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 Estação Central do Recife - Embarque

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Epílogo

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MensagemAssunto: Estação Central do Recife - Embarque   Sab Mar 20, 2010 12:16 pm

A ESTAÇÃO: A Estação Central do Recife foi inaugurada em 1885 pela Great Western, que, na época, construiu e tornou-se a dona da E. F. Central de Pernambuco, que seguia para Jaboatão e depois foi sendo prolongada sucessivamente no sentido oeste do Estado. Com o tempo, tornou-se literalmente uma estação central, com a progressiva desativação das estações de Cinco Pontas (da Recife e São Francisco Ry.) e da estação do Brum, ambas colocadas, na época, próximas aos fortes que possuíam o mesmo nome. Em 1982, a estação foi desativada, para o início das obras do metrô de Recife (Metrorec), que, inicialmente, usariam o leito da linha Centro, que era como se chamava então a antiga linha da E. F. Central de Pernambuco. A saída dos trens de passageiros para o interior e dos trens de subúrbio do Recife, que ainda existiam, passou para a nova estação de Cinco Pontas, construída dentro de um galpão antigo que existia próximo à já (há muito tempo) demolida estação de Cinco Pontas, tomando o seu nome. A estação foi então transformada definitivamente em museu - já o era, desde 1971, mas ainda funcionava como estação - e, depois de reforma, passou a ser uma das portas de entrada para a estação Recife do Metrorec, aberta quando o metrô começou a operar, em março de 1985. Ou seja, para se atingir o metrô, pode-se entrar pela estação Central e seguir por um túnel apelidado de "Túnel do Tempo" até se chegar ao metrô. Portanto, a Central não deixa de ainda ser uma estação, no sentido lato da palavra.



Os melhores magos da atualidade ocultaram o funcionamento da Estação. Os trouxas têm a ideia de que a E. F. R. é apenas um museu. Atrás de uma das paredes, está oculta uma parada de trem em funcionamento constante. A AML é responsável por sua movimentação e ocultação. Uma grande locomotiva de ferro aguarda hoje dezenas de alunos da Academia de Magia Legilimência.



Hoje é o dia em que todos os bruxinhos que foram convidados a estudar na Academia estarão embarcando no Trem da AML. Lá é onde irão viver os próximos sete anos de sua vida. Serão momentos vividos jamais esquecidos.

Para chegar à plataforma escondida, as pessoas deverão atravessar rapidamente uma parede ao fundo da Estação Trouxa. O trem deve desembarcar no Vilarejo de Legilismeade, onde cavalos-alados estarão aguardando os alunos para levá-los até o portão do Salão Principal.


CUIDADO! NÃO DEIXE QUE OS TROUXAS VEJAM-NO ATRAVESSANDO UMA PAREDE!
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Leonard Bryan Masters

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Sab Mar 20, 2010 7:20 pm

Leonard acordou diferente naquela manhã. Através da janela, tudo o que podia se ver era uma pequena ruela sem pavimentação. Ainda jovem, havia se mudado para Recife, capital do estado de Pernambuco, no Brasil para que pudesse estudar magia. Desde então, nunca mais voltara à Bulgária, seu país de origem. Desceu as escadas para o café. Vivia solitário. Nunca conheceu seus pais verdadeiros e, há pouco mais de dois anos, seu pai adotivo veio à óbito em decorrência de uma grave doença. Seu maior sonho era encontrar uma pessoa que preenchesse o vazio que agora tomava conta de seu peito.


Na região da cidade onde vivia, precisava ocultar a sua condição. Ninguém poderia sequer notar que o jovem rapaz era dotado de habilidades mágicas. A melhor maneira de sufocar toda e qualquer suspeita era viver como um trouxa, embora não demonstrasse simpatia alguma em relação àqueles que tratava por ‘traidores do sangue’’. Durante todo aquele tempo de convivência, aprendeu a se portar como aqueles que não possuíam conhecimento algum acerca da bruxaria.


O malão do professor já estava organizado desde a noite anterior. Tinha medo de um possível atraso. Aquele dia era apenas o começo. Tinha uma missão a cumprir e para atingir seus fins, era necessário voltar à Academia, agora como professor de Trato das Criaturas Mágicas. Seguir as nefastas Artes das Trevas, assim como os membros de sua família não era o que desejava. Queria realmente aniquilá-las, para que enfim pudesse respirar aliviado. Apesar de sentimento de repúdio pelos que não eram dignos de estudar magia, tinha um enorme senso de justiça que não aceitava o fato de tantos inocentes perderem a vida de maneira completamente inútil.


Arrastou a bagagem até a porta e então, aparatou com o objetivo de chegar rapidamente à Estação Central. A rua parecia completamente deserta. Logo, não encontrou problemas em optar por um modo mais rápido e efetivo de transporte.


O saguão de entrada estava lotado. Precisava encontrar uma maneira de atravessar a parede sem ser notado. Esperou até que pelo menos a maioria das pessoas que estavam próximas à passagem deixasse o local e, sem hesitar, cruzou a barreira eufórico por estar retornando ao tão saudoso castelo de Legilimencia.


