la dentro ficassem cego por poucos segundos.
A negritude da parede parou de avançar, a medida em que duas raposas se aproximavam das paredes. Olhei para Fabio sorrindo. Ao menos um pouco de tempo nós tínhamos ganho.
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Sophie LittleBrown



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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Ter Jun 01, 2010 1:45 pm

Como não havia dormido nada a noite anterior, acabei cochilando sobre o exemplar Diario de um mago. Mas ao acordar, estava deitada em minha cama abtual, e isso queria dizer que alguem me levara até lá. Levantei ainda sonolenta e olhei para o corte em minha perna. A cicatriz deixada era muito clara, mas ainda visivel, e alguem ia pagar por essa marca. Fui ao banheiro cambaleando ainda, tomei um banho rapido e voltei ao quarto enrrolada em uma toalha. Abri meu armario para achar uma roupa bonita, e me demorei uns quinze minutos para achar uma pessa. Escolhi uma saia preta que ia até um pouco á cima do joelho em um tecido leve, uma blusa de manga curta na cor rosa bebe em fio trançado, e uma sandalha baixinha. Depois de me vestir, fui ate a penteadeira e amarrei meu cabelo bem acima da cabeça, e o penteado me agradou bastante. Olhei para o relogio, imaginando ainda faltar alguns minutos para a saida do passeio. Eram duas e trinta e sete da tarde, e isso significava que eu perdera em muito a hora de ir á cidade. Desci as escadas correndo ignorando as fisgadas que sentia em meu machucado. Parei em frente ao salão principal, olhando para os lados. Se eu corresse, chegaria no fim do passeio, aparatar era impossivel e a rede de Flu estava fechada graças á um ingraçadinho que jogara uma bomba de bosta em uma das lareiras. Corri até mais além do castelo, sem nem olhar para a praça. No meio dos terrenos estavam alguns alunos do primeiro ano jogando dados e outras coisas sem graça. Olhei para o céu e me concentrei ao maximo, ignorando as risadas e gritinhos das crianças. Senti uma chama crescer dentro de mim, e em um salto, me transformei em uma Pomba. A animagia era maravilhosa, e graças á Merlin poderia chegar rapidamente ao meu destino.

Sobrevoei rapidamente alguns quilometros, sentindo o vento bater em meu corpo, bem diferente do normal. à alguns metros do vilarejo, fui diminuindo o ritmo, e ao olhar distraidamente para além das montanhas, vi o arco Iris em pedra. Se estivesse na forma humana, teria gritado. Eu sabia exatamente o que estava acontecendo, o que estava tornando o céu limpido uma cor escura, que nem mesmo em uma tempestade poderia ficar assim. Procurei um lugar para pousar, e quando estava á alguns centimetros do chão, voltei á forma normal, caindo com um estrondo na pedra fria de uma rua do vilarejo. Levantei limpando minha blusa, e vi o grande alvoroço de formando. Mais á frente, estavam Philip, Isabelle e mais outros bruxos. Hunter, o demonio que sugava a energia de tudo que tocava, estava á alguns metros deles, e Belle o tentava atingir com feitiços que nem fariam cocegas nele. A parede de uma das lojas estava destruida, e dentro do local estavam Varox, Evilyne e a maldita Joanne Darck. Corri até perto de Isabelle, tentando segura-la pelas mãos.


- Vamos, precisa sair daqui Belle, ele é muito forte, e estamos em muito poucos! - Olhei para os lados, desviando o olhar de Philip. - Onde estão as crianças?

Olhei para a loja e ví meu amigo Jose abraçado á outro homem, a quem deveria ser Fabio. Em sincronia, os dois lançaram um Patrono poderoso, que deu-lhes mais tempo. Mas isso não seria suficiente. Todos sabiam que Hunter era poderoso, o demonio mais temido de todos os tempos. Enquanto olhava para a grande nuvem negra á minha frente, meus pensamentos de dividiam em lutar e fugir. O que deveria fazer? Deveria proteger meus amigos, dar-lhes uma chance, talvez polpar a vida deles com a minha? Deveria fugir e procurar Luna, arrancando-a desse inferno? Essas seriam as coisas que a antiga Sophie faria, mas não a nova. Eu iria lutar sim, faria o possivel. Mas não me deixaria desfalecer. E depois que terminasse, teria uma converça bem amigavel com a minha querida vampira.