Viu um aglomerado de alunos parados à frente do trem da AML. Nos olhos de cada jovem, a esperança de um bom ano letivo. Os pais despediam-se dos filhos, na certeza de que, ao final da sua jornada como estudantes, os encontrariam novamente. Nesse momento, tudo passou como um filme em sua mente: O início de tudo, a partida emocionada, as primeiras descobertas de um mago ainda aprendiz.


Não demorou muito até que o embarque fosse liberado. Adentrou o meio de transporte e procurou o vagão mais adequado para se acomodar. A maioria dos assentos já estavam ocupados. Por sorte, encontrou um lugar vazio. Não era muito confortável, porém, era melhor do que viajar em pé. Sentou-se e ficou a esperar a partida.


Última edição por Leonard Bryan Masters em Dom Mar 21, 2010 1:12 pm, editado 2 vez(es)
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Sab Mar 20, 2010 10:34 pm

01/10/2011 ~ O Embarque no Recife (Castelo da AML)

Acordei naquela manhã três horas antes do horário de embarque. Arrumei todo o meu malão novamente, tirei tudo de dentro e fui recolocando, já era de costume fazer isto, não podia esquecer absolutamente nada para não me prejudicar em meus estudos. Meu pai não iria me levar na plataforma esse ano porque foi para uma conferência internacional que é feita todos os anos em Londres, Inglaterra. Contudo, a felicidade em saber o motivo de sua ausência supria qualquer outro tipo de sentimento que pudesse tentar se desenvolver. Após terminar o serviço em meu malão, tomei um banho refrescante e me vesti com umas roupas trouxas bem legais que já tinha separado para ir ao embarque. Desci as escadarias da grande mansão dos Collins, era realmente muito bom ter berço de ouro, as minhas férias foram as melhores possíveis na casa de meu pai. A saudade da minha mãe era consolada com a espera das férias de natal. Procurei o Philip por todos os lados da casa e não o achei. Acabei parando na cozinha e fui preparar um copo de leite com torradas para saciar minha fome. “Me deixaram sozinho no meu primeiro dia de aula? Como eu irei para a estação?” - pensava.

Após fazer as torradas fui à geladeira pegar o leite. Eu acho que esqueci de citar, mas Philip (meu tio, ou meio-tio) é totalmente vegetariano. A probabilidade de um ser como eu, com células e organismo vampírico, viver bem sem um pedaço de bife crú, sangue, ou qualquer coisa similar é muito difícil, sobrava para mim o consolo de tomar leite (bebida preferida, depois do sangue). Mal tinha terminado a refeição e ouvi os passos apressados de alguém descendo a escada central do salão de entrada da casa.

- Meu senhor! - virei-me e vi a elfa da família me encarando da porta. - Eu vou levar você até até o local que queira, meu senhor. Já me deram as instruções meu senhor, você fala a hora que quer ir e eu irei te levar senhor Collins.

- Olá Gioconda. - respondi imediatamente ao vê-la. - Sim, eu acho que já podemos ir. Já deixei tudo pertinho da porta e não tenho nada mais à fazer aqui.

- Mas, meu senhor! Não é muito cedo? - após falar a elfa levantou um trapo velho que usava sobre o corpo e começou a arranhar uma barriga cheia de cicatrizes fundas com as próprias mãos.

Eu não acreditava no que estava vendo, era como uma aula que eu tive com meu antigo professor de TCM, ele me dissera uma vez desse tipo de comportamento estranho dos elfos domésticos. Eu não concordava com aquilo, ela não podia estar se martirizando por ter dado apenas um pitaque em minha vida. - Pare Gioconda, pare com isso agora mesmo. - pulei em direção a ela e comecei a segura-la, depois de finalmente ter conseguido fazer ela se acalmar percebi que estava ficando ouriçado com o sangue que escorria por alguns cortes que tinham sido feitos. - Dê um jeito nisso e venha me levar, ok? - não podia ficar perto dela sentindo aquele maravilhoso cheiro que tanto me fazia falta.

A aparatação foi tranquila. Cheguei na plataforma com 1 hora e 30 minutos de adiantamento, me despedi da elfa com um abraço carinhoso e um simples: até outra oportunidade. A coitada ficou maravilhada com tal ato, era muito maltratada naquela residência, neste mês que passei lá morri de pena daquela escravidão. Andei pela estação até a parede que era o portal para a minha plataforma de embarque, atravessei-a na primeira oportunidade que tive, com a certeza que não tinha sido visto por nenhum trouxa. Avistei uma garota sentada em um banquinho parecido com um que eu tinha visto numa praça, ela também estava muito adiantada no horário e lia um exemplar do jornal: “ O diário de um mago news”. Sentei-me ao seu lado e não lhe disse nenhuma palavra, timidez era uma das minhas características mais notáveis. Estava disposto a ficar esperando ali, juntinho a ela.
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Neck Riddle Slughorn

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Dom Mar 21, 2010 9:38 am

Ações e Narração - Verde
Falas - Azul
Pensamentos - Branco
Falas de Outros Personagens - Vermelho

Acordo cedo naquela manhã ensolarada de sábado. Naquele horário, a Avenida Cais do Apolo, onde se localiza minha humilde casa em Recife, estava completamente vazia. Para ser mais exato, levantei-me às 4:00 horas. Ao levantar, dirijo-me ao banheiro, escovo os dentes e tomo um bom banho. Assim que termino, vou vagarosamente à cozinha e preparo uma torrada com uma geléia de morango, que estava singularmente deliciosa. Sento-me na cadeira mais próxima e começo a comer.

- Dinno! - Exclamo.

Com um alto estalo e um guincho de "O QUE É?" uma criaturazinha horrenda aparece na minha frente. Dinno é o Elfo Doméstico da família Slughorn há anos. Pena que não posso me livrar daquilo.

- Pare de resmungar, criatura idiota. Vá até a geladeira e pegue aquele suco de abóbora. RÁPIDO!

"Aqui está seu suco, meu senhor, o senhor deseja mais alguma coisa do Dinno?"

- Vá arrumar meu malão agora!

Ainda resmungando o Elfo aparatou novamente e desaparata logo após no meu quarto, voltando cinco minutos depois com o malão impecavelmente bem organizado.

- Vá até o quarto de minha mãe e chame-a para me levar à Estação Central!

Uma hora depois (devia ser umas 5:30) estávamos entrando na Estação Central do Recife Trouxa. Ficamos mais uns 30 minutos por lá tentando despistar o guarda para que pudéssemos atravessar a parede. Assim que ele foi vistoriar outro lugar, cumprimentei minha mãe e atravessei rapidamente uma das paredes, surgindo assim na Estação Bruxa. Uma grande locomotiva de ferro estava aguardando até que todos os alunos estivessem acomodados para partir. Fui o primeiro a chegar no local. Não quis ficar do lado de fora do trem. Entrei imediatamente em um dos vagões e procurei o melhor lugar para que eu pudesse me instalar. Aos poucos os outros alunos foram chegando e se acomodando no local.
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Fred Gaunt Peverel

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Dom Mar 21, 2010 2:19 pm

Acordei naquela manhã quatro horas antes do horário de embarque. Arrumei meu malão muitas vezes, tirando e recolocando tudo dentro, estava muito ansioso por mais um ano na academia, depois de tomar o seu banho e colocar as ridículas roupas trouxas ele segue até a cozinha onde mostro seu Elfo domestico o aguardava,
- saia da frente seu miserável, quero que me sirva
Depois do que foi um verdadeiro banquete Fred pega seu malão e é claro Pitty sua cobra, sua mãe estava muito ocupado para levá-lo a estação, Fred iria aparatar com a ajuda de mostro.
A aparatação foi tranquila. Fred havia chegado cedo e logo que chegou entra no trem e procura um vagão confortável, aos poucos os outros alunos chegavam e logo o trem estava repleto de estudantes.
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Luna Farrel

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Mensagens : 178

MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Dom Mar 21, 2010 4:44 pm

Acordei muito cedo naquele dia, coisa que não fazia nas férias.Aquele era o grande dia, o dia da volta ao castelo, o dia em que voltava a ser oque realmente gostava de ser: eu mesma.As férias desse ano foram realmente muito boas,embora se tornasse cada vez mais longa. Nunca esquecerei de quando eu e minha irmã desembarcamos em Madri, onde reví meus amigos (trouxas), e amigos de minha familia; nem do lindo colar com o meu nome, presente de Soph, quando passamos por uma ruazinha de minha antiga cidade.Mas, agora era a hora de voltar.

Caminho ao lado de minha irmã, olhando distraidamente para todas as direções.Realmente, parecia que o lugar estava mais cheio de trouxas que normalmente, e provavelmente a entrada na estação bruxa seria mais complicada.Por muitas vezes fitei a parede que devia atravessar, e uma ou duas vezes vi meus colagas aproximarem-se dela.Caminhamos em sua direção e atravecei a barreira que escondia o grande trem de ferro, em seguida, Sophie apareceu em meu lado.A ansiedade almentava á cada minuto, vozes e risos por toda a plataforma, famílias despedindo-se para mais um ano em AML.


Ah, Soph... Estava tão ansiosa para nossa chegada, para ver meus colegas.Será que tem muitos novatos? Quantos irão pra Brave? Ouvi dizer que teremos boas novas para este ano... O Ministerio tem trabalhado muito e...Soph? Sophie, está me ouvindo??