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Leonel Menezes



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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Qua Jun 02, 2010 8:26 am

As trevas voltavam a reinar seria o fim dos tempos? A sua marca negra estava ardendo e queimava muito. Eram forças tão nefastas que nem mesmo a antiga senhora das sombras reagia estava caída sem forças mesmo ela sendo imortal. Tiago sabia que por ter uma Horcrux ele não seria morto facilmente sua alma fora repartida em dois pedaços, mas estaria ele seguro diante de tanto terror? Sua loja estava sendo o palco de uma batalha já não havia mais parede haveria esperança?Os quatro talismãs estavam reunidos um deles que outrora o pertencera um dos escolhidos fora morto e os outros estavam longe. Diante de tanta confusão Tiago consegue recuperar sua varinha não que isto ajudasse muito mais ele precisava tentar ajudar a derrotar aquele demônio das sombras. Sabia que não adiantaria muito mais mesmo assim lança vários feitiços de proteção sobre seu filho Alisson se fosse necessário morreria para salvá-lo não suportaria viver se o perdesse. Precisávamos de luz, mas Tiago não era o mais indicado para isso. Imitando dois homens ele conjura um poderoso patrono que avança sobre Hunter. Era um cenário devastador que podia se avistar pela parede eu já não existia tudo era sombras não definitivamente aquilo não era bom. Não sabia se sentia ódio de sua antiga senhora ou compaixão. Não ele não a perdoara por ter tirado a vida do seu grande amor. O que Tiago podia fazer a não ser esperar?


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Hunter

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Qui Jun 03, 2010 12:22 pm

Luz, câmera, ação | Falas | Pensamentos | Falas de outros personagens

THE RETURN

"Ano destroys kadiliman ang recovers wala!"


Finalmente depois de duzentos anos estou de volta. Durante todo esse tempo muitos quiseram tomar meu lugar. Hoje eu volto para me vingar de todos e destruir mais alguns. Potter já destruiu Riddle. Menos um. Sobra então Joanne Dark. Aquela que se autodenominou como a layde das trevas. Ela não sabe o que é ser um lorde ou layde das trevas. Apenas um pode ser. Apenas um tem poder o bastante. Seu nome é Hunter. Eu!


Após duzentos anos tentando recompor meus poderes, consegui retornar exatamente no momento que planejei. Os talismãs estão reunidos. O arco-íris brilhava no céu do Vilarejo de Legilismeade. Alunos e professores andavam alegremente pelas ruas. "Está na hora!" Do interior de uma floresta próxima ao Vilarejo, ergo minha mão esquerda rumo ao arco-íris, que imediatamente vira pedra. - Että pimeys voittaa! Novamente outra ação é lançada por minhas mãos. Desta vez, as trevas invadiram o local. O céu alegre foi tomado por várias nuvens completamente negras. O clima agradável de primavera brasileira deu espaço ao frio cortante do inverno russo. Condições perfeitas. Fecho os olhos e viro apenas uma fumaça negra Dirijo-me ao centro da Vila, onde haviam mais pessoas desesperadas. Apareço em corpo novamente assim que toco no chão.

"Está na hora de começar a diversão!" Com alguns poucos movimentos, dezenas de pessoas ao meu redor ficaram petrificadas. Entre elas, um Riddle. Observo por mais alguns instantes e percebo a presença de Philip, o "vira-folha". Ele uma vez já seguira as artes das trevas. Mas apenas desta vez o bem foi mais forte. É o momento de contornar essa situação. Começo a persegui-lo. Há uma complicação. Um dos talismãs está com ele. Não há como atacá-lo agora. Resolvo amedrontá-lo um pouco, uma das minhas atividades preferidas. Chegamos, enfim, em frente à JKR Logros, uma deplorável lojinha colorida. Odeio cores, odeio alegria. Levanto minha mão esquerda novamente e aponto-a à uma das paredes da mesma. Uma forte explosão destroi meu alvo. Para minha surpresa e ao mesmo tempo alegria, algumas pessoas escontravam-se escondidas ali. Entre elas, Richard Pelegrini e ela. Joanne Dark, a que se diz layde das trevas estava encolhida de medo atrás do garoto. - Que mulher das trevas deplorável! O que faz aí, Dark? Minha voz aterrorizante escapa da minha boca. As pessoas que não estavam ainda petrificadas por conta das minhas maldições enrijeceram com o terror expressado em minha voz. A gargalhada foi ainda mais sombria. Como se já não tivesse que gastar parte do meu tempo pensando em como atacar Lestrange, o traidor, chega na minha frente a mulherzinha de Alastor Wulfric. Mais uma Dumbledore para me fazer perder tempo. - Saia da minha frente, sua tola! Com um simples aceno, Isabelle Skeeter é lançada para longe. Não observei, mas pelo baque lancei-a em uma parede de alguma loja.