Soph fitava o vazio, parecia que estava com a mente em outro lugar, e certamente não ouvira uma palavra do que eu disse. Não precisava ser um gênio para saber no que ela estava pensando.Ah, Soph... você é tão previsivel...Sorri para minha irmã e me senti muito feliz por estar ao seu lado.Achamos um bom vagão, bem no meio do trem, e eu peguei um livro para ler, enquando Soph escrevia rapidamente em um pergaminho, oque certamente era uma carta...Então, guardou o pergaminho em um bolso em suas vestes, e acariciou seu pequeno bichano que adquiriu nas ferias.Era ótimo ficar com ela.Me lembrava muito o modo que meu pai me cuidava, tavez porque ela teve mais tempo junto dele.


– Atenção Monitores e Monitores-Chefes, preparem-se para começar suas rondas. Evacuem os corredores e tirem os calouros da janela que agora se torna uma atitude perigosa. Entraremos brevemente em alta velocidade e esperamos que todos estejam em suas cabines. Somente alunos acima dos 15 anos e monitores serão permitidos perambulando por ai. Atenciosamente a Direção.-Escutei uma voz conhecida ecoar por todo o trêm.


-Vamos garota, você tem que ir.Você vai se sair bem.
Que bom foi ouvir essas palavras de Sooh.Estava realmente nervosa, tinha medo de não estar á altura de um Monitor.Dei um beijo no rosto de minha irmã e sai para o corredor, onde muitos calouros estavam correndo para todos os lados.

-Ei! vocês não tem permição para andar pelo trêm! Voltem para suas cabines, agora!Tentei ser a mais firme possível, e pelo jeito que os calouros me olharam, estava funcionando.Continuei caminhando pelos corredores e encontrei meus colegas Richard e Alisson, também monitores.Richard estava com o cabelo rosa, e tive que me segurar para não rir disso.Já devia estar acostumada, mas ver essa cor nos cabelos do garoto e não de minha irmã me pareceu um tanto ironico.

-Olá garotos...Er... o rosa lhe cai bem Richard. -Achei que meu colega poderia me levar a mal pelo comentario, mas a minha intenção era a melhor possível.


Última edição por Luna Farrel em Sab Mar 27, 2010 7:33 pm, editado 1 vez(es)
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Sophie LittleBrown



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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Dom Mar 21, 2010 11:12 pm

Aquela era nossa ultima noite em Madri, uma semana antes do retorno ao castelo. Então, deixei que minha irmã,Luna , passasse a noite na casa de uma família trouxa, amigos de minha mãe, enquanto eu iria jantar com um velho amigo que trabalhava no Ministério Espanhol.

-Bom Sooh... Você sabe que sempre será bem vinda em nossa casa, caso você queira voltar... e sabe que eu posso arrumar uma boa escola para Luna, além de um cargo no Ministério para você...


-Erick, já falamos sobre isso. Sabe que não vou voltar, que gosto do Brasil, gosto do meu trabalho...


-Mas você deve concordar comigo que o velho Dough não gostaria nada de ver suas duas filhas naquele lugar. É muito perigoso para vocês...olhe bem os últimos acontecimentos...até alunos foram mortos.Aqui não haveria nada disso.As escolas são mais seguras aqui, não admitimos gente incapacitada para o corpo docente.


-também selecionamos muito bem nossos funcionários, e nossos alunos estão sendo muito bem treinados, não temos medo de mostrar á eles o que precisam enfrentar.


-Diga-me apenas que vai pensar...


-Não há o que pensar.

-------------------------//-------------------------------------------

Quando me dei conta, já havia atravessado a barreira e fiquei muito preocupada que minha distração tenha exposto o portal. O velho trem de ferro estava na minha frente e havia muita gente na plataforma.


"Como conseguem fazer tanto barulho? Crianças para todos os lados, com rostinhos ansiosos e alguns muito curiosos. Hum.. É, sinal de muito trabalho para esse ano. Talvez Erick... NÃO! Não conseguiria viver sem isso!"


-Soh? Sophie está me ouvindo?


A voz de Luna tirou-me de pensamentos e lembranças. Sorri para minha irmã, sabendo que estava fazendo o melhor para ela também.No vagão, peguei um pedaço de pergaminho e a minha pena, e escrevi para Erick:



Não saberia viver sem isso. Luna estará bem onde eu possa estar junto dela.Até as próximas férias.
Sophíe


Guardei o pequeno bilhete nos bolsos de minhas vestes, peguei meu pequeno gato, comprado em minhas férias, e acariciei-o distraidamente, lembrando dos momentos maravilhosos em Madri e do rosto velho e cansado de meu amigo.


Última edição por Sophie Victória em Sab Mar 27, 2010 3:13 pm, editado 1 vez(es)
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Luna Lancaster

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Seg Mar 22, 2010 7:25 pm

O malão de Luna já estava pronto uma semana antes, neste período ele refazia tudo tirava e recolocava para ter certeza que não esqueceria nada, suas vestes, livros e outros materiais.
A garota tinha acordado três horas antes do embarque, conferiu o seu malão estava tudo lá, colocou edvirges na sua gaiola, desce para tomar o seu café, estava pronta, seu pai Alastor a levaria até a estação, ela iria aparatar com a ajuda de seu pai.
A aparatação foi tranqüila. Luna chega cedo à estação e atravessa a parede que dava acesso ao trem e procura um lugar entre os vagões, ela se junta a outros alunos da hakí e percebe um grande numero de calouros.
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Weder M. Ackerley

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Ter Mar 23, 2010 12:32 pm

acordo um pouco tarde no dia mas aida bem que meu malão dou so uma revisada em livros uma planta que eu levavá comigo e minha coruja. vou até a sala tomo meu café e aparato para a estação chego lá o trêm estava quase saindo entro nele e procuro um vagão a onde não há ninguem
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Hannah Eleonora Vanckock

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Ter Mar 23, 2010 1:17 pm

Seria realmente muito chato voltar a ter aulas de Poções, entretanto, meu malão encontrava-se ao pé da cama perfeitamente arrumado; era cor-de-rosa. Sim, rosa. Rosa como todo o resto do meu quarto. Porque rosa era a cor mais maravilhosa que poderia existir.

Meu cabelos ruivos estavam soltos e me caíam até os ombros. Enquanto minha roupa resumia-se em, apenas, uma blusinha rosa bebê, uma calça jeans e jaqueta. Odiava roupa de trouxa - eca - então, colocava o menor número de peças possíveis. Usava também uma bota de couro de dragão, que certamente não seria percebida pelos trouxas acéfalos.

- Já está pronta, querida? - indagou uma voz doce e feminina (que eu reconheci ser a de minha mãe) do lado de fora da porta. Embora fosse demasiadamente cedo, minha mãe queria que eu chegasse o mais rápido possível, provavelmente para pegar os melhores lugares - os mais afastados dos pobretões.

- Estou mamãe! - respondi, enquanto me olhava no espelho pela milionésima vez seguida. - Entre.

Eleonora entrou e, ao me ver, sua expressão transpareceu satisfação.

- Você está ótima. Mesmo com essas roupinhas... Trouxas - comentou minha mãe, fazendo uma ligeira careta à menção da última palavra. Como eu, e como todo o resto da família, ela odiava a classe do Sangue-Impuro.

Peguei meu malão, e um exemplar do 'O Diário de Um Mago News', que estava intocado em cima da mesa. Como aconteceu pelos últimos dois anos, saímos de casa e fomos de carro até a estação trouxa; atravessei a parede sozinha e sentei-me no banco mais afastado dos calouros. Odiava esse tipinho também. Nada mais nojento, nem mais patético. Abri o jornal para me distrair.

Algum tempo depois, um garoto que havia acabado de despedir-se de um elfo doméstico, sentou-se ao meu lado. Se tem elfo, é rico - pensei. E minha atenção foi voltada à ele. Reconheci aquele rosto, era Richard Collins. Expressei o maior e mais falso sorriso que eu poderia oferecer, mas o sorriso vacilou assim que notei que seus olhos eram... Rosa.

Poderiam chamar o que eu senti de amor a primeira vista.

- Ahn... Oi, tudo bem? - disse, sem parar de encarar aqueles olhos perfeitos. - Sou Vanckock, Hannah Vanckock. - acrescentei, entendendo a mão para que ele a apertasse. Sempre faço questão de dizer meu sobrenome primeiro, afinal, ser italiana não é pra qualquer um.


Última edição por Hannah E. Vanckock em Ter Mar 23, 2010 6:43 pm, editado 1 vez(es)
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Rafael Lestrange

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Ter Mar 23, 2010 4:24 pm

Acordando para escola, não estava de bem humor então tomei banho me arrumei com uma camisa preta e uma calça geans. Descendo para tomar café notei que tiha esquecido de pegar uma unica coisa bem preciosa para mim, então tive que subir novamente.Chegando no meu quarto peguei a peça que faltava, uma foto minha e da Miranda Vanckock juntos, Ainda estava muito abalado e nada ia me fazer esquece-la então deci novamente e tomei meu café, a casa sempre estava desanimada pois desde que a Miranda se foi eu me transformei em um garoto triste e solitário. meu Tio Pinho sempre olhava para mim com uma cara de pena, mais não ligava, todas as vezes que ele tentava falar comigo eu saia de perto.


Chegando na estação com minhas malas, fui logo atraveçando a parede escura, então fui rapidamente achar um lugar vazio e finalmente achei um. Então sentei peguei a foto da Miranda e eu e fiquei observando até 1 hora, então me troquei e fiquei vendo a foto e sentido saudades de Miranda o meu primeiro amor.
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Ter Mar 23, 2010 5:20 pm

01/10/2011 ~ Conhecendo a Srta Vanckock

Não precisei esperar muito, nem tive tempo. A garota loira e elegante deu-me um sorriso e em seguida seguiu com sua apresentação. Hannah Vanckock, é o que eu posso definir com a palavra: indecifrável. Um sorriso bonito e ao mesmo tempo aterrorizante, aquilo que podemos denominar: o lobo em pele de cordeiro. Ela estendeu a mão para que eu a cumprimentasse-a igualmente, eu como um cavalheiro não a apertei, encostei meus lábios na pele doce e macia e a beijei.