Como eu poderia atacar o maldito? Se eu lançasse um feitiço e o mesmo falhasse, o que certamente aconteceria por conta da sua posse da capa, demonstraria burrice e desespero. Eu não sou burro e muito menos estou desesperado. - Lasciatemi andare! Até uma garotinha tentava me intimidar. Ela havia pedido. A morte estava próxima. - Gusto Ko Ang Kanyang Kamatayan! Seu corpo pareceu amolecer. Exitou um pouco. Enfim, seus olhos ficaram em um ponto fixo. Mais uma Vanckock havia sido destruída.

Sempre tive o poder de criar novos feitiços e maldições. Daqueles exclusivos, que só eu consigo usar. 'Gusto Ko Ang Kanyang Kamatayan' é a maldição da morte. Diferente do 'Avada Kedavra', essa consegue eliminar até mesmo os imortais. Apenas os portadores dos talismãs do destino não podem ser destruídos. Philip Lestrange Collins não pode ser destruído.

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Takashi Kirara

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Qui Jun 03, 2010 1:05 pm

"The darkness try, try, try, but what is right always prevails!"
"As trevas tentam, tentam, tentam, mas o que é certo sempre prevalece!"
Parte 2

Desaparato dentro do Visão de Sinistro. Isabelle me esperava impaciente. Seu braço estava sujo de sangue. - Belle! O que aconteceu? Ela me interrompe, falando que a hora da grande batalha havia chegado. Mas antes deveríamos elaborar alguma forma de eliminar Hunter, o que era praticamente impossível. - Vamos tentar lançar Avada nele, ué! Belle me explicou que Philip já havia tentado. Hunter é uma criatura muito forte. Não é qualquer coisinha que consegue ao menos machucá-lo. - Durante sua leitura, você não viu nada sobre como fizeram para acabar com ele antigamente? Mas ela havia ficado tão ansiosa ao descobrir que ele estava de volta que esquecera de ler o restante do texto. Precisávamos arrumar uma forma de voltar à biblioteca e saber como ele havia sido derrotado da primeira vez. Mas no momento, se saíssemos, o que aconteceria com a gente seria no mínimo a morte. Não é uma boa ideia agora.
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Emily Clementine Vanckock

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sex Jun 04, 2010 5:56 pm

Fui amaldiçoada por um comensal da morte que viera acompanhar a Lady Joanne Dark e seu vampirinho Richard Collins, que a tanto estava foragido do esquadrão de execução de criaturas perigosas. Em meio a dor de maldições imperdoáveis e um frio que começou a se tornar intenso e constante eu me perdi completamente da consciência humana, desmaiei. Fábio seu covarde, por que você me deixou aqui sozinha para segurar toda esta barra? - Pensava quando me voltei a minha consciência, mesmo que de olhos ainda fechados e com medo de abri-los.

Escutei a voz de Philip Lestrange, e achei necessário conferir se realmente era ele que estava ali conosco. Abri meus olhos com cautela e vi a silhueta de Philip. Minha visão estava embaçada e a imagem era turva. Só tive a plena certeza quando o mesmo deu um passo jogando Hannah no chão da loja e pude vê-lo mancar, como na noite anterior. Mas por que jogar Hannah em um lugar perigoso? Não seria melhor para ela estar lá fora fugindo? Eu ainda não tinha visto o Hunter quando me sentei meio confusa e com uma das mãos na têmpora, que estava doendo muito. E foi com o golpe que atingira Hannah que eu pude nota-lo no local. Não que eu o temesse, já conhecia sua lenda e aquela aparência demoníaca não me era novidade, pelo contrario, era exatamente como todos diziam. Como o conto dizia. Mas não estava preparada.

Minha sobrinha havia perdido a consciência. Tive medo de verificar seu pulso, preferi acreditar que estava tudo bem com ela. Era mais reconfortante pensar assim. Coloquei-me de pé e senti um calor intenso passar ao meu lado, era o fruto de dois belos e bem conjurados patronos em forma de o que me pareciam dois cachorros selvagens, ou coisa do tipo. Juntos faziam uma mancha negra que se estendia pelo chão e paredes recuar. Não quis procurar quem havia os conjurado, se aquilo estava ajudando em algo eu também queria participar e ajudar vencendo o mal. Ergui minha varinha e apontei-a para o lado que Hunter estava, pensei num momento perfeito de minha vida, uma emoção tão forte que nem eu mesmo sabia o quão forte era para mim pensar nela: - Expecto Patronum ! - Uma cobra saiu em forma de luz prateada e foi se colocar junto as raposas ou cachorros selvagens que já estavam ali.