- Olá Srta Vanckock, estrangeira? Amo o exterior, a doce e simples menção de se falar primeiro o sobrenome, me faz falta. Sou britânico, Richard Pelegrini, na verdade um Collins, não que eu quisesse ser um Collins. - Notei que já começara mal, muito mal, muito mal mesmo. Quem não iria querer ter sangue nobre? Ainda mais uma garota de Obskurní, a própria monitora da casa, preferi calar um pouco para não estragar nada.

Sentei-me mais próximo da bela garota e começamos uma conversa que jamais tínhamos tido, mesmo cursando o mesmo ano e assim assistindo as aulas juntos. Este era o principal problema na Academia ser separada por casas comunais, nem sempre pessoas que conviviam boa parte de seu tempo diário juntos se davam bem, ou até mesmo se conheciam. As casas criam uma barreira notável. Notei que me lançava um olhar indiscreto e curioso. Adoro pessoas curiosas, me faz ter certeza que não é so mais rostinho bonito, que ali também tem conteúdo, e neste caso, muito conteúdo.

- Não são lentes. - Falei envergonhado. - É que tenho 25 pares de cromossomos, entende? - Não sei se fui claro o suficiente para ficar evidente a aberração que sou, acho que ela já sabia, afinal estávamos todos naquela terrível festa a uns meses atrás.

Sim, ela conseguiu entender que eu era um vampiro, e acho que também raciocinou que mesmo eu sendo de uma família pura, tendo sangue-puro e nobre-brasileiro, eu agora não passava de um mestiço. Neste instante descartei a possibilidade de qualquer romance com a garota, me atraia muito, era tudo o que procurava, mas é uma Vanckock. Jamais iria querer um mestiço.

Quando me levantei já tínhamos conversado um bocado e a estação estava bem mais cheia, se não embarcássemos logo, ficaríamos separados nas cabines, realmente não queria me separar dela tão cedo. Era cativante o nosso momento juntos. Estendi a mão e com um sorriso de compreensão ela a segurou, desfilávamos entre os alunos pelo espaço que nos levaria aos vagões, caminhamos de mãos dadas até o vagão mais próximo do trem, onde juntos embarcamos. As cabines estavam ocupadas por alguns poucos alunos, era incrível como todos queriam ficar solitários naquela bela manhã. Deveria ser pelas horríveis memórias que se esforçavam a querer sobreviver, memórias estas que carregavam consigo o triste fim do que seria uma maravilhosa festa e também carregavam consigo as vidas de muitas pessoas. Escolhemos o vagão onde estava o professor Leonard Bryan Masters, que naquele momento dormia. Entrei e fui logo me acomodando, a garota sentou-se num assento em frente ao do professor e me encarava, não sentei, achei mais inteligente me deitar naquele momento. Deitei-me no assento e coloquei minha cabeça sobre as pernas de Hannah. Estava incrivelmente confortável. O trem continuava imóvel.
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Hannah Eleonora Vanckock

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Player : Sizca

MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Ter Mar 23, 2010 6:38 pm

Estremeci. Ele havia beijado minha mão ao invés de apertá-la; um cavalheiro. Estava evidente que Richard era algo mais do que aparentava ser. Era Britânico, educado, e tinha os olhos da cor que eu mais amava no mundo. Perfeito. Estranhei o fato dele ter dito que não gostaria de ser um Collins. Ah! Qualquer pessoa sensata gostaria de ser um Collins, inclusive eu! Entrentanto, ele deveria ter seus motivos para não querer ser um deles. Talvez, um conflito na família o fez dizer aquilo. Resolvi, então, não me intrometer.

Começamos a conversar e o mundo deixou de existir ao meu redor. A rapidez com que mudávamos de assunto era assustadora. Quem nos visse naquela situação pensaria que éramos amigos de infância. Estavam enganados. Nunca havia trocado uma palavra com ele; escutei, nada mais que umas fofocas correndo pelos corredores da escola. Sendo assim, mesmo antes dele me dizer que era um vampiro, eu já sabia. Fingi ser uma novidade - fiz uma ligeira cara de espanto. Mas fiquei realmente admirada com o fato dele revelar isto tão abertamente. Senti que poderia confiar nele.

Tudo ia bem, até que me dei conta de que ele era um Mestiço... Ah, não. Que ótimo.

Tentei por tudo no mundo continuar falando com ele como se nada tivesse acontecido. "Merlin, seu inútil, me escute! O que minha avó diria se me visse com ele?". Ah! Minha avó: um grande problema. Por quê? Porque eu, Hannah Eleonora, a princesa da família Vanckock, monitora da Obskurní, aluna exemplar em feitiços... De amizade colorida com o Collins-Mestiço? Isso seria demais para Laura, ela certamente cairia dura no chão - não antes de me lançar uma imperdoável. Naquele momento eu soube como Miranda se sentia. O tenso foi quando andamos de mãos dadas até um vagão onde jazia o Sr. Masters, poderia até escutar os murmúrios indagadores e fofocas que me acompanharam pelo caminho.

Richard, ao invés de se sentar, deitou-se no meu colo. Eu deveria ter tido um ataque epiléptico e mandando ele à merda, mas não fiz nada disso. Sorri. Não sei porque, mas sorri. Não um sorriso debochado ou dissimulado. Um sorriso sincero, pela primeira vez na minha vida.

- Ah! Que lindo. - disse risonha, e comecei a acariciar lentamente aqueles cabelos dourados, enquanto fazia questão de mirar aqueles olhos perfeitos. Sabia que o que estava fazendo era errado, mas nunca imaginei que fugir dos padrões fosse tão... Bom. Bom, uma palavra que, definitivamente, não combinava comigo. - É um bebê?

Ele riu, eu enrubesci e desviei o olhar para a janela. Os atrasados começavam a entrar no Trem. Alguns estava à porta e recebiam recomendações de última hora dos pais. Não que eu não soubesse que, como monitora, deveria ajudar o restante dos alunos, mas não dava realmente importância à eles, continuava com meu conflito interior. Era engraçado, muito engraçado que eu estivesse me dando tão bem, em tão pouco tempo, com um Meio-Sangue. Com o tipo de pessoa que jurei que nunca me envolveria na vida. "É, Richard Collins, parece que seremos grandes amigos...". Porque, cá entre nós, se não formos, eu me jogo da torre mais alta da Academia de Magia Legilimência.
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Qua Mar 24, 2010 3:50 pm

01/10/2011 ~ Deixando o desejo fluir

– Ah! Que lindo. É um bebê? - Abri meus olhos e dei uma risada bem gostosa. Em poucos minutos teríamos que nos separar, só iriamos nos encontrar no grande salão da AML, e ainda assim separados pela barreira de nossas casas comunais. Foi tudo tão incrível e maravilhosamente rápido, o tempo que estávamos adiantados passou como segundos perdidos em conversas estonteantes e tão particulares que talvez so pudessem ser reveladas a um amigo de muitos anos. Eu estava me entregando de corpo e alma, era o coração falando mais alto que a razão.

– Vanckock, quando o trem partir teremos que tomar nossos postos de monitores, você vai lembar de mim quando chegar no castelo? - Era tão cedo para sentir algo por ela, mas pensando bem sempre seria cedo sendo ela quem é. - Não vai me ignorar quando estiver com seus amigos, vai? - Meus cabelos começaram a tomar um tonalidade de rosa, como metamorfomago eu sou muito controlado, mas aquele sentimento era um que eu jamais sentira antes, como controlar uma coisa que você ainda não conhece? Não tem como, pelo menos não para mim.

Ela ficou rindo maliciosamente e reparando para os meus cabelos, eu me envergonhei. Logo rosa? Porque essa maldita cor me persegue tanto? Era desprezível ser o-garoto-cor-de-rosa. Admirou a minha metamorfomagia e a elogiou, ela também me prometeu jamais me esquecer. “ Ela deve querer me fazer de chacota para as brincadeiras ridículas dos Obskurníanos. Hannah Vanckock, se você me machucar seu sangue jamais irá ser puro novamente!” - me peguei pensando.

Passei nossos últimos instantes juntos na mesma posição que estava, deitado com a cabeça em seu colo. Podia sentir o delicioso perfume da pele da garota, não queria fitar ela, mantinha os olhos fechados, estava preparado para fotografar todo o momento em minha mente para jamais esquecê-lo. O trem começara a arrastar-se pelos trilhos da Estação do Recife, o pi-ui da chaminé gritava loucamente e as janelas das cabines eram amontoadas de crianças dando gritos de despedida. Me pus sentado ao lado de Hannah e dei um simples sorriso, fui pegado de surpresa por um sorriso verdadeiro da garota, aquele era o primeiro sorriso que eu via em seu rosto e sabia que não era de falsidade.

– Atenção Monitores e Monitores-Chefes, preparem-se para começar suas rondas. Evacuem os corredores e tirem os calouros da janela que agora se torna um atitude perigosa. Entraremos brevemente em alta velocidade e esperamos que todos estejam em suas cabines. Somente alunos acima dos 15 anos e monitores serão permitidos perambulando por ai. Atenciosamente a Direção. - Soava a voz de meu tio Philip pelas caixinhas de som dos corredores.

– Temos que ir garota. - Ela concordou e se pôs de pé. - Posso te dar um beijo? - Perguntei com toda a vergonha do mundo e antes mesmo que ela me dissesse que não, beijei o seu rosto de um lado. - Er.. Tenho que ir agora! - Corei instantaneamente e sai correndo da cabine. Não tive coragem suficiente de beijar-lhe os lábios, não sabia dos sentimentos dela ainda. Só nos encontraríamos na festa de abertura do ano letivo, se gostou do beijo iria me procurar.
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Qua Mar 24, 2010 8:17 pm

Mais uma noite Perturbada por agouros de morte chegava a seu fim não Conseguia se lembrar do seu sonho, fazia um bom tempo que sua segunda visão não se manifestava. Olho o relógio que estava na parede do quarto, por Merlin como é tarde!