Eu escondi-me atras de umas prateleiras de doces, não queria ficar exposta, não pretendia morrer. E meu patrono já ajudaria bastante. O motivo de ter deixado Hanninhah no mesmo lugar em que ela tivera caído quando foi golpeada era porque o menino Collins estava posto em cima dela, protegendo-a. Não quis me envolver, sabia que ela estava segura e confiava plenamente naquela criança-vampira-descontrolada. Não sei o exato motivo para tal ato louco, mas confiava.
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Ozzy Snape Riddle

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sex Jun 04, 2010 8:05 pm

Eu e Varox fomos nos juntar a Philip e Isabelle,estavamos lutando,porém,não parecia estar dando em nada,eu vi Jose e Fabio se aproximando para lutar também,eles lançaram Patronos em que como forma era uma raposa,tanto a de Jose quanto a de Fabio.Minutos depois Sophie chegou,viu Hunter flutuando sobre o ar e correu para perto de Isabelle e conversou com ela,a ventania e a distância nos impedia de excutar o que falavam,mas isso não me interessa no momento.Em menos de 3 minutos,Tiago chegou para reforço,mas ele não era do tipo que lutava muito,porém,toda ajuda é uma boa ajuda.Excutei a voz de Hunter pela primeira vez na vida,a voz era grossa e sombria,ele disse em direção a Joanne...

- Que mulher das trevas deplorável! O que faz aí, Dark?

Joanne não excutou,e muito menos respondeu.Hunter ergueu seu braço e pronunciou,com a voz diferente de antes

- Gusto Ko Ang Kanyang Kamatayan!

Eu sabia o que era,porém,não sabia o que significava,na época em que eu estudava,gostava de ler varios livros de lendas e outro dia vi em uma pratileira o livro" O Poderoso Hunter - Deus das Trevas" só pelo título parecia ser um livro muito bom,era mais do que um simples livro,ele tinha aproximadamente 2.000 páginas,eu me dediquei banstante e o li inteiro,sabia de tudo da vida dele,porém,muito tempo se passou e agora sei apenas as coisas principais daquele livro,sabia que a frase "Gusto Ko Ang Kanyang Kamatayan!"significava uma maldição,a maior de todas as maldições,mata a qualquer pessoa que queira que morra,porém,existe um escudo,apenas um,os Talismãs.Hunter não exitou em tentar usar esse ataque em Philip pois philip tinha um dos 5 Talismãs,Joanne tinha o outro então eles não poderiam morrer.Aquela hora não era a hora certa de conversar então não respondi a Philip nem a Varox o que significava aquela maldição,se eu fosse falar com Philip,concerteza Varox iria pensar que eu estaria do lado do bem,então nem me atrevi de chegar perto,uma hora ou outra teria de contar,talvez no momento mais vago,mas naquele momento não existia vaga alguma,só restava esperar uma oportunidade de dizer o como podemos mata-lo,eu não poderei,jamais,mas,Philip ou qualquer outro portador do medalhão teria,mas antes de tudo,teria de ter força, determinação e o principal a Coragem para enfrentar Hunter.
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Jun 05, 2010 2:28 pm

A mordida ; Dividindo minha alma com o meu amor
-Eu te amo Hannah Vanckock. Preciso ter você comigo. Não, eu não posso partir agora.
A agonia da morte começara a cessar, algo fora posto sobre meus ombros e estava repelindo os efeitos de Hunter, em poucos segundos pude ver tudo a minha volta, e lá estava ela. Hanny já me avistara e aparentemente vinha em minha direção, quando desabou. Esbugalhei meus olhos para ter certeza que não estava sonhando e assim pude ver claramente seu corpo no chão. Levantei-me saindo de minha proteção e corri até ela, debruçando-me no corpo que ali jazia. - Hanny? Hanny meu amor, estou aqui! - Beijei-a e não fui correspondido. Meu mundo caiu. - Hannah Vanckock você não ousaria a me abandonar.. - A agonia da morte tornara a preencher meu peito. Estava desprotegido do que quer que fosse que antes estava sobre meus ombros, e o grande e único amor de minha vida não estava mais ali comigo. - Morda-a querrido, ser a única forrma de resgatarr-la! - olhei em direção à voz feminina que falara comigo, não era nada conhecida, pertencia a vampira amiga de minha mãe de mordida, uma mulher estrangeira e belíssima, que me dava muito medo.