Alisson desce para tomar se café, ele não podia se atrasar para o embarque alias, ele era monitor da hakí, tinha que ajudar os outros alunos. Aparata até a estação com a ajuda de seu pai. Felizmente não chegara atrasado.

Ainda houve tempo para conversar com alguns amigos, andando pelo corredor encontro Richard Pelegrini Collins noto que seus cabelos estavam rosa.

- não sabia que você era metamorfomago

– Atenção Monitores e Monitores-Chefes, preparem-se para começar suas rondas. Evacuem os corredores e tirem os calouros da janela que agora se torna uma atitude perigosa. Entraremos brevemente em alta velocidade e esperamos que todos estejam em suas cabines. Somente alunos acima dos 15 anos e monitores serão permitidos perambulando por ai. Atenciosamente a Direção. - Soava a voz de meu padrinho Philip pelas caixinhas de som dos corredores.

Bom Temos que ir, outra hora conversamos mais. Alisson sai pelos corredores a fazer a ronda.
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Konrad Elensefar

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MensagemAssunto: Re: Estação Central do Recife - Embarque   Sex Abr 02, 2010 5:59 am

O Primeiro Post do Garoto Selvagem


Era a primeira vez que Konrad iria para Legilimência, embora estivesse no terceiro ano, ele recebera um convite para ser monitor da Brave... coisa que até o momento ele não entendia o motivo, mas sabia que se daria bem... embora em todas as escolas que passasse, ele era expulso em menos de um ano letivo, ele esperava que fosse diferente em Legi, ele estara na Floresta, pegando suas coisas... se bem, que um garoto como ele não possuía muitos bens materiais, ele se encontrava perto do lago, logo ao lado de uma caverna, em que se abrigava em dias tempestuosos, trajava uma espécie de vestido, um sobretudo feito de couro de dente de víbora peruano (raça de Dragão) que herdara de um homem que invadira sua floresta, e não saíra com vida... Konrad não estava ansioso, e muito menos contente em ter de ir a escola, mas a vontade de conhecer mais sobre si mesmo, era uma forte motivação para seguir em frente.

Ele passara a conversar com uma rês-ma, que se encontrava logo ali, ela relatara o descontentamento com a poluição do lago, pelos trouxas que habitavam próximo a floresta, alias... o fato de cada vez mais irem devastando e desmatando seu lar, deixava Konrad realmente furioso, quando de repente, foram interrompidos por Kira, um lobo na qual Konrad tratara como irmão, eles conversaram brevemente, indicando que era hora de partir... Konrad fora se despedir de todos os seus amigos, desde macacos, a uns amassos que viviam por ali, o único animal da floresta que Konad não visitara, era a Esfinge... obviamente, konrad demonstrara um pouco de medo para este animal, mas sabia que enquanto estivesse com seus amigos, estaria seguro.



Ele partira correndo, em uma velocidade descomunal, seus pertences flutuavam a sua volta em velocidade semelhante, com um feitiço que ele havia aprendido em Hogwarts, alias Konrad não possuía uma varinha, ele usava sua magia através de um dente de Nundu, que trazia amarrado em seu pescoço, um movimento com as mãos, e tudo estara normal para lançar os feitiços, porém, ainda era fraco, e necessitava a utilização verbal para conjurar seus encantamentos. Faltavam poucos Km's para Konrad chegar ao local de Embarque, ele saíra da Floresta Amazônica, e chegara em Recife, em aproximadamente 2 horas de corrida, com a vantagem de não se cançar facilmente, ele passava despercebido pelos trouxas, que de alguma forma não conseguiam notar sua presença, como se ele fosse um simples vento, embora caso ele trombasse com algum durante sua corrida, duvido muito que o mesmo continue vendo a brisa suave caída uns 100 metros de distância, a julgar pela velocidade que ele engrenava.

Konrad finalmente chegara no museu/estação de Recife, e iniciando uma freada brusca, raspando seus pés descalços pelo piso escorregadio, ele atravessara direto a parede mágica que separava os dois mundos, e batera no trem, caindo com um baque surdo, cortando o pulso. Percebendo os risos e olhares curiosos em direção a ele, corando um pouco, ele ajeita o distintivo de monitor no peito, e entra para o trem, direto para a cabine dos monitores, porém, ele entra no local em que deveriam se por as malas, deixando a pouca bagagem espalhada pelos bancos, e fica deitado pensando, obviamente não faria nenhuma ronda, e muito menos conversaria com qualquer pessoa, ele queria apenas dormir, e em um vacilo de seus olhos, cochilou ali, quieto e imperceptível, porém com seus sentidos aguçados e instintivos.
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Estação Central do Recife - Embarque
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