Fixei meu olhar cansado e sem vida nos belos olhos vermelhos da mulher. Ao perceber que eu estava confuso ela assentiu com a cabeça, incentivando-me a morder Hanny. Mas não era o que eu queria, não mesmo. Transformar minha perfeita sangue-puro em uma mestiça não iria ser uma coisa nada boa, nem para mim e muito menos para ela, que me odiaria pelo resto da eternidade. Lembrei-me da única mordida que dei e do sabor do sangue humano. Meu querido primo Spekos Pelegrini havia sido a vitima e agora carregava cromossomos vampíricos em suas veias, embora com sua metamorfomagia controlasse-os, ao lembrar da mordida perguntei-me se Spekos estaria bem. Nossa, como seria difícil para Hanny. Ela não teria como esconder os sintomas e a mudança de aparência já que seu único dom era tão perverso quanto sua própria personalidade, mesmo que a mesma tentasse ser boazinha. - Morrda querrido, você está proonto morrda! - Não deixei a estrangeira falar mais uma vez, mesmo amando Hanny e não sentindo prazer em consumir seu sangue eu a mordi.

A cravada de dentes em seu pescoço foi uma sensação de intenso prazer, coisa que não existia antes, nunca desejei o sangue da garota. Mas ao falar no sangue era o mais puro e saboroso que já experimentara em minha vida, e agora podia sentir os poucos batimentos cardíacos que vinham do seu coração, ela não estava morta. Ao saboreá-la mililitro por mililitro. Senti seu corpo começar a tremer, levar uns pequenos choques internos, era meu veneno contaminando-a célula por célula. Mas aquela mordida não iria ser única e inesquecível apenas para a garota eu também sentia umas ondas eletromagnéticas percorrendo todo o meu corpo, não estava recebendo energias vitais de Hanny e sim dando as minhas para ela. Ela me sugava, sugava minha vida, minha imortalidade. Pensei que morreria sugado por Hunter, mas de alguma outra forma sinistra seus poderes já não estavam me afetando mais, embora eu não conseguisse soltar a mordida que ligava nossos corações. Lembranças me vieram a tona, e se nossa ligação fosse tão forte quanto eu pensava as lembranças vinham direto da mente de Hanny. Ela estava sentada lendo uma revista e eu acabara de aparatar com Gioconda, minha elfa querida. Conversávamos na espera e em todo o caminho percorrido pelo trem, era o inicio do ano letivo, exatamente o nosso embarque. Meus olhos e cabelos estavam rosa, coisa que em muito agradou a menina. No desembarque nos separamos e nossos encontros já não eram mais tão legais quanto aquele. Porém se não a visse mesmo que de longe, meu dia seria uma droga total.

Soltei-a. A mordida em seu pescoço fez com que um pingo de sangue escorresse de cada um dos dois buracos feitos por minhas presas. Eu os limpei. - Saia daqui agora Richard, não é seguro para você meu garoto! - Tio Lestrange preocupava-se comigo e me apontava um pequeno ser que estava ajoelhado perto de seu igual, que jazia morto. - GIOCONDAAA! - Gritei com saudade de minha elfa que a muito não via. Ela me olhou e vi a cena mais triste que já pude ver acontecendo com Gio, mesmo comparando com o dia que ela abriu sua própria barriga castigando-se. Agora, ela chorava a morte de seu amigo Dalmo, que tanto para mim quanto para Spekito era o grande amor da vida da Elfa. - Não chore meu amor. Tire-nos daqui vamos. Levaremos o corpo dele para que seu funeral seja como ele merece. - Ao ver que a chamara por um adjetivo tão forte a elfa arregalara os olhos no que os deixou com um tamanho aparentemente de uma bola de golfe. Veio desconfiada para perto de mim e juntos fomos transportados para algum lugar, eu, Hanny, ela e Dalmo. Lugar que com certeza seria mais seguro que estar ali.
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Joanne Lorrayne Dark

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Sab Jun 05, 2010 8:07 pm

Hunter proferia algumas pragas numa língua que para mim parecia ser grego antigo, ou algo parecido. Não consegui entender muito do que me falara pois minhas energias não estavam muito bem carregadas. Philip meu inimigo agora me ajudava e eu via o mundo de uma forma bem estranha, o mal se unindo com o bem para vencer um mal ainda maior? Era algo estranho e complexo para minha cabeça de pedra. O meu próprio filhote estava ajudando uma garota qualquer que caíra desmaiada por ali, pobre tola. Mais as coisas estavam ficando serias demais e vi quando Philip anunciou um elfa doméstica para meu filhote e ela o levou dali. Que bom que ao menos ele estava seguro agora.

Por quanto tempo seguraríamos Hunter ali? E depois que todos estivéssemos mortos, Rick estaria ainda seguro? Não. E eu sabia como dar a segurança total ao garoto. Havia de me sacrificar se queria vê-lo vivo, antes eu do que ele. Não queria assumir mais me apaixonei pela vida nos últimos dias que passei com meu querido filhote Collins, ele conquistou todo o meu ser, o meu amor. E Varox também, um homem que despertou um sentimento bom no meu coração de pedra. Seria eternamente grata a eles, mesmo que não fosse reciproco eu os amava. - Diga a Richard que vale muito a pena ser fiel aos seus propósitos. - Comentei com Evelyne, que estava ao meu lado, dividindo comigo a capa que era um Talismã de cura. - Não se preocupe. Ele entenderá o que eu quis lhe dizer. Cuide de meu filhote amiga, siga com o seu clã e não decepcione a nossa raça! - Antes que a Condessa do Clã Lasombra pudesse ou quisesse pensar em algo para dizer-me eu me joguei para a frente de Hunter passando por todos como de fossem fantasmas que eu pudesse atravessar. Cheguei tão perto dele que pudia sentir sua carniça de enxofre, toquei-o em sua perna e apertei meu Talismã do Destino, transportando-nos para uma outra dimensão onde supostamente estaríamos perdidos para toda a eternidade.
Por amor, somente por amor vale a pena.
Joanne Dark, a sempre temida Lady das Trevas.
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Jun 06, 2010 10:01 am

A magia do amor



A magia de Hunter afetava a todos as mais nefastas forças que podiam existir estavam ali, na loja do seu pai todos tentavam em vão lançar maldições e patronos na criatura das sombras, mas nada o atingia. Os quatro talismãs estavam reunidos. Alias era a magia do talismã da Hakí que o protegia que o deixava vivo com suas forças totalmente intactas o tempo parecia estar congelado, custava a passar era uma eternidade onde podia se ver um circo de horrores porque seu padrinho estava ajudando à senhora das sombras? Era uma união um tanto estranha mais era preciso se quisemos derrotar aquele demônio. Hannah a garota da Obskurní estava caída e morta. Mas Richard compartilhara com ela sua maldição e sua imortalidade ele estava viva, mas não tinha mais o seu sangue puro, mas o que isso importava? Alisson sentia que em pouco tempo tudo aquilo seria resolvido alguém deveria se sacrificar, mas quem? O amor a única magia poderosa o suficiente para banir ou destruir aquele demônio. Tudo parecia estar perdido quanto o que parecia impossível aconteceu à senhora das sombras usa a magia do seu talismã e se transporta para outro mundo com Hunter provavelmente seria destruída, mas estaríamos seguros? No mínimo, mas duzentos anos até aquele demônio reaparecer o cenário aos poucos ia se voltando ao normal, mas demoraria muito para que a natureza se recuperasse com certeza ele deixara sua marca e o vilarejo ficaria marcada por muitos e muitos anos. O garoto se levanta e ajuda a condessa a se recuperar toca sua flauta e a acalma e ordena que ele fosse atrás de Richard e o levasse para um lugar seguro antes que ele fosse pego e sacrificado. Ela assim faz e aparata. Alisson sentia algo que nunca sentira antes, o prazer de estar vivo apesar de ser jovem era a terceira vez que quase deixa que a luz de seus olhos se apagassem para todo o sempre. Ele suspira e diz para seu padrinho: : -- será que teremos um ano mais calmo até eu me formar? Não estava ferido, mais estava exausto ele passa pela parede que não existia mais e segue sozinho até o castelo.


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Water

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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   Dom Jun 06, 2010 7:58 pm

Evento finalizado com sucesso !!
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MensagemAssunto: Re: O passeio em Legilismeade (Evento 04)   

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O passeio em Legilismeade (Evento 04)
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